quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

IBOV corrige mas deve manter LTA


Bom dia, investidor!

IBOV segue corrigindo e vai testar LTA, que deve ser mantida >>> LEIA MAIS >>>

Os futuros de cobre operam em baixa significativa em Londres e Nova York, espelhando fortes perdas nos mercados acionários e de energia, em meio a temores comerciais e preocupações com o excesso de oferta de petróleo.

Por volta das 10h35 (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 1,6%, a US$ 6.093,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para março tinha queda de 2,04%, a US$ 2,7175 por libra-peso.

A prisão no Canadá da diretora financeira da gigante de telecomunicações chinesa Huawei, divulgada ontem à noite, gerou uma nova onda de liquidação nas bolsas globais, com investidores temendo uma escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. A prisão da executiva foi no sábado (01), mesmo dia em que os presidentes das duas maiores economias do mundo anunciaram uma trégua comercial de 90 dias.

Além disso, as cotações do petróleo sofreram tombo de até 5% mais cedo, em reação a indicações de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados irão cortar sua produção em nível menor do que o esperado em reunião que está em andamento em Viena.

Investidores também aguardam um discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, na noite de hoje. No próximo dia 19, a expectativa é que o Fed eleve seus juros básicos pela quarta vez este ano.

Entre outros metais básicos na LME, as perdas eram generalizadas. No horário indicado acima, o alumínio tinha baixa marginal de 0,08%, a US$ 1.971,50 por tonelada, o zinco recuava 1,01%, a US$ 2.609,50 por tonelada, o estanho diminuía 0,26%, a US$ 19.120,00 por tonelada, o níquel caía 0,13%, a US$ 11.145,00 por tonelada, e o chumbo perdia 0,65%, a US$ 2.005,50 por tonelada. 

A decisão do Tribunal de Justiça Europeu sobre se o Reino Unido pode cancelar o Brexit revogando o Artigo 50 será divulgada no dia 10 de dezembro, um dia antes do Parlamento britânico votar uma aprovação ou não do acordo da premiê Theresa May, anunciou o tribunal.

Pelo Twitter, a Corte informou que os juízes europeus vão emitir sua decisão em 10 de dezembro, antes da votação da Câmara dos Comuns em 11 de dezembro, às 6h (de Brasília).

No início desta semana, um advogado-geral do Tribunal emitiu um parecer legal afirmando que o Reino Unido pode revogar unilateralmente sua retirada da UE.

Theresa May deu início processo formal para o Reino Unido deixar a UE em março de 2017, quando acionou o Artigo 50 do Tratado da União Europeia. 

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados que não integram o cartel - conhecidos coletivamente como Opep+ - ainda não chegaram a um acordo para a redução de sua produção combinada, afirmou hoje o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid Al-Falih.

Segundo Al-Falih, um corte de 1 milhão de barris por dia (bpd) seria suficiente para equilibrar os mercados de petróleo. O comentário frustrou expectativas de que a redução pudesse ser de até 1,4 milhão de bpd e levou os preços do Brent e do WTI a ampliar perdas em Londres e Nova York, chegando a cair 5% nos negócios da manhã.

Antes de seguir para uma reunião para discutir o possível corte, em Viena, Al-Falih disse que a Opep está considerando todas as opções, mas ressaltou que nem todos os participantes querem contribuir para a redução e que o ideal seria que nenhum país ficasse isento dos esforços de controlar a oferta. Al-Falih afirmou também que o eventual corte poderá ficar em vigor até o terceiro trimestre de 2019.

O ministro saudita comentou ainda que não precisa "de permissão de nenhum país estrangeiro" para reduzir sua produção, numa referência ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ontem apelou à Opep, em sua conta oficial no Twitter, que mantenha sua oferta "do jeito que está". De acordo com Al-Falih, não há discussões em andamento com Washington sobre os preços do petróleo.

Al-Falih disse também que preferiria que o Catar permanecesse como integrante da Opep. No começo da semana, o Catar revelou planos de se retirar do cartel em 1º de janeiro, como parte de uma estratégia se concentrar na produção de gás natural.

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O gráfico diário do IBOV mostra a busca pela média móvel de 21 períodos no processo corretivo recente.

Caso permaneça abaixo de 88.520, na minha visão a LTA pontilhada em azul na imagem poderá ser alvo nos próximos dias.

Lembremos que o processo deve ser somente uma correção, uma vez que existe um triângulo simétrico acionado desde 27/11.

Um um cenário de baixa mais severo, um pull back até a linha rompida do triângulo supra citado seria admissível.

Os desdobramentos são típicos de um tendência de alta, onde temos a formação de topos e fundos ascendentes.




Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br



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