quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Cenário 13/11/2019

A CPFL Energia registrou um lucro líquido de R$ 748 milhões no terceiro trimestre deste ano, o que corresponde a uma expansão de 19,4% em relação ao lucro líquido do mesmo período de 2018. Com isso, em nove meses, o resultado líquido da companhia somou R$ 1,892 bilhão, alta de 26,5% na comparação anual.

A incorporadora e construtora Even reportou lucro líquido ajustado de R$ 16,487 milhões no terceiro trimestre de 2019, revertendo o prejuízo líquido de R$ 12,360 milhões em igual período de 2018.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2019, o lucro líquido totalizou R$ 88,614 milhões, também revertendo prejuízo acumulado de R$ 68,413 milhões no mesmo período de 2018.

A Santos Brasil registrou lucro líquido de R$ 7,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, representando uma queda de 15,4% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado.

Segundo a empresa, devido ao IFRS16, houve incremento nas despesas de amortização do ativo intangível, impactando diretamente o resultado do exercício.

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) registrou lucro líquido de R$ 613 milhões no terceiro trimestre deste ano, o que representou um avanço de 42,4% em relação ao mesmo trimestre de 2018.

A Minerva Foods reportou prejuízo líquido de R$ 82,7 milhões no terceiro trimestre de 2019, queda de 37,3% ante o prejuízo de R$ 132 milhões obtido em igual período do ano passado, informou a companhia em balanço financeiro. Segundo o diretor de finanças e relações com investidores, Edison Ticle, o desempenho foi afetado, principalmente, por variação cambial. “Se tirássemos despesas como variação cambial, que foi de R$ 265 milhões, e hedge, haveria um lucro líquido de R$ 93 milhões”, explica o executivo a jornalistas.

A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido contábil de R$ 8 bilhões no terceiro trimestre deste ano, um salto de 66,7% ante o mesmo período do ano passado (R$ 4,813 bilhões). O impulso no terceiro trimestre veio de uma receita que não deve se repetir nos próximos meses. Trata-se de um efeito positivo de quase R$ 7 bilhões com a mudança de hedge em títulos emitidos no passado para injetar recursos no banco e compensar a estratégia de forte expansão de crédito adotada na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff.

O Senado aprovou, nesta terça-feira, 12, a medida provisória que libera saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em julho.

A medida já passou pela Câmara e o projeto que transforma a MP em lei segue agora para sanção presidencial.

O Congresso alterou o conteúdo da medida aumentando o saque imediato de R$ 500 para R$ 998 no caso de contas com até um salário mínimo em julho, quando a medida foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro.

O Ministério da Economia divulgou há pouco o relatório extemporâneo de receitas e despesas prevendo a possibilidade de ampliação do limite de empenho no orçamento em R$ 16,768 bilhões. De acordo com a pasta, serão descontingenciados todos os recursos que estão bloqueados, que somam R$ 14 bilhões.

Mais cedo, o secretário de Fazenda da pasta, Waldery Rodrigues, já havia dito que o governo liberou R$ 16 bilhões do orçamento.

O relatório afirma ainda que o limite de empenho para os poderes Legislativo e Judiciário e para emendas parlamentares não será ampliado porque já está no teto dos gastos definido para este ano. Os parâmetros macroeconômicos, como projeções para a inflação e crescimento do PIB, não foram modificados.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), adiou a votação da proposta que permite a inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência para terça-feira, 19.

Os senadores ainda precisam votar emendas ao texto principal e o segundo turno da chamada PEC paralela. A votação dos destaques estava prevista para esta terça-feira, 12, mas foi adiada pela falta de quórum.

A oposição, sem votos para aprovar alterações, pediu o adiamento. Alcolumbre quer concluir a votação dos dois turnos na terça. "Se der tudo certo", declarou. Ele enfatizou que a proposta será o primeiro item da pauta.

As vendas do comércio varejista subiram 0,7% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Na comparação com setembro de 2018, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 2,1% em setembro de 2019. Nesse confronto, também coincidiu com a mediana das projeções (intervalo de 0,20% a 4,50%).

As vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 1,3% no ano. No acumulado em 12 meses, houve avanço de 1,5%.

O gráfico diário reflete a gangorra que vivemos no mercado, pelo menos no curto prazo, após a marcação de máxima histórica.

Temos a tendência de um lado e ruídos de curto prazo de outro.

A briga de foice deverá continuar e veremos quem vencerá a batalha.

O benchmark fechou levemente abaixo da média móvel de 21 períodos, porém ainda preservando o topo de julho/2019 como piso.

Abertura será negativa, mas uma recuperação ao longo do dia seria a minha aposta para essa sessão.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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