terça-feira, 28 de agosto de 2018

EUA + México trazem máximas históricas


Bom dia, investidor!

Após EUA + México, NY em forte alta; Ásia estável; >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, após mais um dia de recordes em Nova York na esteira de um novo acordo comercial entre americanos e mexicanos.

Ontem, os índices acionários S&P 500 e Nasdaq renovaram máximas históricas de fechamento em Nova York e o Dow Jones atingiu o maior patamar desde 1º de fevereiro com o anúncio de que EUA e México chegaram a um acordo comercial bilateral, após meses de negociações sobre o futuro do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). Clique no gráfico para ampliar.

A expectativa é que o pacto entre EUA e México dure 16 anos e seja revisado a cada seis anos. Espera-se ainda que o Canadá, eventualmente, integre também o acordo.

O acerto vem num momento em que os EUA, maior potência global, tentam superar divergências comerciais com a China, segunda maior economia do mundo. Nos últimos meses, Washington impôs tarifas a bilhões de dólares em produtos chineses, levando Pequim a retaliar contra bens americanos na mesma proporção.

Embora o viés positivo tenha prevalecido hoje na Ásia, o Xangai Composto, principal índice acionário chinês, encerrou o dia com baixa marginal de 0,10%, a 2.777,98 pontos, depois de acumular ganhos nos três pregões anteriores. O menos abrangente Shenzhen Composto, por outro lado, subiu 0,07%, a 1.497,70 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,28%, a 28.351,62 pontos.

Em outras partes da região asiática, o japonês Nikkei teve ligeira alta de 0,06% em Tóquio, a 22.813,47 pontos, garantindo a sexta sessão positiva graças ao bom desempenho de ações de montadoras, enquanto o sul-coreano Kospi subiu 0,17% em Seul, a 2.303,12 pontos, em seu oitavo pregão de ganhos, e o Taiex avançou 0,80% em Taiwan, a 10.989,55 pontos, impulsionado por grandes empresas de tecnologia.

Os contratos futuros de cobre operam em alta na manhã desta terça-feira, com investidores reagindo a uma queda nos estoques do metal e a sinais de avanço nas negociações comerciais entre EUA e México.

Às 9h30 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 1,11%, a US$ 6.136,50 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em setembro avançava 1,02%, a US$ 2,7360 por libra-peso.

Entre outros metais básicos na LME, o tom era igualmente positivo. Também às 7h (de Brasília), o zinco tinha alta de 0,67%, a US$ 2.542,00 por tonelada, o alumínio subia 1,92%, a US$ 2.142,00 por tonelada, o estanho avançava 0,53%, a US$ 19.125,00 por tonelada, o níquel aumentava 0,34%, a US$ 13.465,00 por tonelada, e o chumbo ganhava 0,84%, a US$ 2.096,00 por tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam em alta na manhã desta terça-feira, na esteira de um acordo comercial fechado entre EUA e México, sustentados por um dólar enfraquecido e à espera das pesquisas mais recentes sobre estoques americanos.

Às 9h47 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para outubro subia 0,60% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 76,67, enquanto o WTI para o mesmo mês avançava 0,04% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 68,90.

O petróleo é até certo ponto sustentado também pela fraqueza do dólar nos negócios da manhã, fator que torna a commodity mais atraente para operadores que utilizam outras divisas.

Há expectativas também para os últimos números sobre estoques americanos de petróleo. O American Petroleum Institute (API) divulga sua pesquisa semanal no fim da tarde de hoje. Analistas consultados pela Trading Economics preveem que o API apontará um aumento de 610 mil barris no volume de petróleo bruto estocado nos EUA na última semana. Já a sondagem oficial, do Departamento de Energia (DoE), está prevista para amanhã. 

Devido ao impasse jurídico referente à campanha do PT à Presidência da República, o Estado decidiu suspender a sabatina com o candidato a vice pelo partido, Fernando Haddad, que estava marcada originalmente para a próxima quinta-feira.

No momento em que a questão estiver resolvida na Justiça Eleitoral, uma nova data será agendada para entrevistar o candidato do PT ao Planalto.

A série Estadão-Faap Sabatinas com os Presidenciáveis continua hoje com mais duas entrevistas: às 10h, João Amoêdo, candidato do Partido Novo, responderá a perguntas dos jornalistas do Estado. Às 14h, será a vez de Marina Silva, da Rede.

Os dois eventos, gratuitos e restritos a convidados, terão transmissão ao vivo pelos sites do Estado e da Faap e pelos canais do jornal e da fundação nas redes sociais.

A série de sabatinas continua na semana que vem, com os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT), em 4 de setembro; Henrique Meirelles (MDB), no dia 5; e Geraldo Alckmin (PSDB), no dia 6. As três entrevistas serão realizadas sempre das 10h às 12h.

A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) recusou o convite do Estado e da Faap para participar da série de sabatinas. 

O gráfico diário do IBOV mostra uma simetria em V, com alvo em 78.740.

Ontem tivemos uma movimentação curiosa, sendo um marobuzu com baixo volume, porém capaz de romper a MM21 e ainda acionar um pivot de alta ao vencer 77.230.

A minha expectativa para hoje é de um pregão morno, com alta moderada, com provável toque do alvo da simetria na sessão de amanhã.

Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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