sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

EUA-China mais positivo geram altas no mundo inteiro


Bom dia, investidor!

EUA-China dão novos passos: veja o resultado.

🇧🇷 IBOV   +0,21% / 93805
🇧🇷 SMLL   +0,74% / 1854
🇧🇷 MLCX  +0,19% / 1793
🇺🇸 DOW JONES +0,47% / 23990
🇺🇸 S&P500  +0,43% / 2596
🇺🇸 NASDAQ  +0,29% / 6619
🇬🇧 FTSE +0,85% / 6963
🇯🇵 NIKKEI +0,72% / 20301
🇫🇷 CAC40  +0,14% / 4820

🇩🇪 DAX  +0,72% / 10979


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As bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada nesta sexta-feira, após sinais de que Estados Unidos e China darão continuidade a discussões comerciais no fim do mês e o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, voltar a defender paciência no aperto da política monetária da instituição.

O vice-primeiro-ministro da China, Liu He, pretende viajar a Washington e se encontrar com o representante de comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, para retomar o diálogo comercial entre as duas maiores economias do mundo nos dias 30 e 31 de janeiro, segundo fontes citadas pela Dow Jones Newswires.

Entre segunda e quarta-feira, negociadores americanos e chineses de médio escalão se reuniram em Pequim numa tentativa de superar suas divergências comerciais. Aparentemente, não houve qualquer avanço significativo, mas comunicados oficiais apontaram que os dois países continuarão dialogando.

Em 1º de dezembro, os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, concordaram em suspender a aplicação de novas tarifas às importações um do outro por um período de 90 dias.

Investidores na Ásia também repercutiram a manutenção da postura "dovish" (favorável à manutenção de estímulos monetários) de Powell. Ontem, Powell e outros dirigentes do Fed reiteraram que a instituição será paciente em relação a novos aumentos de juros este ano. Ao longo de 2018, o Fed elevou juros em quatro ocasiões, a última vez em dezembro.

Os comentários de Powell ajudaram as bolsas de Nova York a garantir seu quinto pregão consecutivo de valorização nos negócios da quinta-feira.

Na China continental, o índice Xangai Composto subiu 0,74% hoje e fechou a 2.553,83 pontos, dobrando os ganhos acumulados na semana. Mas o menos abrangente Shenzhen Composto teve desempenho semanal ainda melhor, com alta de 2,6%. Apenas nesta sexta, o Shenzhen avançou 0,76%, a 1.313,36 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng se valorizou 0,55%, a 26.667,27 pontos.

Em Tóquio, o Nikkei registrou alta de 0,97%, a 20.359,70 pontos. Na semana, o índice japonês saltou 4,08%, seu melhor resultado em dois meses. Na segunda-feira (14), a bolsa do Japão permanecerá fechada devido a um feriado nacional.

O aval anunciado pelo governo brasileiro para o negócio entre a Embraer e a Boeing dá força aos papéis da empresa brasileira no exterior. Na Bolsa de Frankfurt, às 8h30 no horário de Brasília, o recibo subia 7,97% e era negociado a 20,58 euros. Nesse horário, o volume de negócios com o papel chegava a 200, enquanto a média diária com o papel é de 81 negócios, segundo a bolsa alemã. O mercado de recibos em Frankfurt é bem menor e menos líquido que o de Nova York.

Em Nova York, o ADR da Embraer fechou a quinta-feira com valorização de 7,06%, negociado a US$ 24,25. Antes, no pregão tradicional, o ADR da brasileira caiu 1,95%, a US$ 22,65.

O aval do governo foi anunciado no início da noite de ontem. "Ficou claro que a soberania e os interesses da Nação estão preservados", postou o perfil oficial do presidente no Twitter.

Anunciado em dezembro do ano passado, depois um ano de negociação, o acerto prevê a criação de uma nova empresa na área comercial entre as duas fabricantes que valerá US$ 5,26 bilhões. Para ter 80% da empresa, os americanos pagarão aos brasileiros US$ 4,2 bilhões, US$ 400 milhões a mais que o previsto. Também será criada uma nova empresa para a venda do cargueiro KC-390, sendo que a Embraer neste caso terá controle de 51%. 

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou dezembro com alta de 0,15% ante um recuo de 0,21% em novembro, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde uma queda de 0,05% a uma alta entre 0,23%, com mediana positiva de 0,12%.

A taxa acumulada pela inflação no ano de 2018 foi de 3,75%, dentro das projeções dos analistas, que iam de 3,54% a 3,82%, com mediana de 3,70%.

As cotações de petróleo operam em alta nesta sexta-feira após nove sessões consecutivas de ganhos, em meio à atenuação de preocupações em torno do excesso de oferta global e riscos macroeconômicos ao crescimento global.

Às 9h37 (de Brasília), o barril do Brent para março subia 0,66%, a US$ 62,09, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, enquanto o WTI para fevereiro avançava 0,86%, a US$ 53,04 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A sequência de nove sessões no azul é a mais longa em nove anos para o petróleo. Ambos os barris se valorizaram cerca de 25% em relação às mínimas anuais atingidas no fim de 2018, escalando de volta para território de bull market.

Às 16h, a Baker Hughes divulga a sua contagem semanal de poços e plataformas em operação nos EUA. 

O gráfico diário do IBOV tem uma inclinação francamente altista, porém a distância em relação à média móvel de 21 períodos impede uma escalada mais relevante, mantendo os preços em uma faixa limitada de oscilação.

O caminho mais natural no curto prazo seria uma correção até o topo anterior, no caso 91.240, mas não temos nenhuma evidência de que isso vai ocorrer, tampouco sinal de topo.

Somente a perda de 93K, em fechamento, abriria espaço para tal desdobramento, na minha visão, tendo ainda a média móvel de 5 períodos como suporte no meio do caminho,





Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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