sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

IBOV em alta na última sessão do ano



Bom dia, investidor!

IBOV segue os ventos internacionais e opera em alta >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas encerraram o último pregão de 2018 em tom majoritariamente positivo, seguindo o desempenho dos mercados acionários de Nova York, que ontem também ficaram no azul, embora tenham mostrado bastante volatilidade. Ao longo do ano, contudo, as perdas na Ásia foram expressivas e generalizadas.

Na China, que é acompanhada de perto em meio à disputa comercial sino-americana, o índice Xangai Composto subiu 0,44% nesta sexta-feira, a 2.493,90 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,29%, a 1.267,87 pontos.

Ontem, o Ministério de Comércio chinês informou que autoridades da China e Estados Unidos terão uma reunião "cara a cara" para discussões sobre comércio em janeiro. Neste meio tempo, ambos os lados continuarão mantendo contatos telefônicos, segundo o ministério. No começo do mês, os presidentes americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, anunciaram uma trégua de 90 dias na imposição de tarifas a importações um do outro.

Por outro lado, o japonês Nikkei caiu 0,31% em Tóquio, a 20.014,77 pontos. Ontem à noite, o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) divulgou um sumário de opiniões da reunião de política monetária realizada na semana passada destacando a "intensificação" de riscos para a economia doméstica.

Em 2018, todos os mercados asiáticos acumularam perdas robustas, influenciados pelos desdobramentos do conflito comercial entre Washington e Pequim e pela extrema volatilidade dos mercados em Wall Street.

O Xangai Composto sofreu desvalorização de 24,6% neste ano, seu pior resultado desde 2008, quando despencou 65,4%. Em Tóquio, a queda anual foi de 12,2%; em Seul, de 17,3%; e em Taiwan, de 9%.

Na segunda-feira (31), véspera de ano-novo, apenas os mercados de Hong Kong e da Austrália farão meio expediente na Ásia e no Pacífico. Na terça-feira (01), todas as bolsas da região ficarão fechadas

O Diário Oficial da União (DOU) de hoje publica a Lei 13.786/2018, que regulamenta o chamado distrato imobiliário. Pela norma, clientes que desistirem da compra de um imóvel negociado na planta terão de pagar até 50% do valor já dado à construtora como multa para se desfazer do negócio. O texto foi sancionado ontem pelo presidente Michel Temer sem nenhum veto e já está em vigor.

O projeto da lei, aprovado no início do mês pelo Congresso, foi duramente criticado por entidades de defesa do consumidor porque a multa fixada é muito maior do que as que vinham sendo estabelecidas pela Justiça. Casos julgados nos últimos anos previam a retenção de 10% a 25% do valor já pago como multa.

Já as empresas de construção civil alegavam que os prejuízos são altos quando um cliente desiste da compra do imóvel. Assim, a nova lei foi muito bem recebida pelo mercado imobiliário. A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) considera que a medida vai devolver a necessária segurança jurídica a todos os envolvidos no setor. “Com a nova legislação, o setor imobiliário começa o ano de 2019 com mais equilíbrio, previsibilidade e confiança para investir”, disse a associação em nota.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) fechou dezembro com queda de 1,08%, após recuar 0,49% em novembro, informou há pouco a Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, o IGP-M encerrou com alta de 7,54%, depois da deflação de 0,52% em 2017.

Entre os três indicadores que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) teve declínio de 1,67%, na comparação com retração de 0,81% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) desacelerou o ritmo de alta a 0,04%, depois de 0,09%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) passou de 0,26% para 0,13% no período. 

A diretoria executiva da Petrobras aprovou, ontem, mecanismo de proteção complementar, visando dar flexibilidade adicional à gestão da política de preços do diesel, assim como já existe para a gasolina, conforme divulgado ao mercado em 06 de setembro.

Em comunicado ao mercado a estatal diz que entende ser importante implementar mecanismos que lhe permitam, em momentos de elevada volatilidade no mercado, ter a opção de alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno, podendo até mantê-lo estável por curtos períodos de tempo, de até sete dias, conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral.

"A companhia terá a opção de aplicar o mecanismo após o encerramento do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel da União, previsto para 31 de dezembro, sempre que julgar necessário, e de forma a conferir um resultado financeiro equivalente ao que seria obtido com a política de preços vigente da companhia", diz.

A Petrobras ressalta que os princípios de preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado continuam em vigor, assim como a correlação com as variações do preço do diesel no mercado internacional e a taxa de câmbio. 

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,6% no trimestre encerrado em novembro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em igual período de 2017, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,0%. No trimestre encerrado em outubro, a taxa era de 11,7%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.238,00 no trimestre terminado em novembro. O resultado representa alta de 0,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 203,470 bilhões no trimestre encerrado em novembro, alta de 1,6% ante igual período do ano anterior.

O IBOV segue os ventos internacionais e opera em alta na manhã dessa sexta-feira.

Montou mínima da sessão na região de 85.585, ponto chave para os desdobramentos de curto prazo, sendo esse o ponto que acionou o pivot de baixa, agora posto em xeque e potencialmente anulado, caso a compra consiga fechar essa sessão no comando.

A média de 5 períodos já ficou para trás e enquanto escrevo o benchmark testa a média de 21 períodos como resistência.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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