segunda-feira, 17 de setembro de 2018

BC prevê PIB de +1,6%


Bom dia, investidor!

IBC-BR (prévia do PIB) apontou maior desempenho em 3 anos >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta segunda-feira, com a disputa comercial entre Estados Unidos e China novamente no radar. No fim de semana, fontes ouvidas pelo Wall Street Journal afirmaram que o presidente americano, Donald Trump, pode anunciar tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses nos próximos dias, enquanto a China avaliaria a possibilidade de nem participar de novas negociações com Washington, no contexto atual. Nesse quadro, a Bolsa de Xangai fechou no menor patamar desde novembro de 2014, enquanto Tóquio não operou, devido a um feriado local no Japão.

A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 1,11%, em 2.651,79 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, teve queda de 1,54%, a 1.443,73 pontos, também na mínima de fechamento desde 2014.

Uma saída confusa e abrupta da União Europeia causaria sérios problemas para a economia do Reino Unido, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI) em relatório nesta segunda-feira. Em sua avaliação regular sobre a economia do país, o Fundo diz esperar que o Reino Unido cresça cerca de 1,5% neste ano e no próximo, contanto que Londres e Bruxelas cheguem aos termos do acordo para a saída da nação da UE, prevista para março de 2019.

O FMI afirma que um período de transição é essencial para evitar problemas nesse processo entre a saída e o início de uma nova relação econômica com o bloco. "O grande escopo de trabalho que ainda há e o tempo limitado antes da saída do Reino Unido da UE podem levar a preparações incompletas no dia da saída, mesmo diante dos esforços mais determinados", alerta.

O Fundo adverte que a saída do bloco sem um acordo sobre a retirada e a transição representaria "custos substanciais" para o Reino Unido e, em um tamanho menor, também para a UE. Nesse quadro, o FMI afirma que o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) deve esperar sinais mais claros de pressão inflacionária, antes de elevar os juros de novo.

Autoridades britânicas e europeias têm mostrado confiança na chance de um acordo nas próximas seis ou oito semanas. Investidores, porém, acreditam que o risco de uma saída sem um acordo tem aumentado. 

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulga nesta segunda-feira, às 11h, os resultados de mais uma pesquisa CNT/MDA de opinião. O levantamento traz as preferências eleitorais dos entrevistados em cenários para primeiro e segundo turnos de votação. Também traz a avaliação dos entrevistados sobre o governo federal o presidente Michel Temer.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Estados da Federação. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa está registrada sob o número BR-04362/2018.

A pesquisa será divulgada pelo site da CNT e nas redes sociais da entidade. 

O cobre opera em território negativo nesta manhã.

Às 9h35 (de Brasília), o cobre para três meses caía 0,39%, a US$ 5.882,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). O cobre para dezembro recuava 0,85%, a US$ 2,6235 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Na semana passada, o apetite por risco foi apoiado pelos sinais de que o governo Trump estava disposto a negociar novamente com a China. Agora, porém, parece que não deve haver mais diálogo no futuro próximo, alertam analistas do Commerzbank em nota. A China representa cerca da metade da demanda global por metais e há a visão crescente no mercado de metais de que as tarifas dos EUA têm sido um importante fator por trás de cerca perda de fôlego nos indicadores da China nos últimos meses.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco caía 0,4%, a US$ 2.303,50 a tonelada, o alumínio recuava 0,27%, a US$ 2.028,50 a tonelada, o estanho tinha queda de 0,66%, a US$ 18.920 a tonelada, o níquel operava em baixa de 0,85%, a US$ 12.310 a tonelada, e o chumbo caía 0,12%, a US$ 2.034,50 a tonelada. 

Os preços de petróleo avançam nesta segunda-feira, na esteira de um dólar mais fraco e expectativas continuadas de uma contração da oferta global.

Às 9h36 (de Brasília), o barril do WTI para outubro tinha 0,80%, a US$ 69,54, na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o Brent para novembro subia 0,82%, a US$ 78,73 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Os principais compradores do óleo bruto iraniano, como China e Índia, já começaram a reduzir importações, potencialmente apertando a oferta global. As exportações totais do país persa caíram 280 mil barris por dia (bpd) em agosto, para 1,9 milhão de bpd, de acordo com relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) publicado na semana passada.

Observadores do mercado de petróleo aguardam ainda a reunião de fim de semana na capital da Argélia entre os principais membros da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Rússia, em busca de sinais sobre se os aliados continuarão a elevar a produção para compensar as baixas no Irã. 

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,57% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou há pouco a instituição. A elevação ocorre depois de avanço de 3,42% em junho (dado já revisado), em movimento de recuperação após a greve dos caminhoneiros.

O índice de atividade calculado pelo BC passou de 138,17 pontos para 138,96 pontos na série dessazonalizada de junho para julho. Este é o maior patamar para o IBC-Br com ajuste desde outubro de 2015 (139,05 pontos).

A atividade em maio havia sido bastante prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros em todo o Brasil, verificada nas últimas semanas do mês. Em junho, o movimento arrefeceu e a atividade voltou a acelerar. Agora, em julho, mais uma vez, o indicador apresentou alta, embora em ritmo menor que o do mês anterior.

Na comparação entre os meses de julho de 2018 e julho de 2017, houve alta de 2,56% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 142,19 pontos em julho, ante 138,64 pontos de julho do ano passado.

O indicador de julho de 2018 ante o mesmo mês de 2017 veio dentro do intervalo das projeções, mas mostrou desempenho acima do apontado pela mediana (1,75%) de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Broadcast Projeções (0,80% a 2,90% de intervalo). O patamar de 142,19 pontos é o melhor para meses de julho desde 2015 (143,63 pontos).

Conhecido como uma espécie de "prévia do BC para o PIB", o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A previsão atual do BC para a atividade doméstica em 2018 é de avanço de 1,6%. 

O gráfico diário do IBOV aponta consecutivos testes da região de 74.875 semana passada, fortalecendo esse patamar de preços.

Hoje devemos ter uma abertura negativa, provavelmente com o mercado se aproximando dessa região.

A minha visão é que ela será novamente respeitada, impulsionando uma sessão de recuperação e fechamento positivo.

A cunha de baixa deverá ter uma das extremidades posta à prova nos próximos dias. Clique no gráfico para ampliar.



Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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