sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Eleições e Argentina aumentam tensão


Bom dia, investidor!

Com o começo da campanha na TV, IBOV perdeu 2.5% ontem; Argentina em dificuldades soma tensão >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, seguindo o tom negativo dos mercados acionários de Nova York, que ontem caíram e interromperam uma sequência de quatro pregões de valorização, após relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, teria apoiado proposta de seguir adiante com tarifas sobre mais uma leva de produtos chineses, o que azedaria ainda mais a disputa comercial entre Washington e Pequim.

Na China, o índice Xangai Composto recuou 0,46% hoje, a 2.725,25 pontos, em sua quarta sessão negativa, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 1,08%, a 1.451,38 pontos. No fechamento de agosto, Shanghai e Shenzhen amargaram perdas de 5,25% e 8%, respectivamente.

Ontem, a Bloomberg TV noticiou que Trump teria dito a assessores que estaria disposto a aplicar tarifas a mais US$ 200 bilhões em bens chineses já na próxima semana. Segundo a Bloomberg, porém, Trump ainda não tomou uma decisão final sobre o assunto. A Casa Branca não se pronunciou a respeito.

O rumor vem num momento em que os EUA aparentemente congelaram o diálogo comercial com a China, ao mesmo tempo em que tenta reformular o Tratado Norte-americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). Os EUA anunciaram um acordo bilateral com o México esta semana e segue em negociações para um possível acerto com o Canadá.

O sentimento de aversão a risco na Ásia acabou deixando em segundo plano dados moderadamente favoráveis sobre a atividade econômica da China. Números oficiais, divulgados no fim da noite de ontem, mostraram que o índice de gerentes de compras (PMI na sigla em inglês) industrial chinês subiu de 51,2 em julho para 51,3 em agosto, enquanto o PMI de serviços aumentou de 54 para 54,2 na mesma comparação. Leituras acima de 50 sugerem expansão de atividade.

Em outras partes da região asiática, o japonês Nikkei teve baixa marginal de 0,02% hoje em Tóquio, a 22.865,15 pontos, depois de avançar por oito pregões consecutivos, o Hang Seng registrou queda de 0,98% em Hong Kong, a 27.888,55 pontos, e o Taiex cedeu 0,27% em Taiwan, a 11.063,94 pontos. A bolsa sul-coreana foi exceção e o Kospi subiu 0,67% em Seul, a 2.322,88 pontos, graças em parte à blue chip Samsung Electronics (+1,7%). Como se previa, o Banco Central da Coreia do Sul decidiu ontem à noite manter sua taxa básica de juros inalterada em 1,5%.

Os contratos futuros de petróleo operam em baixa na manhã desta sexta-feira, sujeitos a realização de lucros depois de avançarem em sessões recentes e em meio a preocupações com a crescente disputa comercial entre EUA e China.

Às 9h50 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para novembro caía 0,58% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 77,57, enquanto o do WTI para outubro recuava 0,71% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 69,75.

Nas duas sessões anteriores, o petróleo acumulou ganhos de mais de 2% em reação aos últimos números sobre estoques dos EUA, que foram amplamente favoráveis.

Os contratos futuros de cobre operam em queda na manhã desta sexta-feira em meio às contínuas tensões entre Estados Unidos e China, que falaram mais alto do que dados econômicos chineses melhores do que o esperado.

Por volta das 9h55 (de Brasília), o cobre para entrega em dezembro caía 0,37%, para US$ 2,7075 por libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Já na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses recuava 0,30%, para US$ 6.057,00.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco subia 1,70%, para US$ 2.506,00 por tonelada; o alumínio avançava 0,92%, para US$ 2.148,00 por tonelada; o estanho perdia 0,71%, para US$ 18.935,00 por tonelada; o níquel cedia 1,43%, para 13.120,00 por tonelada e o chumbo tinha baixa de 0,72%, para US$ 2.090,00 por tonelada. 

candidato do Novo à Presidência, João Amoêdo, vai usar seu primeiro comercial de 30 segundos na estreia do horário eleitoral da TV para criticar a classe política e seus privilégios.

Ao todo, o candidato terá apenas 8 inserções entre amanhã e o dia 4 de outubro, quando termina a propaganda obrigatória.

"Vamos mudar tudo que está aí. A mudança que a gente quer não virá dos políticos que a gente tem. Chega de privilégio, mordomia e dinheiro público para essa turma que há anos rouba nosso futuro. Esse dinheiro tem que ir para saúde, educação ou de volta para o seu bolso", diz o presidenciável.

O material já foi enviado às emissoras de TV e será exibido no período da noite.

Nos blocos fixos do horário eleitoral, Amoêdo terá apenas 5 segundos. A ideia, segundo seus auxiliares, é usar o tempo para protestar contra o horário eleitoral e o Fundo Partidário. 

A alta de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano foi a sexta seguida na série com ajuste sazonal. Com o avanço, o PIB está no mesmo nível do primeiro semestre de 2011, mas 6% abaixo de seu ponto máximo, registrado no primeiro trimestre de 2014, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

PIB de serviços (0,3%) e o consumo das famílias (0,1%) também registraram a sexta alta seguida na série com ajuste sazonal.

O gráfico diário do IBOV mostra uma possível formação de um padrão de reversão denominado OCOI (ombro-cabeça-ombro-invertido). Clique no gráfico para ampliar.

Deixei circulados no gráfico abaixo a cabeça e os ombros.

A abertura ocorre em leve alta, após o benchmark derreter na véspera.

Se assim seguir, o que penso ser o caminho mais provável, teremos um forte sinal de fundo.

O mercado vai operar atento aos desdobramentos na Argentina, pesquisa eleitoral (10h30) e decisão do TSE sobre a candidatura do ex-presidente Lula.



Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

IBOV em baixa moderada tenta manter 78.000


Bom dia, investidor!

IBOV mostra a simetria em "V" plenamente cumprida, com o seu alvo (78.740) alcançado >>> LEIA MAIS >>>

IBOV intra até agora 10:50 - clique para ampliar

As bolsas asiáticas apagaram ganhos do começo do pregão e encerraram os negócios desta quinta-feira majoritariamente no vermelho, com os mercados chineses pressionados por riscos ligados às desavenças comerciais entre China e EUA e ignorando sinais de redução das tensões na América do Norte.

Principal índice acionário da China, o Xangai Composto recuou 1,14% hoje, a 2.737,74 pontos, em seu terceiro pregão negativo. Já o menos abrangente Shenzhen Composto, formado em boa parte por empresas chinesas menores, caiu 1,48%, a 1.467,18 pontos.

Ontem, líderes dos EUA e Canadá demonstraram otimismo de que conseguirão cumprir a meta de concluir negociações para reformular o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês) até esta sexta-feira (31), dias depois de americanos e mexicanos anunciarem um acordo comercial bilateral.

Segundo analistas, porém, investidores continuam preocupados com o fato de que EUA e China parecem não ter avançado recentemente em discussões para superar suas disputas comerciais. No próximo mês, Washington poderá impor tarifas a mais US$ 200 bilhões em produtos chineses.

Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi caiu 0,07% em Seul, a 2.307,35 pontos, interrompendo uma sequência de nove sessões positivas, mas ações de siderúrgicas subiram com notícia de que os EUA vão aliviar alíquotas de importação de aço para a Coreia do Sul, enquanto o Hang Seng teve queda de 0,89% em Hong Kong, a 28.164,05 pontos, e o Taiex registrou perda marginal de 0,05% em Taiwan, a 11.093,75 pontos.

A exceção foi o japonês Nikkei, que apresentou ligeira alta de 0,09% em Tóquio, a 22.869,50 pontos, garantindo seu oitavo pregão de ganhos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um alívio nas cotas de importação de aço para o Brasil e outros parceiros comerciais, conforme apurou a agência de notícias Reuters. Citando o Departamento de Comércio dos Estados Unidos, a agência informou que o aço brasileiro, da Coreia do Sul e da Argentina, além do alumínio argentino receberão alívio nas cotas de importação.

Até então, as exportações brasileiras de aço semiacabado estavam sujeitas a uma cota baseada na média vendida para os norte-americanos de 2015-2017, já a exportação de aço acabado estava limitada à cota de 70% da média desses anos. Com o anúncio de ontem, na prática, as empresas americanas ficam autorizadas a comprar os produtos desses três países sem pagar a sobretaxa mesmo que a cota seja ultrapassada.

Na Coreia, as ações de empresas do setor, como a Hyundai Steel e a Posco, dispararam após a notícia. 

Os contratos futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York na manhã desta quinta-feira, em meio a persistentes tensões comerciais entre EUA e China.

Por volta das 9h45 (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,66%, a US$ 6.051,50 por tonelada, apagando parte dos ganhos da semana passada e acumulando perdas de 0,3% nesta semana.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para dezembro caía 0,82%, a US$ 2,7140 por libra-peso.

Nos últimos meses, investidores dos mercados de metais têm se preocupado com as desavenças comerciais entre Washington e Pequim e com indicadores econômicos mais fracos do que o esperado da China, maior consumidor mundial de cobre e outros metais básicos.

Entre outros metais básicos na LME, não havia direção única. Também às 7h15 (de Brasília), o zinco diminuía 0,2%, a US$ 2.516,00 por tonelada, o alumínio subia 0,33%, a US$ 2.140,00 por tonelada, o estanho avançava 0,18%, a US$ 19.120,00 por tonelada, o níquel cedia 0,84%, a US$ 13.520,00 por tonelada, e o chumbo aumentava 0,36%, a US$ 2.083,50 por tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam em alta na manhã desta quinta-feira, ampliando ganhos de cerca de 1,5% da sessão anterior e atingindo os maiores patamares desde o início de julho, ainda impulsionados pelos números mais recentes sobre os estoques dos EUA.

Ontem, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano estimou que o volume de petróleo bruto estocado nos EUA sofreu queda de quase 2,6 milhões de barris na semana passada, bem maior do que a redução de 1 milhão de barris prevista por analistas. Além disso, o DoE apontou recuos inesperados nos estoques de gasolina e de destilados.

Às 9h52 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para novembro subia 0,65% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 77,96, enquanto o do WTI para outubro avançava 0,58% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 69,91.

As exportações iranianas de petróleo já vêm diminuindo em ritmo mais forte do que o esperado. Funcionários da estatal National Iranian Oil estimam que os embarques da commodity recuarão para cerca de 1,5 milhão de barris por dia em setembro, ante 2,3 milhões de barris diários em junho.

O gráfico diário do IBOV mostra a simetria em "V" citada há alguns dias plenamente cumprida, com o seu alvo (78.740) alcançado.

Pois bem, agora o desafio é romper e trabalhar acima de 78.740, tornando esse ponto um suporte capaz de sustentar a continuidade da alta no curto prazo.

Não será tarefa fácil para os touros, uma vez que a região concentra um importante topo marcado no início de junho (78.890) e 78.570, mínima cravada dia 02/08.

A abertura deverá ser em baixa moderada, sendo os 78.000 um ponto decisivo entre o território comprador ou vendedora nessa quinta-feira.


Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Bovespa segura suporte


Bom dia, investidor!

IBOV firme acima de suporte de curto prazo e acima das médias >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, enquanto investidores continuam acompanhando os desdobramentos de negociações comerciais dos EUA com seus principais parceiros.

O índice japonês Nikkei subiu 0,15% em Tóquio hoje, a 22.848,22 pontos, renovando máxima em dois anos e meio e garantindo o sétimo pregão seguido consecutivo, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,26% em Seul, a 2.309,03 pontos, em sua nona sessão consecutiva de ganhos, o Hang Seng teve alta de 0,23% em Hong Kong, a 28.416,44 pontos, e o Taiex se valorizou 1% em Taiwan, a 11.099,57 pontos.

Ontem, a ministra de Relações Exteriores do Canadá, Chrystia Freeland, chegou a Washington para retomar discussões sobre como reformular o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês), um dia depois de EUA e México anunciarem um acordo comercial bilateral.

Embora haja sinais de avanço nas discussões da América do Norte, é mais incerta a situação das disputas comerciais entre EUA e China. Na semana passada, conversas entre autoridades americanas e chinesas, também em Washington, terminaram sem aparente progresso.

Nos últimos meses, os EUA impuseram tarifas a bilhões de dólares em produtos chineses, levando Pequim a retaliar contra bens americanos na mesma proporção.

Em meio às incertezas no âmbito comercial, os mercados chineses contrariaram o viés positivo na Ásia. O índice Xangai Composto recuou 0,31%, a 2.769,29 pontos, em seu segundo pregão negativo, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,56%, a 1.489,29 pontos.

Os contratos futuros de cobre operam em baixa, pressionados pela tendência de valorização do dólar nos negócios da manhã desta quarta-feira.

Por volta das 9h40 (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,67%, a US$ 6.092,50 por tonelada, reduzindo ganhos acumulados desde o começo da semana a 0,4%.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para dezembro caía 1,02%, a US$ 2,7305 por libra-peso.

O índice DXY do dólar está se fortalecendo levemente nesta manhã, o que torna o cobre menos atraente para investidores que utilizam outras moedas.

Entre outros metais básicos na LME, não havia direção única. No horário citado acima, o zinco tinha baixa de 0,2%, a US$ 2.516,00 por tonelada, o alumínio subia 0,33%, a US$ 2.140,00 por tonelada, o estanho avançava 0,18%, a US$ 19.120,00 por tonelada, o níquel cedia 0,84%, a US$ 13.520,00 por tonelada, e o chumbo aumentava 0,36%, a US$ 2.083,50 por tonelada. 

Os futuros de petróleo operam em alta na manhã desta quarta-feira, à espera de novos dados sobre os estoques dos EUA.

No fim da tarde de ontem, a associação de refinarias conhecida como American Petroleum Institute (API) estimou que o volume de petróleo bruto estocado nos EUA teve um modesto aumento de 40 mil barris na última semana. Apesar da alta, o resultado veio bem abaixo da expectativa de analistas consultados pela Trading Economics, que previam acréscimo de 610 mil barris.

Nas próximas horas, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano publica a sondagem oficial, que inclui números de produção. Economistas ouvidos pelo The Wall Street Journal calculam que o DoE apontará redução de 1 milhão de barris no estoques de petróleo bruto dos EUA da semana passada.

Às 9h44 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para novembro subia 0,45% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 76,63, enquanto o do WTI para outubro recuava 0,72% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 69,02.

Investidores também acompanham as exportações de petróleo do Irã, que têm diminuído em ritmo mais forte do que o esperado antes da entrada em vigor de sanções dos EUA, em novembro. Funcionários da estatal National Iranian Oil estimam que os embarques da commodity recuarão para cerca de 1,5 milhão de barris por dia em setembro, ante 2,3 milhões de barris diários em junho.

Em maio, o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu retirar seu país do acordo internacional de 2015 destinado a restringir o programa nuclear do Irã, abrindo o caminho para Washington restabelecer sanções contra o regime iraniano. 

O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) avançou a uma taxa anualizada de 1,9% no segundo trimestre, após ajustes sazonais, informou nesta quarta-feira o Departamento do Comércio. Esta é segunda leitura do dado.

No primeiro trimestre de 2018, o PCE subiu à taxa anualizada de 2,5%.

O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, teve alta de 2,0% no segundo trimestre. No primeiro trimestre, o núcleo avançou 2,3%.

Na primeira leitura do dado do segundo trimestre, o índice de preços de gastos com consumo tinha sido de alta de 1,8%. Já o núcleo permaneceu no mesmo valor.

O PCE é a medida preferida de inflação do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e é um elemento importante para as tomadas de decisão sobre a política monetária no país.

Além disso, os gastos de consumidores, que correspondem a mais de dois terços da produção econômica dos EUA, subiram à taxa anualizada de 3,8% no segundo trimestre de 2018, ante 4,0% registrados na primeira leitura do indicador. 

Os bens de capital ficaram 1,57% mais caros na porta de fábrica em julho, segundo os dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui a indústria extrativa e de transformação, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ocorre após os preços terem subido 1,00% em junho.

Os bens intermediários registraram avanço de 1,56% nos preços em julho ante uma alta de 2,86% em junho.

Já os preços dos bens de consumo subiram 0,25% em julho, depois de uma elevação de 1,55% em junho. Dentro dos bens de consumo, os bens duráveis tiveram alta de 0,43% em julho ante aumento de 0,36% no mês anterior. Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis encareceram 0,19% em julho, após a alta de 1,92% registrada em junho. 

Clique no gráfico para ampliar

O gráfico diário do IBOV mostra o benchmark acima das médias, que serviram como suporte na sessão de ontem.

Isso deve dar sustentação aos preços no curto prazo, com expectativa positiva para hoje e amanhã, pelo menos.

A prova de fogo será ao redor de 78.740, região chave para as projeções de preço nesse momento.

Circulei em azul o topo marcado no início de junho e depois o fundo que tivemos no início de agosto.





Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
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terça-feira, 28 de agosto de 2018

EUA + México trazem máximas históricas


Bom dia, investidor!

Após EUA + México, NY em forte alta; Ásia estável; >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, após mais um dia de recordes em Nova York na esteira de um novo acordo comercial entre americanos e mexicanos.

Ontem, os índices acionários S&P 500 e Nasdaq renovaram máximas históricas de fechamento em Nova York e o Dow Jones atingiu o maior patamar desde 1º de fevereiro com o anúncio de que EUA e México chegaram a um acordo comercial bilateral, após meses de negociações sobre o futuro do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). Clique no gráfico para ampliar.

A expectativa é que o pacto entre EUA e México dure 16 anos e seja revisado a cada seis anos. Espera-se ainda que o Canadá, eventualmente, integre também o acordo.

O acerto vem num momento em que os EUA, maior potência global, tentam superar divergências comerciais com a China, segunda maior economia do mundo. Nos últimos meses, Washington impôs tarifas a bilhões de dólares em produtos chineses, levando Pequim a retaliar contra bens americanos na mesma proporção.

Embora o viés positivo tenha prevalecido hoje na Ásia, o Xangai Composto, principal índice acionário chinês, encerrou o dia com baixa marginal de 0,10%, a 2.777,98 pontos, depois de acumular ganhos nos três pregões anteriores. O menos abrangente Shenzhen Composto, por outro lado, subiu 0,07%, a 1.497,70 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,28%, a 28.351,62 pontos.

Em outras partes da região asiática, o japonês Nikkei teve ligeira alta de 0,06% em Tóquio, a 22.813,47 pontos, garantindo a sexta sessão positiva graças ao bom desempenho de ações de montadoras, enquanto o sul-coreano Kospi subiu 0,17% em Seul, a 2.303,12 pontos, em seu oitavo pregão de ganhos, e o Taiex avançou 0,80% em Taiwan, a 10.989,55 pontos, impulsionado por grandes empresas de tecnologia.

Os contratos futuros de cobre operam em alta na manhã desta terça-feira, com investidores reagindo a uma queda nos estoques do metal e a sinais de avanço nas negociações comerciais entre EUA e México.

Às 9h30 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 1,11%, a US$ 6.136,50 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em setembro avançava 1,02%, a US$ 2,7360 por libra-peso.

Entre outros metais básicos na LME, o tom era igualmente positivo. Também às 7h (de Brasília), o zinco tinha alta de 0,67%, a US$ 2.542,00 por tonelada, o alumínio subia 1,92%, a US$ 2.142,00 por tonelada, o estanho avançava 0,53%, a US$ 19.125,00 por tonelada, o níquel aumentava 0,34%, a US$ 13.465,00 por tonelada, e o chumbo ganhava 0,84%, a US$ 2.096,00 por tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam em alta na manhã desta terça-feira, na esteira de um acordo comercial fechado entre EUA e México, sustentados por um dólar enfraquecido e à espera das pesquisas mais recentes sobre estoques americanos.

Às 9h47 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para outubro subia 0,60% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 76,67, enquanto o WTI para o mesmo mês avançava 0,04% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 68,90.

O petróleo é até certo ponto sustentado também pela fraqueza do dólar nos negócios da manhã, fator que torna a commodity mais atraente para operadores que utilizam outras divisas.

Há expectativas também para os últimos números sobre estoques americanos de petróleo. O American Petroleum Institute (API) divulga sua pesquisa semanal no fim da tarde de hoje. Analistas consultados pela Trading Economics preveem que o API apontará um aumento de 610 mil barris no volume de petróleo bruto estocado nos EUA na última semana. Já a sondagem oficial, do Departamento de Energia (DoE), está prevista para amanhã. 

Devido ao impasse jurídico referente à campanha do PT à Presidência da República, o Estado decidiu suspender a sabatina com o candidato a vice pelo partido, Fernando Haddad, que estava marcada originalmente para a próxima quinta-feira.

No momento em que a questão estiver resolvida na Justiça Eleitoral, uma nova data será agendada para entrevistar o candidato do PT ao Planalto.

A série Estadão-Faap Sabatinas com os Presidenciáveis continua hoje com mais duas entrevistas: às 10h, João Amoêdo, candidato do Partido Novo, responderá a perguntas dos jornalistas do Estado. Às 14h, será a vez de Marina Silva, da Rede.

Os dois eventos, gratuitos e restritos a convidados, terão transmissão ao vivo pelos sites do Estado e da Faap e pelos canais do jornal e da fundação nas redes sociais.

A série de sabatinas continua na semana que vem, com os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT), em 4 de setembro; Henrique Meirelles (MDB), no dia 5; e Geraldo Alckmin (PSDB), no dia 6. As três entrevistas serão realizadas sempre das 10h às 12h.

A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) recusou o convite do Estado e da Faap para participar da série de sabatinas. 

O gráfico diário do IBOV mostra uma simetria em V, com alvo em 78.740.

Ontem tivemos uma movimentação curiosa, sendo um marobuzu com baixo volume, porém capaz de romper a MM21 e ainda acionar um pivot de alta ao vencer 77.230.

A minha expectativa para hoje é de um pregão morno, com alta moderada, com provável toque do alvo da simetria na sessão de amanhã.

Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

FED impulsionou NY na sexta e Ásia hoje


Bom dia, investidor!

FED mantém juros, NY melhora na sexta e Ásia teve alta generalizada >>> LEIA MAIS >>>


As bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada nesta segunda-feira [ clique no mapa para ampliar ], em meio à boa acolhida de investidores a medidas da China para conter uma recente tendência de desvalorização do yuan.

No fim da semana passada, o banco central chinês (PBoC, pela sigla em inglês) anunciou que reintroduziu neste mês o chamado "fator contracíclico" para determinar a chamada taxa de paridade do yuan ante o dólar, de forma a impedir que a moeda do país se deprecie de forma muito acentuada.

A iniciativa do PBoC não apenas tem o objetivo de conter saídas de capital, como também neutralizar críticas dos EUA de que a China estaria buscando enfraquecer sua divisa propositalmente, como parte das atuais disputas comerciais com Washington.

Principal índice acionário chinês, o Xangai Composto subiu 1,89% hoje, a 2.780,90 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,49%, a 1.496,71 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng saltou 2,17%, a 28.271,27 pontos.

O tom positivo na Ásia também veio na esteira do bom desempenho dos mercados acionários de Nova York, que na sexta-feira (24) renovaram máximas históricas após o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, afirmar em discurso que o ritmo gradualista de aumento de juros nos EUA será mantido.

Em outras partes da região asiática, o japonês Nikkei teve alta de 0,88% em Tóquio nesta segunda, a 22.799,64 pontos, em seu quinto pregão consecutivo de ganhos; o sul-coreano Kospi subiu 0,27% em Seul, a 2.299,30 pontos, na sétima sessão seguida de valorização; e o Taiex avançou 0,86% em Taiwan, a 10.902,21 pontos.

O lucro de grandes empresas industriais da China perdeu força em julho, em meio à queda da inflação aos produtores e alta dos custos de matérias primas.

Dados do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, pela sigla em inglês) mostram que o lucro do segmento industrial chinês subiu 16,2% em julho ante igual mês do ano passado, depois de avançar em ritmo mais acentuado em junho, de 20%.

Entre janeiro e julho, o lucro industrial na China teve expansão de 17,1% na comparação anual, acréscimo similar ao de 17,2% observado no primeiro semestre.

No acumulado do ano, destacaram-se particularmente as áreas de refino, siderurgia e materiais de construção, que responderam por mais da metade dos lucros. 

O índice de sentimento das empresas da Alemanha subiu de 101,7 em julho para 103,8 em agosto, segundo pesquisa divulgada hoje pelo instituto alemão Ifo. O resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam leve avanço do indicador, a 101,9.

"A economia alemã está mostrando desempenho robusto", avaliou Clemens Fuest, presidente do Ifo, prevendo que o Produto Interno Bruto (PIB) da maior economia europeia irá crescer 0,5% no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores.

O chamado índice de condições atuais do Ifo avançou de 105,4 em julho para 106,4 em agosto, enquanto o índice de expectativas econômicas aumentou de 98,2 para 101,2.

A pesquisa mensal do Ifo envolve cerca de 9.000 empresas dos setores de manufatura, serviços, comércio e construção. 

Os preços do petróleo operam próximo a estabilidade nesta segunda-feira, em dia de feriado no Reino Unido, com os investidores de olho nas disputadas comerciais entre os EUA e a China e uma reunião informal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Além disso, queda dos estoques da commodity nos EUA na semana passada e recuo no número de plataformas americanas contribuem para viés de alta.

Às 9h50 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para outubro subia 0,03% no pregão eletrônico na ICE, a US$ 75,84, enquanto o WTI para o mesmo mês caía 0,03% na Nymex, a US$ 68,70. O volume de negociações deverá ser limitado devido a um feriado no Reino Unido.

A queda recente nos estoques de petróleo dos EUA - de baixa de 5,836 milhões na semana passada - e redução de nove plataformas em atividade nos EUA, de acordo com dados da Baker Hughes, têm limitado as perdas nos preços da matéria-prima.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,37% na terceira quadrissemana de agosto, desacelerando em relação à alta de 0,47% verificada na segunda quadrissemana deste mês, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na terceira prévia de agosto, subiram com menos vigor os segmentos de Habitação (de 1,68% na segunda quadrissemana para 1,40% na terceira quadrissemana), Saúde (de 1,22% para 1,09%) e Educação (de 0,22% para 0,04%). Além disso, a deflação se intensificou nos casos de Alimentação (de -0,48% para -0,70%) e Transportes (de -0,43% para -0,48%).

Por outro lado, ganharam força os itens Despesas Pessoais (de 0,37% para 0,83%) e Vestuário (de 0,00% para 0,04%).

O presidenciável João Amoêdo (Novo) defendeu as principais medidas adotadas pelo governo Michel Temer no âmbito econômico em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, na madrugada desta segunda-feira, 27. Ele disse que, se eleito presidente, vai manter a PEC do Teto de Gastos, a reforma trabalhista e a possibilidade de terceirização da atividade-fim das empresas.

Sobre o teto de gastos, Amoêdo disse apenas que o "erro estratégico" do governo foi não ter feito a reforma da Previdência antes, o que pode tornar o limite imposto pela PEC sem sentido. A mudança das regras da aposentadoria será encaminhada ao Congresso nos primeiros dias do seu eventual mandato, segundo ele, assim como reformas tributária, administrativa e política.

O candidato também voltou a repetir que quer cortar privilégios. Por causa disso, "não vai morar em palácio ou usar cartão corporativo" e só vai usar os aviões da FAB em viagens oficiais. Seu ministério, caso eleito, será composto apenas por 12 pastas, que serão chefiadas por nomes técnicos, acrescentou.

Questionado sobre a baixa representatividade do Novo, que não tem não nenhum parlamentar no Congresso, Amoêdo disse que percebeu, após a criação da sigla, em 2010, que o sistema atual não visa a ajudar o povo, mas a perpetuar aqueles que já estão no poder. "Queremos trazer gente nova." Segundo ele, na próxima eleição, o Novo já terá ao menos cinco parlamentares, o que o credenciará a participar dos debates presidenciais.

Ele repetiu que o Novo não usa fundo partidário e eleitoral e criticou as coligações realizadas só para conseguir tempo de TV

A expectativa de alta para o PIB este ano passou de 1,49% para 1,47%, conforme o Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central. Há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,50%. Para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do PIB de 2,50%, igual ao visto quatro semanas atrás.

No fim de julho, o BC reduziu sua projeção para o PIB em 2018, de 2,6% para 1,6%. A instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano. Em 20 de julho, o Ministério do Planejamento também atualizou sua projeção, de 2,5% para 1,6%.

Há duas semanas, foi a vez de o Banco Central informar que seu Índice de Atividade (IBC-Br) subiu 3,29% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal. No acumulado do segundo trimestre, o indicador recuou 0,99%, impactado pela greve dos caminhoneiros.

No relatório Focus de hoje, a projeção para a produção industrial de 2018 foi de alta de 2,73% para elevação de 2,61%. Há um mês, estava em 2,91%. No caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,00%, igual ao verificado quatro semanas antes.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2018 permaneceu em 54,25%. Há um mês, estava em 54,90%. Para 2019, a expectativa foi de 57,70% para 57,40%, ante os 58,00% de um mês atrás. 

O IBOV tem uma abertura em leve alta nessa segunda-feira, refletindo o bom humor externo.

O suporte imediato fica na região de 75.900.

Para a compra, o ponto alto seria o rompimento da máxima da semana anterior (77.235), onde também se encontra a média móvel de 21 períodos.

Nota-se uma possível simetria em "V" no gráfico diário, que projeta alvo em 78.740 no curto prazo.



Bons negócios!




Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Bovespa em alta com muita volatilidade


Bom dia, investidor!

Briga intensa entre ursos e touros; estrangeiros bem comprados apostam nos touros; IBOV agora às 10h40: clique para ampliar >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, em meio à falta de sinais de avanço no impasse comercial entre EUA e China.

Autoridades das duas maiores economias do mundo encerraram dois dias de conversas ontem, em Washington, sem apresentar qualquer evidência de progresso no sentido de resolver suas desavenças comerciais. Também ontem, os EUA foram adiante com o plano de impor tarifas de 25% a mais US$ 16 bilhões em produtos chineses, levando Pequim a retaliar com tarifação idêntica contra bens americanos de valor equivalente.

Na China continental, o índice Xangai Composto terminou o dia com alta de 0,18%, a 2.729,43 pontos, após mais um pregão volátil, mas o menos abrangente Shenzhen Composto, que é em boa parte formado por pequenas empresas de tecnologia, caiu 0,23%, a 1.460,33 pontos. Ao longo da semana, Xangai e Shenzhen acumularam ganhos de 2,3% e de mais de 1%, respectivamente.

Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,85%, a 22.601,77 pontos. Com isso, o índice japonês fechou a semana com valorização de 1,49%, depois de ficar no vermelho nas três semanas anteriores. No fim da noite de ontem, dados oficiais mostraram que a taxa anual do núcleo da inflação do Japão ficou em 0,8% em julho, ainda bem abaixo da meta do banco central japonês (BoJ), de 2%.

O cobre opera em alta nesta sexta-feira, recuperando-se de quedas da semana passada. O metal é apoiado pelo dólar mais fraco em geral, com investidores ainda à espera de eventuais novidades no diálogo entre Estados Unidos e China sobre comércio.

Às 9h43 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,9%, a US$ 6.020 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 7h54, o cobre para setembro avançava 0,75%, a US$ 2,6745 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

O dólar mais fraco torna as commodities, negociadas nessa moeda, mais baratas para os detentores de outras divisas. Isso tende a apoiar a demanda.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco subia 1,7%, a US$ 2.507 a tonelada, o alumínio avançava 0,82%, a US$ 2.086,50 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,29%, a US$ 19.045 a tonelada, o níquel subia 0,6%, a US$ 13.320 a tonelada, e o chumbo avançava 0,97%, a US$ 2.080 a tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam em alta de mais de 1% na manhã desta sexta-feira, beneficiados pela fraqueza do dólar e sinais de restrições à oferta da commodity.

Às 9h55 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para outubro subia 1,32% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 75,72, enquanto o WTI para o mesmo mês avançava 1,30% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 68,71.

O índice DXY do dólar se enfraquece nos negócios da manhã, tornando o petróleo mais atraente para operadores que utilizam outras moedas.

Além disso, há indícios de que a oferta de petróleo do Irã começa a diminuir como resultado da retomada de sanções dos EUA ao regime iraniano. Segundo Richard Mallinson, da Energy Aspects, as exportações iranianas de petróleo diminuíram para menos de 2 milhões de barris por dia desde o começo de agosto, ante uma média anterior de 2,6 milhões a 2,8 milhões de barris diários.

Em maio, o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu retirar os EUA do acordo internacional fechado em 2015 para conter o programa nuclear do Irã, levando à reintrodução de sanções econômicas contra Teerã.

Nas próximas horas, investidores do mercado de petróleo ficarão atentos a um discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, durante o simpósio anual de Jackson Hole, em Wyoming. Em entrevista publicada nesta semana, Trump criticou a campanha de elevação de juros do Fed. 

A confiança do consumidor caiu 0,4 ponto em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, informou há pouco a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) passou de 84,2 pontos em julho para 83,8 pontos em agosto. Em julho, houve alta de 2,1 pontos ante junho.

Em agosto, o Índice de Situação Atual (ISA) caiu 2,7 pontos, para 71,4 pontos, devolvendo a alta do mês anterior. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 1,1 ponto em relação ao mês anterior, para 93,0 pontos, o segundo aumento consecutivo desse indicador.

O indicador que mede a satisfação dos consumidores com a situação atual da economia variou 0,5 ponto entre julho e agosto, para 78,6 pontos. "Apesar disso, o índice se mantém abaixo do nível anterior à greve dos caminhoneiros", diz a nota da FGV. O indicador de satisfação com a situação financeira familiar foi o que mais contribuiu para a queda do ICC em agosto, ao recuar 5,9 pontos e atingir 64,8 pontos, o menor patamar desde agosto de 2017.

O IBOV terá uma prova de fogo na sessão dessa sexta-feira.

Abriu em alta e opera perto do fechamento da semana passada, mostrando equilíbrio entre ursos e touros.

Temos um sinal de fundo sobre a retração de 50% de Fibo e 75.900 como divisor de águas entre a compra e a venda na minha leitura.

A expectativa para hoje é de volatilidade, com batalha negócio a negócio até o fechamento.

Vale salientar que os estrangeiros continuam varrendo o mercado á vista e o futuro, comprando em ambos, de forma importante.


Sucesso!


Boas operações!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

IBOV se recupera com maior alta em seis meses


Bom dia, investidor!

As bolsas asiáticas fecharam em alta quase generalizada nesta quinta-feira, enquanto investidores aguardam novidades das discussões comerciais entre EUA e China após os dois países imporem novas tarifas a importações um do outro.

Como estava previsto, os EUA puniram hoje mais US$ 16 bilhões em produtos chineses com tarifas de 25%. Em seguida, Pequim retaliou com tarifação idêntica sobre bens americanos do mesmo valor e afirmou que irá apelar à Organização Mundial do Comércio (OMC) para defender seus interesses.

As medidas tarifárias vêm num momento em que autoridades americanas e chinesas se reúnem em Washington para tentar desfazer o impasse que se arrasta há meses no comércio bilateral. O diálogo comercial entre as duas maiores economias do mundo teve início ontem e prossegue nesta quinta.

Apesar da confirmação das tarifas, os mercados chineses conseguiram reverter parte das perdas de ontem, numa recuperação que veio nos negócios da tarde, graças principalmente a ações de tecnologia e de seguradoras. O índice Xangai Composto subiu 0,37%, a 2.724,62 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto, avançou 0,63%, a 1.463,69 pontos.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei teve alta moderada de 0,22% em Tóquio, a 22.410,82 pontos, o sul-coreano Kospi subiu 0,41% em Seul, a 2.282,60 pontos, e o Taiex registrou valorização de 0,55%, a 10.863,13, atingindo o maior nível em duas semanas. Tanto o Kospi quanto o Taiex acumulam ganhos por cinco pregões consecutivos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da Alemanha, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, subiu de 55 em julho para 55,7 em agosto, segundo dados preliminares divulgados hoje pela IHS Markit. O avanço do PMI acima da marca de 50 indica que a atividade econômica alemã continua se expandindo neste mês e em ritmo mais acentuado.

Apenas o PMI de serviços alemão aumentou de 54,1 em julho a 55,2 em agosto, também o maior patamar em seis meses. O resultado surpreendeu analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam alta marginal do indicador, a 54,2.

Já no setor industrial da Alemanha, o PMI diminuiu de 56,9 em julho para 56,1 em agosto. Neste caso, a projeção era de queda menor do indicador, a 56,5

A defesa do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a antecipação do julgamento da Primeira Turma da Corte, que vai decidir se recebe ou não uma outra denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidenciável por crime de racismo.

O julgamento está marcado para o dia 4 de setembro, quando a propaganda eleitoral já estará sendo veiculada no rádio e na televisão. A defesa de Bolsonaro quer que o caso seja discutido pelos ministros já na terça-feira da semana que vem, 28 de agosto, quando está prevista a próxima sessão da Primeira Turma do STF.

Os cinco ministros da Turma vão decidir sobre se o parlamentar se torna réu ou não pelas acusações de ofensas praticadas contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Integram o colegiado os ministros Marco Aurélio Mello (relator do inquérito), Luiz Fux, Rosa Weber, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.

De acordo com denúncia apresentada em abril pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em uma palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em 2017, o deputado federal, em pouco mais de uma hora de discurso, "usou expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais".

Os preços dos metais básicos, entre eles o cobre, estavam sob pressão nesta quinta-feira, diante do dólar mais forte após sinalizações do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Além disso, investidores monitoravam o diálogo sobre comércio entre EUA e China.

Às 9h42 (de Brasília), o cobre para três meses caía 1,55%, a US$ 5.917,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), perdendo o patamar psicologicamente importante de US$ 6 mil a tonelada e voltando novamente em direção à mínima em 13 meses, atingida na semana passada. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para setembro recuava 1,65%, a US$ 2,6295 a libra-peso.

O dólar mais forte torna as commodities, negociadas na moeda, mais caras para os detentores de outras divisas. Parte da força do dólar é fruto da divulgação na tarde de ontem da ata da última reunião do Fed, segundo a qual novas altas de juros são prováveis, diante das condições fortes do mercado de trabalho americano. 

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco caía 1,02%, a US$ 2.437,50 a tonelada, o alumínio recuava 1,07%, a US$ 2.043 a tonelada, o estanho cedia 1,48%, a US$ 18.935 a tonelada, o níquel operava em baixa de 2,28%, a US$ 13.270 a tonelada, e o chumbo caía 0,02%, a US$ 2.014,50 a tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam sem direção única na manhã desta quinta-feira, em meio a um aparente movimento de realização de lucros e à espera de sinais sobre as negociações comerciais entre EUA e China.

Na sessão anterior, os preços do petróleo saltaram cerca de 3% em Nova York e Londres, em reação à última pesquisa do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano, que mostrou uma redução bem maior do que se esperava nos estoques de petróleo bruto dos EUA da semana passada, em torno de 5,8 milhões de barris.

Hoje, a tendência é que a commodity fique pressionada enquanto investidores aguardam novidades das discussões comerciais que autoridades americanas e chinesas iniciaram ontem, em Washington, e deverão concluir nesta quinta.

Às 9h45 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para outubro tinha leve baixa de 0,11% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 74,70, enquanto o WTI para o mesmo mês subia 0,16% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 67,97. 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,13% em agosto, após ter avançado 0,64% em julho, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam uma alta entre 0,03% e 0,22%, com mediana positiva de 0,10%.

Com o resultado anunciado hoje, o IPCA-15 acumulou um aumento de 3,14% no ano. Nos 12 meses encerrados em agosto, o indicador ficou em 4,30%. As projeções iam de avanço de 4,19% a 4,37%, com mediana positiva de 4,27%. 

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O gráfico diário do IBOV mostra a maior alta diária vista nos últimos seis meses, com o desenho de um marobuzu, acompanhado de volume importante, mas não acima da média.

A retração de 50% de Fibo, assim como a banda de bollinger inferior, foram respeitadas.

É válido destacar o rompimento, consolidação e fechamento acima do forte 75.900, região citada no informe de ontem como decisiva.

A abertura de hoje ocorre em leve baixa, porém sem mudança da expectativa de recuperação de preços e busca de 80.000 dentro de alguns pregões.

A média móvel de 21 períodos deve ser testada e mostrará se o que vimos ontem é voo de galinha ou de águia.




Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan
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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Mercado reage às pesquisas


Bom dia, investidor!

Lula lidera com 39%, dólar dispara e bolsa recua >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, à espera da retomada de negociações comerciais entre americanos e chineses e deixando de lado uma nova onda de turbulência política que gira em torno do presidente dos EUA, Donald Trump.

Autoridades dos EUA e China devem iniciar hoje, em Washington, uma nova rodada de discussões comerciais. A retomada do diálogo entre as duas maiores economias do mundo ocorre na véspera do prazo final para que os EUA imponham tarifas de 25% sobre mais US$ 16 bilhões em produtos chineses, plano que, se confirmado, tende a levar Pequim a retaliar na mesma proporção. Segundo recente matéria do The Wall Street Journal, a ideia é que as conversas desta semana culminem em uma reunião entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, possivelmente em novembro.

O índice japonês Nikkei terminou o pregão de hoje em alta de 0,64% em Tóquio, a 22.362,55 pontos, enquanto o Hang Seng subiu 0,63% em Hong Kong, a 27.927,58 pontos, o sul-coreano Kospi avançou 0,14% em Seul, a 2.273,33 pontos, e o Taiex mostrou ligeiro ganho de 0,11% em Taiwan, a 10.804,20 pontos.

Na China continental, por outro lado, os mercados voltaram para o vermelho, após acumularem sólidos ganhos nas duas sessões anteriores. O Xangai Composto recuou 0,70%, a 2.714,61 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 1,14%, a 1.454,52 pontos.

Os ganhos prevaleceram na Ásia apesar dos últimos desdobramentos políticos nos EUA. Ontem, Michael Cohen, ex-advogado pessoal do presidente Trump, admitiu ter violado leis de financiamento de campanha e cometido fraudes fiscais e bancárias. Já Paul Manafort, ex-diretor de campanha de Trump, foi considerado culpado tanto de fraude fiscal como bancária.

Os contratos futuros de petróleo operam em alta de mais de 1% na manhã desta quarta-feira, ampliando ganhos da sessão anterior, em reação à última pesquisa do American Petroleum Institute (API) sobre estoques dos EUA.

No fim da tarde de ontem, o API estimou que o volume de petróleo bruto estocado nos EUA sofreu expressiva queda na semana passada, de 5,2 milhões de barris. O API também apontou redução nos estoques de gasolina, de 900 mil barris, mas aumento nos de destilados, de 1,8 milhão de barris.

Nas próximas horas, será divulgada a sondagem oficial sobre estoques americanos, elaborada pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) e que inclui números de produção. Analistas preveem que o DoE mostrará queda de 2 milhões de barris nos estoques de petróleo bruto dos EUA da última semana.

Às 9h25 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para outubro subia 1,65% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 73,83, enquanto o WTI para o mesmo mês avançava 1,58% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 66,88.

O cobre opera em queda nesta quarta-feira antes de negociações comerciais entre os EUA e a China, em Washington, e à espera da divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA). As negociações têm estado no foco dos investidores, uma vez que a China é o maior comprador do metal do mundo.

Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses caía 0,67%, a US$ 6.019,50 a tonelada, às 9h30 (de Brasília). O cobre para setembro recuava 0,76%, a US$ 2,6750 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Entre outros metais básicos, o zinco subia 0,86%, para US$ 2.452 a tonelada métrica, o alumínio tinha alta de 0,46%, para US$ 2.074 a tonelada métrica, o estanho ganhava 0,16%, para US$ 19.070 a tonelada métrica, o níquel acelerava 0,33%, para US$ 13.605 a tonelada métrica e o chumbo caía 0,05%, para US$ 2.013 a tonelada métrica.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial com 39% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta quarta-feira, 22. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) tem 19%, a ex-ministra Marina Silva (Rede), 8%, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), 6%, e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), 5%. Alvaro Dias (Podemos) aparece com 3%, João Amoêdo (Novo) soma 2% e Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL), Cabo Daciolo (Patriota) e Vera (PSTU) têm 1% cada.

No cenário sem a apresentação do nome de Lula, que está em preso em Curitiba desde 7 de abril, Bolsonaro lidera com 22% e Marina tem 16%. Na sequência aparecem Ciro, com 10%, e Alckmin, com 9%. Dias e o provável substituto de Lula na disputa, Fernando Haddad (PT), têm 4% cada. Amoêdo e Meirelles têm 2%, enquanto Vera, Daciolo, Boulos e João Goulart Filho (PPL) têm 1%. Eymael (DC) não pontuou nos dois cenários.

Questionados se o apoio de Lula os levaria a apoiar algum candidato, 48% responderam que não, 31% disseram que o fariam com certeza e 18% afirmaram que talvez. O apoio do presidente Michel Temer faria 87% das pessoas não votar no candidato.

Os candidatos mais rejeitados pelos eleitores são Bolsonaro (39%), Lula (34%), Alckmin (26%), Marina (25%) e Ciro (23%). Haddad soma 21% nesse quesito.

Nas simulações de segundo turno, Lula venceria Alckmin (53% a 29%), Marina (51% a 29%) e Bolsonaro (52% a 32%). Haddad seria derrotado por Alckmin (43% a 20%) e Bolsonaro (38% a 29%). Alckmin venceria Bolsonaro (38% a 33%) e Ciro (37% a 31%), mas perderia para Marina (41% a 33%).

Candidato a vice na chapa do PT à Presidência da República, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad virou réu em ação de improbidade administrativa na qual o Ministério Público de São Paulo pede a condenação do petista pelo suposto prejuízo de R$ 5,2 milhões aos cofres da Prefeitura com a construção de uma ciclovia pela sua gestão na capital (2013-2016).

A ação foi movida em fevereiro de 2016 pelos promotores Marcelo Milani e Nelson Sampaio e recebida anteontem pelo juiz Kenichi Koyama, da 11.ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo. Além de Haddad, também viraram réus os ex-secretários Jilmar Tatto (Transportes), candidato do PT ao Senado, e Ricardo Teixeira (Subprefeituras), um ex-assessor de Teixeira e a empresa Jofege Pavimentação e Construção, contratada para executar a obra.

Segundo a denúncia do MP paulista, a construção de um trecho de 12,4 km da ciclovia Ceagesp-Ibirapuera pelo valor de R$ 54,78 milhões foi feita sem a devida licitação, sem projeto executivo e com preço superfaturado. Os promotores afirmaram que cada quilômetro da ciclovia feita entre 2014 e 2015 na gestão Haddad custou R$ 4,4 milhões, valor 613% maior do que os R$ 617 mil pagos por quilômetro pela gestão do antecessor Gilberto Kassab (PSD) para fazer trecho de ciclovia na mesma região da cidade.

IBOV intradiário ontem e hoje até 10h20
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O gráfico diário do IBOV mostra o benchmark em um ponto delicado e decisivo.

Temos a retração de 50% de Fibonacci na região, além de 75.900, suporte relevante que eu considero um divisor de águas entre a compra e a venda.

Assim sendo, considero essa quarta-feira um pregão de suma importância, pois caso tenhamos alta e fechamento acima de 75.900 o mercado poderá interpretar como rompimento falso e marcar fundo.

Um pregão lateral deixaria tudo indefinido, seja ele de leve baixa ou leve alta.

Por outro lado, caso tenhamos mais uma sessão de queda, o IBOV entraria em um território vendedor, com poucas chances de reação no curto prazo.



Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan
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