quinta-feira, 10 de maio de 2018

BB aponta lucro de 3bi no trimestre


Bom dia, investidor!

IPCA mantém faixa de 3% >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira, seguindo o tom positivo de ontem dos mercados acionários de Nova York e beneficiadas pela força das cotações do petróleo.

O petróleo, que ontem saltou mais de 3% e ajudou a impulsionar as ações em Wall Street, manteve o tom positivo e renovou máximas em três anos e meio durante a madrugada, ainda favorecido pela decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar Washington do acordo nuclear internacional com o Irã, anunciada na terça-feira (08). A expectativa é que os EUA restabeleçam sanções econômicas ao Irã nos próximos meses, comprometendo a oferta de petróleo de um dois maiores produtores do Oriente Médio.

Também sustentam o petróleo relatos de que Israel bombardeou hoje posições iranianas na Síria, após soldados israelenses terem sido supostamente atacados por forças iranianas nas Colinas de Golã.

Na China, o Xangai Composto subiu 0,48%, encerrando os negócios desta quinta a 3.174,41 pontos, enquanto o Shenzhen Composto avançou 0,52%, a 1.844,04 pontos.

Dados publicados no fim da noite de ontem mostraram que a taxa anual de inflação ao consumidor na China desacelerou de 2,1% em março para 1,8% em abril, ficando um pouco abaixo da expectativa de analistas, de 1,9%. A meta de Pequim é manter a inflação doméstica abaixo de 3% este ano.

Os futuros de petróleo renovam máximas em três anos e meio na manhã desta quinta-feira, depois de saltarem mais de 3% na sessão anterior.

Tensões no Oriente Médio também foram intensificadas após Israel anunciar que bombardeou hoje "dezenas" de alvos iranianos na Síria, em resposta a um ataque iraniano com foguetes contra soldados israelenses posicionados nas Colinas de Golã.

Às 9h17 (de Brasília), o barril do Brent para julho subia 0,30% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 77,44, enquanto o do WTI para junho avançava 0,62% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 71,58. Os preços da commodity são os maiores desde novembro de 2014. 

O cobre opera em alta nesta quinta-feira, beneficiado pela fraqueza generalizada do dólar, e reverte as perdas do início da semana.

Às 9h19, a tonelada do metal subia 0,9% na London Metal Exchange (LME), para US$ 6.878,00, acumulando alta de 0,5% na semana. Já o cobre para entrega em julho subia 1,64% na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), para US$ 3,1065 por libra-peso.

O DXY, índice que mede a força do dólar ante outras seis moedas consideradas fortes, caía 0,23% no horário acima. Quando a divisa americana se enfraquece, costuma dar impulso às commodities listadas em dólar, pois as torna mais baratas para detentores de outras moedas.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio caía 1,44%, a US$ 2.321,00 por tonelada; o zinco recuava 0,1%, a US$ 3.087,50; o níquel operava em queda de 0,65%, a US$ 13.855,00; o estanho subia 0,31%, a US$ 21.210,00; e o chumbo avançava a 0,31%, a US$ 2.298,50. 

O Banco do Brasil, que fecha hoje a temporada de balanços dos grandes bancos de capital aberto no País, apresentou lucro líquido ajustado de R$ 3,026 bilhões de janeiro a março, expansão de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado, de R$ 2,515 bilhões. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, de R$ 3,188 bilhões, quando o banco entregou resultado recorde, considerando somente suas operações, houve queda de 5,1%.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,22% em abril, ante um avanço de 0,09% em março, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 0,92%, menor variação acumulada até abril desde a implantação do Plano Real. Em 12 meses, o IPCA acumulou avanço de 2,76%, abaixo da mediana, de 2,82%, com base num intervalo de 2,76% a 2,89%.

Clique para ampliar

O gráfico diário do IBOV mostra uma sessão de alta firme, cuja máxima tocou a média móvel de 21 períodos no diário.

A baixa recente foi guiada por uma figura conhecida como M ou topo duplo, cujo eixo é 83.350, formando, juntamente com a média supra citada, uma barreira importante e decisiva para os desdobramentos de curtíssimo prazo.

Acima desse patamar a compra ganha força, enquanto a perda de 83.900 traria a venda de volta à cena.




Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário