quarta-feira, 25 de julho de 2018

IBOV forma novos suportes


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As bolsas asiáticas fecharam sem sinal único nesta quarta-feira, com investidores à espera de novidades no comércio global, horas antes de uma reunião na Casa Branca entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. Em Xangai, o dia foi levemente negativo, após a alta robusta da sessão anterior, mas em Tóquio houve ganhos, com ações do setor de energia em destaque.

A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 0,07%, em 2.903,65 pontos, enquanto a de Shenzhen, de menor abrangência, recuou também 0,07%, a 1.698,81 pontos. Ontem, ambas haviam subido cerca de 1,5%, na esteira da notícia da imprensa estatal segundo o qual o gabinete chinês havia pedido uma política fiscal mais proativa. Hoje, houve leve correção, com uma pausa nas bolsas chinesas, o que fez Xangai encerrar um período de três dias seguidos de ganhos.

Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,46%, a 22.614,25 pontos. Papéis de companhias ligadas a metais e ao setor de energia em geral se destacaram, mas em jornada com volumes mais baixos em negociação. O volume negociado foi o quarto mais fraco de 2018, com investidores à espera de balanços trimestrais. Entre os destaques, Shin-Etsu Chemical subiu 3,9%, após conseguir um contrato de US$ 1,49 bilhão para construir uma fábrica na Louisiana.

O índice de sentimento das empresas da Alemanha elaborado pelo instituto Ifo recuou de 101,8 em junho a 101,7 em julho, na mínima desde março de 2017, segundo a própria entidade, mas ficou acima da previsão de 101,5 dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.

O índice de expectativas econômicas, por sua vez, caiu de 98,6 em junho para 98,2 em julho, embora também superando a expectativa de 98,1 dos economistas. O índice das condições atuais subiu de 105,1 em junho a 105,3 em julho, o que contrariou a previsão de queda a 104,7 dos analistas. 

O petróleo opera sem sinal único, na manhã desta quarta-feira. Os contratos passaram as últimas horas em território positivo, mas o WTI perdeu fôlego, com investidores de olho nos estoques dos Estados Unidos e também em sinais sobre a produção global.

Às 9h36 (de Brasília), o petróleo WTI para setembro caía 0,12%, a US$ 68,42 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para setembro avançava 0,54%, a US$ 73,84 o barril, na ICE.

No fim da terça-feira, o American Petroleum Institute informou que houve uma queda de 3,2 milhões de barris nos estoques na última semana, enquanto os estoques de gasolina e destilados também recuaram. Às 11h30, será divulgado o relatório oficial do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês).

Os operadores também monitoram as tensões entre os Estados Unidos e o Irã, que pode levar a sanções mais duras dos americanos contra o rival, prejudicando suas exportações da commodity. Por outro lado, o governo da Rússia elevou a projeção para sua oferta neste ano.

Os preços do cobre operam sem direção única.

Às 9h40 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,32%, a US$ 6.282,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). O cobre para setembro tinha queda de 0,21%, a US$ 2,8045 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

No encontro entre Trump e Juncker, marcado para acontecer às 14h30 (de Brasília) na Casa Branca, em Washington, terá como tema principal o comércio, após Trump ameaçar aplicar tarifas sobre a importações de carros europeus. Hoje, a comissária de Comércio da União Europeia, Cecilia Malmström, afirmou que, caso os Estados Unidos levem adiante a ameaça de impor tarifas contra automóveis dos países do bloco, a UE está pronta para retaliar com tarifas sobre US$ 20 bilhões em produtos americanos.

A China, maior consumidora mundial de metais industriais como o cobre, aprovou nesta semana novas medidas fiscais, incluindo isenções fiscais e bônus especiais para investimentos em infraestrutura, para fortalecer sua economia. 

A pouco mais de uma semana da Convenção Nacional que oficializará seu nome na corrida pela Presidência e ainda sem partidos na coligação, a pré-candidata da Rede, Marina Silva, voltou a dizer que pode utilizar da “prata da casa” para compor sua chapa e citou o economista Ricardo Paes de Barros como um possível nome.

Um dos pais do Bolsa Família no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Paes de Barros é filiado à Rede e colaborador da campanha de Marina Silva.

Apesar de ter recusado o convite para ser vice do pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB), o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, declarou apoio ao tucano em artigo publicado hoje no jornal Folha de S.Paulo. No texto, intitulado "Nas eleições deste ano, não se pode errar", Josué diz que aplaude os partidos que decidiram apoiar Alckmin e afirma que o ex-governador de São Paulo é o melhor nome para as eleições 2018.

O gráfico diário do IBOV mostra um candle de massa, com volume razoável, formado na sessão de ontem.

Ficaram para trás as conhecidas barreiras em 78.520 e 78.890, agora suportes imediatos em caso de correção, pela inversão de polaridade da análise técnica.

O benchmark terá dois novos desafios à frente, caso os touros tenham fôlego para sustentar os preços ao longo do dia: 79.500, região que marca a máxima do dia 20/07 e de ontem e logo acima 79.690, fundo de fevereiro/18.

A minha expectativa para esse pregão é de alta moderada, oscilando, em alguns momentos, perto da estabilidade.



Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

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