terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

O pregão promete...


Bom dia investidor!

Em tendência de alta, IBOV avança com dificuldade

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira, com algumas delas migrando para terreno negativo nos negócios da tarde, à medida que o apetite por ações parece perder força nos últimos dias de um mês marcado por fortes oscilações. Investidores da região e de outras partes do mundo aguardam comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, que fala hoje e quinta-feira no Congresso americano.

Entre os mercados chineses, o índice Xangai Composto recuou 1,13% hoje, a 3.292,07 pontos, interrompendo uma sequência de seis pregões de ganhos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,34%, a 1.808,92 pontos.

No fim de semana, o Partido Comunista chinês propôs eliminar a restrição para mandatos presidenciais, o que abriria o caminho para o presidente Xi Jinping se manter no poder indefinidamente. Em outubro do ano passado, Xi conquistou um segundo mandato de cinco anos.

Seguindo o mau desempenho na China continental, o Hang Seng teve queda de 0,73%, a 31.268,66 pontos, influenciado por ações financeiras e do setor imobiliário.

Contrariando o viés negativo na Ásia, o índice japonês Nikkei subiu 1,07% em Tóquio, a 22.389,86 pontos, em seu terceiro pregão consecutivo de ganhos, uma vez que o iene se enfraqueceu ante o dólar ontem e manteve-se praticamente estável durante a madrugada.

Há muita expectativa entre investidores globais para o primeiro depoimento semestral no Congresso americano de Jerome Powell, que assumiu o comando do Fed no último dia 5. Powell fala na Câmara dos Representantes hoje e no Senado, na quinta-feira (01).

Analistas preveem que Powell confirmará o intuito do Fed de continuar apertando sua política monetária de forma gradual. A dúvida é se o banco central americano elevará juros apenas três vezes em 2018, como cogitou no fim do ano passado, ou se terá espaço para um quarto aumento.

O índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, caiu de 114,9 em janeiro para 114,1 em fevereiro, segundo dados publicados hoje pela Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia. Apesar da queda, o resultado ficou um pouco acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam recuo do indicador a 114.

Apenas a confiança do consumidor diminuiu de +1,4 em janeiro para +0,1 em fevereiro, vindo em linha com a projeção de analistas, e a da indústria caiu de +9 para +8, ficando um pouco abaixo do consenso do mercado de queda a +8,2, mas a do segmento de serviços aumentou de +16,8 para +17,5.

Já o índice de clima das empresas do bloco europeu recuou de +1,56 em janeiro para +1,48 em fevereiro. 

Número 2 na hierarquia do Ministério da Fazenda, o secretário-executivo Eduardo Guardia é, neste momento, o nome mais cotado para substituir Henrique Meirelles no comando do Ministério da Fazenda, caso o ministro decida deixar o cargo para concorrer à presidência da República nas eleições de outubro. O nome de Guardia tem a preferência do próprio Meirelles, mas ainda encontra resistências entre os aliados políticos do Palácio do Planalto.

Como secretário-executivo, Guardia participa de todas as propostas elaboradas pela Fazenda e das negociações políticas em que muitas vezes bate de frente com os parlamentares. Vem daí justamente a resistência dos aliados. Por outro lado, tem grande apoio da equipe técnica, o que é pouco comum no Ministério da Fazenda. Os técnicos veem nele um grande defensor do ajuste fiscal.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou fortemente em fevereiro, para +0,07%, após alta de 0,76% em janeiro, divulgou há pouco a Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa taxa é a menor para o mês desde 2012, quando o indicador caiu 0,06%. O resultado veio acima da mediana das estimativas, de 0,01%, calculada pelo Projeções Broadcast, mas dentro do intervalo esperado, que ia de queda de 0,17% a elevação de 0,18%.

Com isso, o indicador aumentou ligeiramente a queda em 12 meses de deflação de 0,41% no acumulado até janeiro para recuo de 0,42% em 12 meses finalizados em fevereiro. No ano, há avanço de 0,83%.

Entre os três indicadores que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) saiu de alta de 0,91% para queda de 0,02%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) também desacelerou de 0,56% para 0,28%, assim como o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), que teve alívio de 0,28% para 0,14%. 

O superávit da balança comercial atingiu o montante de US$ 2,710 bilhões em janeiro, resultado ligeiramente inferior ao de janeiro de 2017, quando foi de US$ 2,768 bilhões. Os dados são do Indicador do Comércio Exterior (Icomex), divulgado há pouco pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado, porém, ainda não indica que o comércio exterior este ano terá saldos similares aos de 2017, ressaltou a FGV. A previsão é de um saldo positivo mais baixo da balança comercial, entre US$ 48 bilhões e US$ 52 bilhões.

O petróleo opera em queda na manhã desta terça-feira, à espera de um crescimento do número de barris estocados nos Estados Unidos.

Às 9h34, o barril do tipo Brent com entrega em maio, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuava 0,19%, a US$ 67,16. Já o WTI para abril, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), caía 0,39%, a US$ 63,66.

Nesta terça-feira, a American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) publica a contagem semanal de barris estocados, que deve mostrar um aumento de 2 milhões, segundo o ING. Amanhã, é a vez do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) de revelar seus estoques.

Ontem, o petróleo fechou em alta pela terceira sessão consecutiva, parcialmente ajudado pela queda inesperada dos estoques na semana encerrada em 16 de fevereiro.

Os contratos futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York nesta manhã, pressionados por um clima de cautela que antecipa o pronunciamento do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, no Congresso americano.

Por volta das 9h35 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,52%, a US$ 7.073,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre com vencimento para maio tinha baixa de 0,60%, a US$ 3,2050 por libra-peso.

Também há expectativa para dados sobre atividade manufatureira na China, o maior consumidor mundial de metais básicos. Os últimos números serão divulgados entre hoje e amanhã.

Entre outros metais básicos na LME, não havia direção única. O zinco recuava 0,57% no horário indicado acima, a US$ 3.511,00 por tonelada, enquanto o alumínio se mantinha estável, a US$ 2.138,25 por tonelada, o estanho subia 0,32%, a US$ 21.645 por tonelada, o níquel avançava 0,25%, a US$ 13.970,00 por tonelada, e o chumbo diminuía 0,47%, a US$ 2.565,00 por tonelada. 

O gráfico diário do Ibovespa continua a mostrar uma leitura embaralhada e complexa no curto prazo.

Temos tendência de alta em todos os tempos gráficos e topos e fundos ascendentes, ao mesmo tempo que o mercado está sobre comprado, longe da média móvel de 21 períodos e com uma nova estrela cadente desenhada no pregão de ontem, com a máxima fora da banda de bollinger superior.

A perda da mínima de ontem (87.240), especialmente se for em fechamento, poderá trazer os preços até 86.231, configurando um pull back, onde também estão a linha superior do canal de alta rompido recentemente e a média móvel de 5 períodos, ou seja, um tríplice e decisivo suporte.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

IPCA-15 em destaque


Bom dia investidor!

Inflação é medida em 0.38% am >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas da Ásia fecharam em alta nesta sexta-feira, seguindo o tom majoritariamente positivo dos mercados acionários de Nova York e deixando temporariamente de lado incertezas sobre a perspectiva dos juros nos EUA. Ontem, os índices Dow Jones e S&P 500 subiram em Wall Street, enquanto o Nasdaq caiu levemente.

No pregão anterior, a maior parte dos negócios asiáticos foi pressionada por especulação de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) poderá elevar juros mais vezes do que se previa anteriormente este ano, diante de sinais de melhora da economia americana e de avanço na inflação.

Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,72%, a 21.892,78 pontos, à medida que o iene reverteu a tendência de ontem e se enfraqueceu ante o dólar durante a madrugada. Com isso, o Nikkei garantiu sua segunda semana de valorização, com alta de 0,79%, o que não acontecia há três meses e meio.

Na China, as bolsas ampliaram ganhos de ontem, quando retornaram de uma semana de feriado em comemoração ao ano-novo lunar. O índice Xangai Composto avançou 0,63%, a 3.289,02 pontos, graças ao bom desempenho de siderúrgicas e produtores de carvão, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto exibiu leve ganho de 0,18%, a 1.775,17 pontos.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha, maior economia da Europa, cresceu 0,6% no quarto trimestre de 2017 ante os três meses anteriores e teve expansão de 2,9% na comparação anual do mesmo período, segundo revisão divulgada hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis.

Os dados vieram em linha com as expectativas de analistas consultados pelo The Wall Street Journal e confirmaram estimativas publicadas no último dia 14.

Segundo detalhamento da Destatis, as exportações alemãs subiram 2,7% entre outubro e dezembro em relação ao trimestre anterior, enquanto as importações avançaram 2%. No mesmo confronto, o consumo do governo aumentou 0,5%, mas o das famílias se manteve estável. 

O cobre opera em baixa na manhã desta sexta-feira, novamente pressionado pela força do dólar. Com isso, o metal não mostra fôlego para estender a alta da sessão anterior.

Às 9h15 (de Brasília), o cobre para três meses caía 0,75%, a US$ 7.116,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). O cobre para março, por sua vez, recuava 1,19%, a US$ 3,2030 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

O dólar tem sido apoiado pela expectativa de um aperto monetário nos Estados Unidos. As apostas monitoradas pelo CME Group mostram 83,1% de chance de uma alta de juros na próxima reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), em março.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco caía 1,03%, a US$ 3.493,50 a tonelada, o alumínio recuava 0,89%, a US$ 2.166 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,02%, a US$ 21.480 a tonelada, o níquel perdia 0,43%, a US$ 13.760 a tonelada, e o chumbo caía 0,82%, a US$ 2.531 a tonelada. 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,38% em fevereiro, após ter avançado 0,39% em janeiro, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a segunda menor variação para meses de fevereiro desde a implantação do Plano Real, em 1994, atrás apenas de fevereiro de 2000 (0,34%).

O resultado veio em linha com a mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, de 0,38%, obtida a partir de um intervalo de 0,23% a 0,55%.

Com o resultado anunciado hoje, o IPCA-15 acumulou nos 12 meses encerrados em fevereiro alta de 2,86%. No ano, o índice registrou aumento de 0,77% até fevereiro. A variação no acumulado do ano é a menor desde a implantação do Plano Real.

Em fevereiro do ano passado, o IPCA-15 tinha subido 0,54%.

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O gráfico diário mostra o Ibovespa está na banda de bollinger superior e na linha de cima de um canal de alta de médio prazo.

A estrela cadente desenhada anteontem continua válida, uma vez que a sua máxima foi preservada.

Vale destacar a semelhança entra a movimentação atual e aquela vista na virada do mês, conforme circulado no gráfico a seguir., o que torna o pregão dessa sexta-feira decisivo e para o curto prazo.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A China voltou


Bom dia investidor!

Final do feriado chinês devolve liquidez internacional >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, seguindo o desempenho negativo dos mercados acionários de Nova York, que ontem sofreram novas perdas em meio a incertezas sobre o futuro dos juros nos EUA. Mas os negócios na China foram marcados por fortes ganhos, na volta do feriado do ano-novo lunar.

A queda em Wall Street veio após a interpretação de que a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), divulgada ontem à tarde, já nasceu "datada".

No documento, o BC americano afirma que novos aumentos "graduais" de juros serão necessários. No entanto, o último encontro do Fed foi encerrado em 31 de janeiro e, desde então, os indicadores mais recentes dos EUA deram sinais claros de avanço na inflação e de solidez no mercado de trabalho, fatores que favorecem aperto mais agressivo das condições monetárias.

Neste contexto, alguns analistas preveem que o Fed poderá elevar juros em ritmo mais acelerado este ano, provavelmente em quatro ocasiões, e não mais em três, como era cogitado no fim do ano passado.

Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 1,07% hoje, a 21.736,44 pontos, à medida que o iene voltou a se fortalecer ante o dólar durante a madrugada e após o juro da T-note de 10 anos ter atingido ontem novas máximas em quatro anos, na esteira da ata do Fed.

Os mercados chineses, por outro lado, subiram com vigor ao reabrirem depois do feriado de uma semana em comemoração ao ano-novo do país. O Xangai Composto avançou 2,17%, a 3.268,56 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve alta de 1,89%, a 1.771,97 pontos. A robusta valorização na China já era esperada, uma vez que outras bolsas asiáticas haviam exibido ganhos recentes.

O índice de sentimento das empresas da Alemanha caiu do nível recorde de 117,6 em janeiro para 115,4 em fevereiro, segundo pesquisa divulgada hoje pelo instituto alemão Ifo. O resultado decepcionou analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda bem menor do indicador, a 117.

Apenas o subíndice do Ifo que mede expectativas das empresas para os próximos seis meses recuou de 108,3 em janeiro para 105,4 em fevereiro, enquanto o subíndice sobre condições atuais diminuiu de 127,8 para 126,3.

O Ifo entrevista cerca de 7.000 empresas dos setores de manufatura, construção, atacado e varejo para sua pesquisa mensal. 

A economia do Reino Unido cresceu menos do que inicialmente estimado no último trimestre de 2017, segundo revisão divulgada hoje pelo Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês).

O ONS agora estima que o Produto Interno Bruto (PIB) britânico avançou 0,4% no quarto trimestre ante o terceiro e mostrou expansão anual de 1,4% no mesmo período.

Há cerca de um mês, a agência havia calculado que a economia britânica tinha expandido 0,5% entre outubro e dezembro ante os três meses imediatamente anteriores e 1,5% no confronto anual. A revisão decepcionou analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam a manutenção das estimativas originais.

Em termos anualizados, o acréscimo do PIB do Reino Unido no quarto trimestre foi revisado de 2% para 1,6%. Já o resultado de todo o ano de 2017 foi reduzido de +1,8% para +1,7%.

Os números do terceiro trimestre do ano passado também sofreram revisão. Segundo o ONS, a economia britânica cresceu 0,5% entre julho e setembro ante o segundo trimestre e avançou 1,8% na comparação anual. As leituras anteriores eram de ganho trimestral de 0,4% e aumento anual de 1,9%. 

O Banco do Brasil, que fecha hoje a temporada de balanços dos grandes bancos de capital aberto no País, registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,188 bilhões no quarto trimestre de 2017, cifra 82,5% superior à registrada no mesmo período do ano anterior, de R$ 1,747 bilhão. Na comparação com os três meses anteriores, o resultado apresentado pela instituição foi 17,7% maior.

O lucro líquido ajustado do BB do quarto trimestre foi o maior lucro trimestral nominal originado em suas operações na história do banco. O desempenho foi impulsionado, conforme a instituição explica em relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras, maiores ganhos com tarifas e ainda menores despesas com inadimplência e gastos administrativos.

Em 2017, o lucro líquido do banco totalizou R$ 11,1 bilhões, 54,2% maior na comparação com o exercício anterior, de R$ 7,171 bilhões. Segundo o BB, o desempenho também reflete o crescimento das receitas de tarifas e serviços, menos gastos com calotes e ainda maior eficiência com o controle das despesas administrativas.

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York nesta manhã, à medida que o dólar mantém viés de alta e após o retorno das operações dos mercados chineses com o fim do feriado do ano-novo lunar.

Por volta das 9h40 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 1,08%, a US$ 7.058,50 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em março recuava 1,23%, a US$ 3,1765 por libra-peso.

O índice DXY do dólar opera em leve alta nos negócios da manhã, fator que torna o cobre mais caro para investidores que utilizam outras moedas.

Entre outros metais básicos na LME, as perdas eram generalizadas: o zinco caía 1,65% no horário citado acima, a US$ 3.476,50 por tonelada, enquanto o alumínio cedia 1,25%, a US$ 2.180,00 por tonelada, o estanho perdia 0,37%, a US$ 21.525,00 por tonelada, o níquel diminuía 1,85%, a US$ 13.525,00 por tonelada, e o chumbo recuava 1,27%, a US$ 2.529,50 por tonelada. 

O petróleo opera em queda nesta quinta-feira, em meio a sinais mistos sobre as expectativas com os estoques nos Estados Unidos.

Às 9h45, o Brent para abril, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), caía 0,03%, a US$ 65,40 por barril, enquanto o WTI para o mesmo mês recuava 0,29%, a US$ 61,49.

Ontem, o American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) informou que houve queda de 900 mil barris de petróleo na semana. Analistas consultados pelo Wall Street Journal, no entanto, esperavam aumento de 1,9 milhão.

Mais tarde, às 13h, o Departamento de Energia (DoE) publica os números oficiais sobre os estoques.

Desde 2016, quando os EUA suspenderam uma barreira contra exportações de petróleo, os embarques subiram de forma estável, conforme a produção chegou ao maior nível desde 1970.

Além disso, o fortalecimento do dólar nesta semana limitou uma possível alta de preços, deixando as commodities mais caras para investidores que detêm outras moedas. 

O Ibovespa marcou uma nova máxima histórica intradiária na véspera, aos 87.358.

Temos uma longa sombra superior, formada na reta final da sessão.

O padrão sugere correção de preços, sendo denominado estrela candente.

O fato de fechar abaixo de 86.213, antigo TH, reforça o padrão e denota um possível rompimento falso.

A confirmação do sinal viria na perda de 85.803, mínima do candle supra descrito, especialmente se ocorrer em fechamento.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Ibovespa descolado


Bom dia investidor!

IBOV com o início do pregão agora às 10h30
No destaque o intradiário de ontem
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A Bolsa de Tóquio fechou em alta moderada nesta quarta-feira, após um pregão volátil, favorecida pela continuidade da fraqueza recente do iene em relação ao dólar durante a madrugada. O iene desvalorizado tende a impulsionar ações de exportadoras negociadas na capital japonesa.

O índice Nikkei subiu 0,21% hoje, a 21.970,81 pontos, apagando parte da queda de 1,01% da sessão anterior.

Papéis do setor de eletrônicos foram destaque positivo em Tóquio, mas preocupações com o avanço visto este ano nos juros de bônus de vários países, em especial dos Treasuries americanos, pesaram sobre ações financeiras como as da Mitsubishi UFJ e Dai-ichi Life, que recuaram cerca de 2%.

índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da Alemanha, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, caiu de 59 em janeiro para 57,4 em fevereiro, atingindo o menor nível em três meses, segundo dados preliminares divulgados hoje pela IHS Markit. Apesar da queda, a leitura acima da marca de 50,0 indica que a atividade econômica alemã continuou se expandindo neste mês, ainda que em ritmo mais comedido.

Apenas o PMI do setor industrial da Alemanha recuou de 61,1 em janeiro para 60,3 em fevereiro, tocando o menor patamar em seis meses. Analistas consultados pela Dow Jones Newswires previam redução menor do indicador, a 60,6.

No setor de serviços alemão, o PMI diminuiu de 57,3 em janeiro para 55,3 em fevereiro, o menor nível em três meses. Neste caso, a projeção do mercado era de baixa marginal, a 57. 

O Congresso aprovou na noite desta terça-feira, 20, o decreto que autoriza a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Depois de a Câmara dar o aval, foi a vez de o Senado chancelar a medida por 55 votos a favor, 13 contra e uma abstenção.

Por se tratar de um decreto presidencial, a intervenção já está em vigência desde sexta-feira, quando a medida foi assinada pelo presidente Michel Temer. Coube aos parlamentares apenas dizer se aceitavam ou não a decisão, sem ter o direito de fazer modificações no mérito da proposta.

A medida terá validade até 31 de dezembro. Enquanto estiver em vigor, o general Walter Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no Estado e terá o comando dos aparelhos de segurança do Rio, como as Polícias Civil e Militar.

A eventual candidatura à reeleição do presidente Michel Temer enterra as chances de o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ser candidato ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano, avaliam lideranças dos principais partidos da base aliada. O entendimento é que Meirelles, que já não tinha apoio de sua atual sigla, o PSD, perderá para Temer o espaço de candidato governista com discurso reformista.

O petróleo opera em queda na manhã desta quarta-feira, em meio à valorização do dólar e antes da publicação dos dados de estoques da commodity dos Estados Unidos.

Às 9h37 (de Brasília), o petróleo WTI para abril recuava 0,76%, a US$ 61,32 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para abril caía 0,40%, a US$ 64,99 o barril, na ICE.

Analistas afirmam que a movimentação cambial é o principal fator para a queda nos preços, que ocorre após o petróleo registrar ganhos mais cedo nesta semana. "Os preços do petróleo devem recuar enquanto o dólar se valorizar, especialmente diante do fato de que os fundamentos também apontam para mais baixas dos preços", afirmaram em nota analistas do Commerzbank.

O dólar sobe em relação a moedas fortes em geral nesta manhã. Com isso, o petróleo, cotado na divisa americana, torna-se mais caro para os detentores de outras moedas. Analistas apontam o avanço do juro da T-note de 10 anos como um fator para a valorização do dólar nesta semana.

A força do dólar se soma a fatores que pressionam o petróleo, entre eles a produção recorde de xisto nos EUA. Às 18h30, o American Petroleum Institute divulgará sua projeção para os estoques dos EUA na semana encerrada no dia 17. O dado oficial do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) sai nesta quinta-feira.

O cobre opera com sinal negativo na manhã desta quarta-feira, quando o dólar mais valorizado gera pressão vendedora em boa parte do setor de metais.

Às 9h50 (de Brasília), o cobre para três meses recuava 0,3%, a US$ 7.055 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). O cobre para março tem baixa de 0,45%, a US$ 3,1760 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Os ganhos recentes do dólar têm pressionado os metais básicos há alguns dias, mas os preços poderiam se recuperar diante de investimentos especulativos e também da força de alguns fundamentos do setor.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco recuava 0,42%, a US$ 3.536 a tonelada, o alumínio caía 0,46%, a US$ 2.177 a tonelada, o estanho tinha ganho de 0,19%, a US$ 21.430 a tonelada, o níquel subia 0,26%, a US$ 13.555 a tonelada, e o chumbo recuava 0,62%, a US$ 2.572 a tonelada

O Ibovespa segurou no forte 84.410 na sessão de ontem e segui rumo ao topo histórico, cumprindo uma simetria em "V".

O desafio para o pregão dessa quarta-feira será reunir forças para seguir em alta, enquanto temos baixa nos metais, petróleo e bolsas internacionais.

O caminho mais natural seria um recuo (pull back) até a região compreendida entre 84.410 e 84.260, onde também está a média móvel de 5 períodos.


Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Volta das bolsas norte-americanas


Bom dia investidor!

Volta EUA após queda no Japão >>> LEIA MAIS >>>

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa significativa nesta terça-feira, após acumular robustos ganhos por três pregões seguidos, influenciada pelo fraco desempenho de ações dos setores de eletrônicos e financeiro.

O índice Nikkei caiu 1,01%, encerrando a sessão a 21.925,10 pontos. Em meio ao feriado do ano-novo lunar na China e um dia após o feriado do Dia do Presidente nos EUA, o volume de negócios na capital japonesa hoje foi o mais fraco do ano e envolveu apenas 1,2 bilhão de ações.

O aspirante a próximo vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), o espanhol Luis de Guindos, provou sua força como um gerenciador de crise e na condução de reformas econômicas, e analistas disseram que ele deve apoiar medidas para reduzir os estímulos da época da crise financeira internacional.

Guindos recebeu hoje o apoio de seus colegas ministros de Finanças da zona do euro para suceder o atual vice-presidente Vítor Constâncio, um importante endosso que deve garantir sua nomeação para cargo.

Não ficou claro exatamente se ele tem uma postura "dovish" ou "hawkish", uma vez que ele não fez nenhuma declaração pública sobre política monetária, mas o ministro de Finanças espanhol é um apoiador firme de reformas estruturais para tornar os mercados de trabalho da Europa mais eficientes e seus negócios mais competitivos.

Os que conhecem o ministro, ou acompanharam sua carreira, dizem que Guindos provavelmente é a favor de uma política monetária mais apertada, em linha com muitos dirigentes alemães.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu 0,5% em janeiro ante dezembro e registrou alta de 2,1% na comparação anual, segundo dados publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis.

Excluindo-se custos de energia, que podem mostrar volatilidade, o PPI alemão avançou 0,6% em janeiro ante o mês anterior e teve acréscimo de 2,1% no confronto anual, informou a Destatis. 

Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta terça-feira, 20, o decreto que autoriza a intervenção federal na segurança pública do Rio. A matéria segue agora para o Senado, que deve apreciá-la ainda nesta terça-feira. É a primeira vez que o Congresso analisa uma intervenção em um Estado desde a promulgação da Constituição de 1988. O texto foi aprovado por 340 votos a favor, 72 contra e uma abstenção.

Enterrada a reforma da Previdência via proposta de emenda à Constituição (PEC), o governo ainda vai definir se adotará alguma medida para mudar regras e tentar conter o rombo bilionário e crescente na Previdência via projeto de lei ou medida provisória, segundo apurou o Broadcast. Há um cardápio de iniciativas que podem ser endereçadas por esses instrumentos, que requerem menos votos e não contam no momento com qualquer impedimento para tramitarem. Mas, se depender das lideranças do governo no Congresso, é pouco provável que isso prospere.

Embora a estratégia do governo em relação à Previdência, que teve um déficit de R$ 268,8 bilhões somando o INSS e o regime dos servidores da União, ainda esteja sendo traçada para o momento pós-suspensão da PEC, sabe-se nos bastidores que será uma decisão de natureza estritamente política. Primeiro para definir se o governo continua investindo em medidas nessa área ao longo de 2018, e, segundo, se continuar, para decidir quais iniciativas serão tomadas dentro das limitações impostas pela edição do decreto de intervenção no Estado do Rio de Janeiro. Nenhuma PEC pode tramitar enquanto perdurar a intervenção, que tem prazo previsto para dezembro deste ano.

O cobre opera em baixa na manhã desta terça-feira. Além da força do dólar, influi no mercado o feriado prolongado do ano-novo lunar da China, que tira muitos operadores do trabalho e reduz os volumes.

Às 09h15 (de Brasília), o cobre para três meses recuava 0,91%, a US$ 7.072,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). O cobre para março caía 2,00%, a US$ 3,1835 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex)

No câmbio, o dólar mostra força nesta manhã. Com isso, os metais cotados nesta moeda tornam-se mais caros para os detentores de outras divisas, o que reduz o apetite dos investidores e pressiona os preços. Segundo Jeremy Stretch, do banco canadense CIBC, o dólar refletia o avanço nos retornos dos Treasuries.

O único metal básico a subir era o alumínio, em alta de 0,6%, a US$ 2.213,50 a tonelada. Ele ainda reage às declarações do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada, de que era considerada a imposição de tarifas de importação do metal. Ainda não há, porém, uma decisão final sobre o assunto na administração Trump.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco recuava 0,59%, a US$ 3.546,50 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,26%, a US$ 21.345 a tonelada, o níquel caía 1,24%, a US$ 13.500 a tonelada, e o chumbo recuava 0,99%, a US$ 2.562 a tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam em direções opostas nesta terça-feira, com estoques menores do que o esperado nos EUA impulsionando o WTI enquanto o período de manutenção das refinarias na Europa pressiona o Brent.

Às 9h18, o WTI para abril negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) subia 0,55%, a US$ 61,89 por barril, enquanto o Brent para o mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), caía 0,96%, a US$ 65,05.

Os investidores estão avaliando os dados conflitantes dos EUA publicados na semana passada, quando o aumento da produção de xisto se combinou a uma alta menor do que o esperado no estoques, segundo analistas do Standard Chartered.

Agora, a manutenção das refinarias em várias regiões, incluindo a Europa, está limitando a demanda por petróleo, causando divergência entre os barris.

Mais cedo nesta terça-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) comunicou que espera finalizar os detalhes de uma parceria de longo prazo com produtores de fora do grupo - como a Rússia - até o fim ano.

Na semana passada, o petróleo se beneficiou após a Arábia Saudita reafirmar sua parceria com a Opep nos esforços de eliminar o excesso de oferta global de petróleo. 

O Ibovespa deverá ter um pregão agitado nessa terça-feira, após oscilar de forma tímida na véspera, em razão do feriado norte-americano, que reduziu consideravelmente a liquidez por aqui.

Na minha interpretação 84.410 é um ponto chave, decisivo para o curto prazo.

Enquanto acima desse patamar, a compra deverá insistir e manter as cotações em trajetória positiva.

Por outro lado, a perda e consolidação abaixo desse nível de preços poderá atrair vendedores e esfriar o apetite por risco.


Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Pregão deve ter liquidez reduzida


Bom dia investidor!

Dia do Presidente nos EUA e feriados na China diminuem ritmo do pregão >>> LEIA MAIS >>>

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira e ampliaram ganhos recentes, seguindo a recuperação dos mercados acionários de Nova York. Na China, as bolsas seguem sem operar devido ao feriado do ano-novo lunar.

Na sexta-feira (16), os índices Dow Jones e S&P 500 tiveram valorização pelo sexto pregão consecutivo em Wall Street, depois de terem sofrido tombos históricos na semana anterior. Hoje, não haverá negócios em Nova York em função do feriado do Dia do Presidente.

Em Tóquio, o Nikkei subiu 1,97% nesta segunda, a 22.149,21 pontos. O avanço em pontos do índice japonês, de 428,96, foi o maior desde 4 de janeiro.

O cobre opera em território negativo na manhã desta segunda-feira. Com feriados e mercados fechados nos Estados Unidos e na China, a expectativa é de volumes mais baixos e uma sessão calma. Nesse contexto, a força do dólar pressiona um pouco os metais.

Às 8h40 (de Brasília), o cobre para três meses recuava 0,17%, a US$ 7.171,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 8h25, o cobre para março tinha baixa de 0,55%, a US$ 3,2305 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

O dólar opera em leve alta ante as moedas fortes. Nesse caso, o movimento no câmbio desestimula a compra das commodities denominadas em dólares por investidores que detêm outras divisas.

Ao mesmo tempo, os feriados nos EUA e na China impõem um quadro de fraqueza nas negociações. "A negociação hoje será caracterizada pela liquidez muito baixa", afirmaram em nota analistas do Commerzbank.

Boa parte dos metais básicos opera em baixa, com a exceção do alumínio. No fim da semana passada, o Departamento do Comércio dos EUA publicou resultados de uma investigação sobre se as importações de alumínio e aço representam um risco à segurança nacional americana, o que levou a discussões sobre o protecionismo e apoiou os preços do metal. Diretor de pesquisa global de mercados do MUFG, Derek Halpenny afirmou em nota que uma escalada nas medidas de protecionismo em importantes economias globais podem gerar mais incertezas sobre a perspectiva econômica e, consequentemente, mais volatilidade nos mercados financeiros.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco recuava 0,07%, a US$ 3.564 a tonelada, o alumínio subia 0,11%, a US$ 2.202 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,3%, a US$ 21.700 a tonelada, o níquel recuava 0,07%, a US$ 13.660 a tonelada, e o chumbo ganhava 0,46%, a US$ 2.595 a tonelada. 

O aumento do nervosismo no mercado financeiro mundial desde o começo de fevereiro levou os investidores a retirarem US$ 9,3 bilhões apenas neste mês dos principais mercados emergentes, segundo o Instituto Internacional de Finanças (IIF), entidade formada pelos 500 maiores bancos do mundos. Nos últimos dias, o estresse diminuiu, mas a incerteza permanece alta e a tendência é de que os investidores passem a fazer maior diferenciação entre os emergentes quando forem decidir onde aportar recursos, ressalta relatório divulgado hoje pela instituição, com sede em Washington. Os países mais vulneráveis podem sentir mais estes efeitos.

Após participar de reunião (sábado) com o presidente Michel Temer e o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), garantiu a aprovação, na segunda-feira, do decreto de intervenção federal na área de segurança pública do governo fluminense. Maia defendeu a intervenção e negou desconforto por não ter sido consultado sobre a medida.

O presidente Michel Temer determinou, ontem, 18, o envio de uma força-tarefa policial ao Estado do Ceará para "dar apoio técnico às forças de segurança estaduais nas ações de combate ao crime organizado". A informação é do Ministério da Justiça.

Em comunicado, a pasta explica que o destacamento será composto por 36 homens, sendo 26 da Polícia Federal e 10 da Força Nacional de Segurança Pública, e será chefiado pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública. A ideia é que a força atue como um reforço às operações conjuntas de inteligência "diante dos últimos acontecimentos".

Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para a inflação de 2018. O Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA este ano caiu de 3,84% para 3,81%. Há um mês, estava em 3,95%. Já a projeção para o índice de 2019 permaneceu em 4,25%, mesmo porcentual de quatro semanas atrás.

Na prática, as projeções de mercado divulgadas hoje no Focus indicam que a expectativa é de que a inflação em 2018 fique dentro da meta, de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, no início de fevereiro, que o IPCA de janeiro subiu 0,29%. O resultado ficou abaixo do que esperava o mercado financeiro. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 2,86%.

No início do mês, antes da divulgação do IBGE, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC atualizou suas projeções para o IPCA: +4,2% para 2018 e +4,2% para 2019.

Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 no Focus caiu de 3,86% para 3,75%. Para 2019, a estimativa do Top 5 continuou em 4,25%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,80% e 4,00%, respectivamente.

Já a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,03% para 4,04% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,00%.

Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para fevereiro de 2018 foi de 0,42% para 0,40%. Um mês antes, estava em 0,44%. No caso de março, a projeção passou de 0,31% para 0,30% ante 0,32% de quatro semanas antes.

No Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicado em dezembro, o BC havia atualizado sua projeção de inflação para fevereiro, para 0,47%. 

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O gráfico diário do Ibovespa mostra o benchmark em uma região de resistência, ao redor de 84.400.

Ela é decisiva porque derrubou o mercado alguns dias atrás.

O pregão dessa segunda-feira marca o vencimento de opções e feriado nos Estados Unidos, o que deverá reduzir a liquidez.

Uma consolidação acima de 84.400 poderá fortalecer a ponta compradora, enquanto a sua perda esfriar as expectativas e trazer correção.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O dia depois do vencimento...


Bom dia investidor!

Vencimento do futuro deixa candle de compra firme >>> LEIA MAIS >>>

As poucas bolsas asiáticas que operaram nesta quinta-feira tiveram altas significativas, seguindo os ganhos vistos ontem em Nova York, mas a liquidez na região foi limitada pela aproximação do feriado do ano-novo lunar, que manteve vários mercados locais fechados.

Ontem, os principais índices acionários americanos subiram mais de 1%, ampliando a valorização recente em Wall Street para o quarto pregão seguido, após os históricos tombos que haviam sofrido na semana passada.

Na China, não houve negócios hoje e os mercados continuarão fechados até o dia 21, em função da comemoração do ano-novo lunar. Na Coreia do Sul, o mercado fica inativo nesta quinta e amanhã. Em Taiwan, a bolsa não opera desde terça-feira.

Em Tóquio, Nikkei subiu 1,47% nesta quinta, a 21.464,98 pontos, apagando parte das perdas de 3,4% que acumulou nos três pregões anteriores. O índice japonês foi impulsionado não apenas pela recuperação em Nova York, como também por balanços corporativos domésticos.

Descrente de que o governo reúna os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência até o final de fevereiro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já prepara o discurso em que anunciará o engavetamento da matéria, segundo apurou o Broadcast. Para evitar que o ônus do anúncio recaia sobre o Congresso Nacional e, muito menos, sobre ele, Maia deve responsabilizar o Palácio do Planalto por não ter obtido apoio suficiente à proposta. Deve dizer, ainda, que não vale a pena colocar a matéria em votação para ser derrotada.

Nos bastidores, outras lideranças partidárias também dão como certo de que a proposta será engavetada. A maioria suspendeu as articulações em torno da reforma da Previdência durante o carnaval e só deve retomar as conversas a partir de domingo (18). Sem o placar mínimo de votos para aprovação, a expectativa é de que o início da discussão em plenário, antes previsto para segunda-feira (19), seja mais uma vez adiado.

Entretanto, após se reunir com o presidente Michel Temer, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse foi buscar com orientações para uma reunião que terá nesta quinta-feira justamente com Rodrigo Maia para tratar da votação da reforma da Previdência. Marun afirmou que "está chegando a hora da verdade" e que o governo continua confiante que é possível aprovar a proposta. O ministro avaliou que faltam 40 votos para a aprovação da matéria e reafirmou que a votação tem que acontecer ainda este mês.

A ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada há pouco, indicou que a projeção para o IPCA de 2018 no cenário de mercado está em 4,2%. A projeção para 2019 também é de 4,2%.

Estes são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada, quando a Selic (a taxa básica de juros) foi cortada em 0,25 ponto porcentual, de 7,00% para 6,75% ao ano. Foi a 11ª redução consecutiva da taxa, para o menor patamar da história. No Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado em dezembro, as projeções também estavam em 4,2% para 2018 e 2019.

As projeções do cenário de mercado levam em conta taxas de juros e câmbio variáveis, apuradas pela pesquisa Focus do BC. Nos últimos meses, a instituição tem dado maior ênfase justamente às projeções do cenário de mercado. Na visão do BC, o cenário de referência, que utiliza juros e câmbio fixos, teria perdido relevância. Na ata divulgada hoje, assim como nas anteriores, o BC não informou as projeções do cenário de referência.

A volatilidade nos mercados financeiros e os juros globais mais altos representam um desafio para mercados emergentes que dependem de financiamento externo, afirma o Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês). A entidade disse que avaliou o quadro em busca das maiores vulnerabilidades, com foco especialmente em locais onde os desequilíbrios em conta corrente têm aumentado. Nessa avaliação, a Argentina e a Turquia aparecem como países com rápido aumento nos déficits em conta corrente, moedas que se desvalorizam e a deterioração dos fundamentos.

Em geral, o IIF avalia que os mercados emergentes têm sido resistentes ao cenário. No caso de um cenário de excessivo aquecimento econômico nos Estados Unidos, porém, a vulnerabilidade nesses outros países poderia ser maior.

A abertura dos negócios domésticos deverá ser positiva, segundo o mercado futuro e as bolsas internacionais.

Ontem tivemos o vencimento do índice futuro, o que costuma ser um driver importante para o mercado.

Semana passada, no pregão de sexta-feira, o Ibovespa quase tocou o topo anterior na região de 79.415, deixando um sombra superior nesse dia.

Ontem tivemos um candle de compra firme, deixando as médias para trás. Clique para ampliar.

Na minha visão, a máxima do dia 07/02, marcada aos 84.410, será um divisor de águas para o curto prazo.

O gráfico de 60 minutos mostra a importância dessa região e também de 83.500, sendo esses pontos-chave para os próximos passos do benchmark.



Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Adrenalina


Bom dia investidor!

Grandes quedas no exterior e pequenas quedas aqui: estamos atrasados ou na contra-mão? >>> LEIA MAIS >>>

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da China subiu 4,3% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017, de acordo com dados divulgados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país. Em dezembro, o PPI havia subido 4,9%.


Na comparação mensal, o PPI chinês subiu 0,3% em janeiro ante dezembro, quando o índice havia subido 0,8% na comparação com novembro. 

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China avançou 1,5% em janeiro ante o mesmo mês de 2017, de acordo com dados divulgados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país. Em dezembro, o CPI havia subido 1,8%.

No mês passado, os preços de alimentos caíram 0,5% na China, na comparação com o janeiro do ano passado.

Na comparação mensal, o CPI avançou 0,6% em janeiro ante dezembro. 

As bolsas asiáticas encerraram nesta sexta-feira sua pior semana em anos, diante de uma nova onda vendedora pela região que veio após os mercados acionários de Nova York sofrerem um novo tombo ontem, de cerca de 4%, em meio a preocupações com o futuro aperto da política monetária pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

A madrugada também foi marcada pela segunda paralisação parcial do governo Trump em três semanas, iniciada à meia-noite, depois que o Congresso americano falhou em votar um projeto que garantiria a continuidade do funcionamento das repartições públicas.

Horas depois do início da paralisação, conhecida nos EUA como "shutdown", o Senado aprovou um acordo orçamentário de dois anos e um projeto de gastos que deverão ser votados na Câmara dos Representantes ainda hoje. Se o acordo também garantir o aval dos deputados, a paralisação será revertida.

Os mercados chineses tiveram um desempenho particularmente ruim nesta sexta. O índice Xangai Composto fechou em baixa de 4,05%, a 3.129,85 pontos, registrando a maior queda desde 21 de agosto de 2015 e apagando a valorização acumulada no ano após quatro dias consecutivos de perdas. No pior momento do pregão, o Xangai chegou a cair 6,1%. O menos abrangente Shenzhen Composto, formado em boa parte por startups com menor capitalização de mercado, recuou 3,19%, a 1.679,26 pontos.

A assembleia geral de acionistas da Eletrobras aprovou a privatização das seis distribuidoras de energia no Norte e Nordeste do País. Com 51% do capital votante, a União votou a favor da privatização de todas as empresas, conhecidas por má gestão e pelo acúmulo de dívidas bilionárias. Essa decisão era considerada fundamental para viabilizar a posterior privatização da própria Eletrobras, que deve ocorrer por meio do aumento de capital, que vai diluir a participação da União.

Maior entrave ao processo de privatização, a dívida dessas companhias, de R$ 19,7 bilhões, ficou integralmente com a holding. O voto contrariou a orientação da diretoria da empresa, para quem os débitos de R$ 11,2 bilhões deveriam ficar com a Eletrobras, e os R$ 8,5 bilhões restantes, detidos junto a fundos setoriais, deveriam ser assumidos pelos futuros concessionários.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o Banco Central poderá continuar reduzindo os juros, se a reforma da Previdência for aprovada ainda em 2018. A porta para a redução adicional da taxa de juros, segundo o ministro, foi aberta pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião de quarta-feira.

O Copom decidiu na reunião reduzir em 0,25 ponto porcentual da taxa básica de juros da economia (Selic), que desceu ao menor patamar histórico, de 6,75% ao ano.

Padilha estima que a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) poderá levar a uma alta de 4% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano. A estimativa atual é de crescimento de 3% (governo) a 3,5% (mercado financeiro).

O gráfico diário do Ibovespa mostra, em partes, a volatilidade vista no exterior.

Podemos dizer que nosso mercado mostra resiliência, operando de forma equilibrada, uma vez que temos um crash na China, Europa e bolsas norte-americanas.

As baixas pontuais vistas no front interno não são nem sombra frente ao que está ocorrendo no exterior.

Resta saber se estamos atrasados ou realmente na contramão.

Ontem houve perda da linha de retorno pontilhada em azul e da média móvel de 21 períodos no diário.

A região compreendida entre 84.000 e 84.100 será decisiva para os desdobramentos de curto prazo, uma vez que sua perda acionaria um pivot de baixa caso ocorra.

Vale destacar que ela marcou as mínimas do dia 06/02 e de ontem, respectivamente.

Digo que será decisiva porque ao mesmo tempo que poderá acionar um pivot de baixa capaz de fazer estrago no mercado, também poderia firmar um fundo duplo na região, o que sustentaria a continuidade da alta.

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Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Copom e China no radar


Bom dia investidor!

Comércio exterior da China em forte ritmo; SELIC baixa a 6.75 >>> LEIA MAIS >>>

As exportações e importações da China apresentaram crescimento de dois dígitos em janeiro, refletindo sólida demanda tanto externa quanto doméstica, embora tenham sido provavelmente influenciadas pelo feriado do ano-novo lunar.

No mês passado, as exportações chinesas medidas em dólares tiveram expansão anual de 11,1%, depois de subirem 10,9% em dezembro, segundo dados da Administração Geral de Alfândega do país.

As importações da China, por sua vez, saltaram em janeiro 36,9% ante igual mês do ano passado, após subirem em ritmo relativamente mais modesto de 4,5% em dezembro. A projeção do mercado era de ganho significativamente menor, de 9,2%.

Já o superávit comercial da China diminuiu para US$ 20,34 bilhões em janeiro, de US$ 54,69 bilhões em dezembro. O saldo positivo ficou bem abaixo da projeção da Trading Economics (+US$ 45 bilhões) e também da previsão do WSJ (+US$ 56,4 bilhões).

O período em que ocorre o feriado do ano-novo lunar, que caiu em janeiro no ano passado e será em fevereiro este ano, normalmente distorce os dados da balança comercial do primeiro bimestre. Antes da divulgação do indicador, analistas previam que o avanço das exportações seria sustentado pelo maior número de dias úteis de janeiro de 2018 em comparação ao mesmo mês do ano passado. 

As exportações da Alemanha atingiram recorde em 2017, segundo dados publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. No ano passado, as exportações alemãs subiram 6,3%, atingindo quase 1,3 trilhão de euros (US$ 1,6 trilhão).

Mas as importações da Alemanha também atingiram patamar inédito em 2017, um pouco acima de 1 trilhão de euros, e avançaram em ritmo ainda mais forte, de 8,3%.

Como resultado, o superávit na balança comercial da Alemanha diminuiu pela primeira vez em oito anos em 2017, a 244,9 bilhões de euros. Em 2016, o saldo positivo havia sido de 248,9 bilhões de euros, o maior desde a Segunda Guerra Mundial.

Apenas em dezembro, a Alemanha teve superávit comercial de 21,4 bilhões de euros, no cálculo com ajustes sazonais. O resultado ficou acima da previsão da Trading Economics (+19,5 bilhões de euros) e da projeção da Dow Jones Newswires (+21 bilhões de euros).

As exportações alemãs subiram 0,3% em dezembro ante novembro, enquanto as importações cresceram 1,4%.

Ainda em dezembro, a Alemanha registrou superávit em conta corrente de 27,8 bilhões de euros, informou a Destatis. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na noite de ontem que o governo continua a não ter os 308 novos necessários para a aprovação da reforma da Previdência. A contagem indica que há pouco mais de 250 parlamentares dispostos a aprovar a medida, disse ele após fazer apresentação em evento fechado do BTG Pactual.

"Hoje infelizmente ainda não temos os 308 votos", declarou Maia, destacando que a estratégia vai ser construir a maioria na Câmara para conseguir chegar ao número necessários. "Uma votação sinalizando que vai perder, há a chance de ter 100 votos ou nem ter quórum", afirmou ao ser perguntado se o governo vai insistir com a votação da reforma mesmo sabendo que não tem os votos necessários.

Sobre a nova mudança do texto da reforma, que reduziu o tempo de contribuição de 25 anos para 15, entre outras medidas, Maia ressaltou que o importante é com este texto "dialogar com outras forças políticas que não estão no debate", como os prefeitos e governadores.

O deputado ressaltou que os dirigentes municipais e estaduais têm uma agenda no Congresso de interesse deles e a Previdência é um dos pontos que interessa dentro das conversas de reorganização fiscal destas entidades da federação. "Vamos tentar com prefeitos e governadores para ver se encontramos uma agenda em comum", afirmou o presidente da Câmara.

Com a inflação em níveis acomodados no Brasil, o Banco Central anunciou na noite desta quarta-feira o 11º corte consecutivo da Selic (os juros básicos da economia). A taxa caiu 0,25 ponto porcentual e passou de 7,00% para 6,75% ao ano. Este é o menor valor desde que a Selic foi criada, em 1996. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, responsável pela decisão, também sinalizou que o mais provável é que o movimento tenha sido o último do atual ciclo de cortes da taxa básica. Uma nova redução pode ocorrer em março apenas se o cenário melhorar, sendo que, na visão dos economistas, a aprovação da reforma da Previdência seria um dos fatores para isso.

Desde o ano passado, o BC vinha indicando a proximidade do fim do ciclo. Isso porque a inflação, apesar de controlada, deve acelerar em 2018 e 2019, na esteira do reaquecimento da economia. Depois de ter fechado em 2,95% no ano passado, o IPCA - o índice oficial de inflação - ficará em 4,2% neste ano e no próximo, conforme as projeções mais recentes do BC.

Outra preocupação está ligada ao andamento das reformas, em especial a da Previdência. Em função do calendário eleitoral, a votação da proposta no Congresso pode ficar para 2019, o que é mal visto pelo BC. O presidente da instituição, Ilan Goldfajn, vem defendendo o reequilíbrio das contas do INSS para permitir a queda da taxa de juros estrutural.

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O gráfico diário do Ibovespa mostra que o benchmark respeitou o eixo do topo duplo aos 83.800 pontos.

Tentou romper a região, considerada por mim um divisor de águas entre a compra e a venda no curto prazo, cedendo e fechando perto da mínima da sessão.

Para essa quinta-feira, um pregão de queda seria o caminho mais provável, mesmo que a abertura seja positiva.

A linha de retorno pontilhada em azul, assim como a média de 21 períodos, são suportes imediatos caso a venda prevaleça.

Pelo desenho de alguns ativos com peso no índice, talvez não essa semana, mas na próxima, as chances de haver um teste de 80.500 ou mesmo 79.440 são prováveis.



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Wagner Caetano, para o Cartezyan

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