segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Drive da semana é o FED


Bom dia, investidor!

FED deverá elevar juros nesta semana >> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta e com ganhos moderados nesta segunda-feira, apagando parte da forte queda que sofreram no pregão anterior, quando indicadores fracos da China e da zona do euro reavivaram preocupações com o arrefecimento da economia global e derrubaram os mercados acionários mundiais. O clima, no entanto, é de cautela na semana em que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deverá voltar a elevar juros.

O Nikkei liderou o movimento de valorização na Ásia, com alta de 0,62% em Tóquio, a 21.506,88 pontos. Impulsionaram o índice japonês ações de varejistas e de concessionárias públicas.

Na China, o Xangai Composto subiu 0,16%, a 2.597,97 pontos, sustentado por papéis de bancos e do setor imobiliário, depois que o PBoC - o BC chinês - fez hoje uma injeção no mercado financeiro de 160 bilhões de yuans (US$ 23,2 bilhões), ao oferecer contratos de recompra reversa pela primeira vez em 37 dias úteis. Por outro lado, o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,31%, a 1.323,31 pontos.

Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi teve ganho marginal de 0,08% em Seul, a 2.071,09 pontos, e o Taiex registrou alta de 0,14% em Taiwan, a 9.787,53 pontos, mas o Hang Seng sofreu um ajuste para baixo na última meia hora de negócios, fechando com ligeiro declínio de 0,03% em Hong Kong, a 26.087,98 pontos.

O comportamento contido dos mercados asiáticos precede o anúncio de política monetária do Fed, que na quarta-feira (19) deverá aumentar seus juros básicos pela quarta vez este ano, segundo analistas. Investidores ficarão particularmente atentos a possíveis sinais de desaceleração no ritmo de elevação de juros no próximo ano.

Os preços de cobre operam em baixa nesta segunda-feira, em meio a um quadro mais amplo de mercados no vermelho, também à medida que uma usina na Índia parecia prestes a reabrir, eliminando uma ruptura de suprimento e aumentando a oferta.

Às 10h06 (de Brasília), na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal tinha queda de 0,40%, a US$ 6.113,00. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), a libra-peso do cobre para março perdia 0,71%, a US$ 2,7430.

Entre outros metais negociados na LME, a tonelada do alumínio perdia 0,16%, a US$ 1.922,50, a do zinco subia 0,14%, a US$ 2.536,00, a do estanho ganhava 0,03%, a US$ 19.395,00, a do níquel tinha alta de 0,14%, a US$ 11.055,00, e a do chumbo descia 1,18%, a US$ 1.931,00. 

A B3 prevê despesas ajustadas, em 2019, de R$ 1,030 bilhão a R$ 1,080 bilhão. Já as despesas relacionadas a depreciação e amortização deverão ficar entre R$ 950 milhões e R$ 1,0 bilhão.

De acordo com fato relevante divulgado pela B3, as despesas atreladas ao faturamento deverão totalizar entre R$ 245 milhões e R$ 265 milhões no próximo ano e os investimentos estão previstos para ficarem entre R$ 250 milhões e R$ 280 milhões.

Para 2018, as despesas ajustadas foram reafirmadas entre R$ 960 milhões e R$ 1,0 bilhão, enquanto as despesas relacionadas a depreciação e amortização deverão ficar entre R$ 910 milhões e R$ 980 milhões.

Em relação às despesas atreladas ao faturamento, o valor deve ficar entre R$ 200 e R$ 220 milhões e os investimentos, entre R$ 220 milhões e R$ 250 milhões.

Já as despesas relacionadas à combinação com a Cetip devem ficar entre R$ 45 milhões e R$ 65 milhões e os investimentos entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões. A B3 espera, a partir do ano 2021, capturar R$ 110 milhões por ano em sinergias de despesas resultantes diretamente da combinação de negócios entre BM&FBovespa e Cetip. Nos anos de 2018 a 2020, espera-se capturar R$ 100 milhões por ano em sinergias. 

Após recuar 0,16% em setembro (dado já revisado), a economia brasileira teve leve alta em outubro de 2018. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve avanço de 0,02% em outubro na comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal, informou há pouco a instituição.

O índice de atividade calculado pelo BC passou de 139,30 pontos para 139,33 pontos na série dessazonalizada no período. Este é o maior nível para o IBC-Br com ajuste apenas desde agosto (139,53 pontos).

A leve alta do IBC-Br ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam resultado entre -0,6% e elevação de 0,3%, mas ficou melhor que a mediana negativa de 0,10%.

Na comparação entre os meses de outubro de 2018 e outubro de 2017, houve alta de 2,99% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 140,90 pontos no décimo mês, após 136,81 pontos de outubro do ano passado.

O indicador de outubro de 2018 ante o mesmo mês de 2017 mostrou desempenho acima do apontado pela mediana, que indicava expansão de 2,50%, das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de 1,10% a 2,90%. O nível de 140,90 pontos é o melhor para meses de outubro desde 2014 (149,70 pontos).

Conhecido como uma espécie de "prévia do BC para o PIB", o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A previsão atual do BC para a atividade doméstica em 2018 é de avanço de 1,4%. 

A expectativa de alta para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano seguiu em 1,30%, conforme o Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central (BC). Há quatro semanas, a estimativa era de crescimento ligeiramente mais forte, de 1,36%. Para 2019, o mercado subiu marginalmente a previsão de alta do PIB, de 2,53% para 2,55%, ante 2,50% de um mês antes.

Em setembro, o BC havia reduzido sua projeção para o PIB em 2018, de 1,6% para 1,4%. Além disso, a instituição anunciou sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 2,4%. Essas atualizações foram feitas por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

No fim de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB cresceu 0,8% no terceiro trimestre, ante o segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre de 2017, houve alta de 1,3%.

No relatório Focus de hoje, a projeção para a produção industrial de 2018 cedeu ligeiramente, de 1,99% para 1,91%. Há um mês, estava em 2,19%. No caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial foi ajustada para cima, de 3,02% para 3,04%, ante 3,04% de quatro semanas antes.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2018 seguiu em 54,00%. Há um mês, estava no mesmo patamar. Para 2019, a expectativa passou de 56,50% para 56,40%, ante os 56,95% de um mês atrás. 


O IBOV opera de forma praticamente lateral nessa segunda-feira.

IBOV às 11h52: clique para ampliar.

Na última sessão descolou do exterior e mostrou resiliência.

Temos um harami, sinal de fundo sobre um ponto de clímax no diário.

O ponto alto seria o rompimento da máxima da semana passada: 88.385.







Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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