segunda-feira, 13 de novembro de 2017

IBOVESPA em ponto chave


Bom dia investidor!

Os bancos chineses liberaram 663,2 bilhões de yuans (US$ 99,88 bilhões) em novos empréstimos em outubro, segundo dados publicados hoje pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês).

O financiamento social total, uma medida mais ampla do crédito na economia chinesa, diminuiu para 1,04 trilhão de yuans em outubro, de 1,82 trilhão de yuans no mês anterior, que havia sido o maior volume desde março.

Já a base monetária da China (M2) teve aumento anual de 8,8% em outubro, após subir 9,2% em setembro. Analistas esperavam que o resultado do mês passado fosse igual ao de setembro. 

A agenda da semana traz como destaque a reforma tributária de Trump, que deve ser votada esta semana no plenário da Câmara dos Representantes. E, na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu fazer um "grande anúncio" na área de comércio. Nas bolsas internacionais predomina o sinal negativo, em meio a dúvidas sobre a capacidade de Trump de conseguir apoio a essa reforma.

A alta do euro em relação ao dólar vista em cinco meses se deu principalmente com a perspectiva de que as condições econômicas da zona do euro serão melhores do que as previstas para os Estados Unidos, de acordo com o documento "Projeção econômica regional: Europa", divulgado hoje pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). "O euro se apreciou consideravelmente contra o dólar americano nos últimos meses (cerca de 11% de abril a 30 de setembro de 2017). Do ponto de vista político, é importante conhecer os fatores por trás do rali do euro", avaliou a entidade no relatório.

Além das projeções econômicas, a instituição salienta que também pesa sobre a definição da cotação uma política monetária apertada que eleva taxas de juros na zona do euro em relação aos Estados Unidos. O documento cita também que os preços das ações e as taxas de rentabilidade dos títulos do Tesouro americano tendem a diminuir após um choque importante.

Os mercados locais devem seguir atentos nesta semana na articulação do presidente Michel Temer para tentar a aprovação da reforma da Previdência ainda este ano. Antes, porém, Temer deve fazer a reforma ministerial para garantir o apoio para a reforma, o que deve ocorrer nos próximos 15 dias. Com isso o Centrão deve ganhar mais espaço no governo e o PSDB deve perder dois dos quatro ministérios que ocupa atualmente.

No fim de semana, o senador Aécio Neves disse que o PSDB vai "sair do governo pela porta da frente". Ontem o presidente se reuniu com os ministros da Secretaria-Geral, Wellington Moreira Franco, e da Casa Civil, Eliseu Padilha, para discutir as chances de aprovação da reforma da Previdência. "

A temporada de balanços segue a todo vapor.

Os destaques hoje são os balanços da Petrobras, Eletrobras e JBS, após o fechamento dos mercados.

O governador Geraldo Alckmin foi ovacionado ontem como pré-candidato ao Palácio do Planalto por militantes e dirigentes tucanos durante a convenção paulista do PSDB. Em meio à disputa pelo comando nacional da legenda, pela primeira vez ele mudou o tom e já não descarta mais a possibilidade de assumir a sigla. Aos correligionários e lideranças de cinco partidos aliados, Alckmin fez um discurso de campanha para destacar a necessidade de união dos integrantes de sua legenda.

O petróleo opera sem direção.

Na ICE, o Brent opera a US$ 63,35 e na Nymex, o WTI alcança US$ 56,70.

Cobre tem alta de 0,29%, na Comex.

Minério de ferro subiu 1,09% na bolsa de Dalian, na China.

O Ibovespa acumula semanas seguidas de queda.


IBOVESPA semanal - clique para ampliar

Perdeu o fundo anterior em 73.125 e de queba a mínima mais recente em 72.386.

Se o mercado pesar, poderá descer a até a retração de 61,8% de Fibonacci (71.260).

Em caso de repique, o próprio 72.286 seguido por 73.125 serão resistências, sendo a segunda região de resistência decisiva para uma possível retomada da alta.


Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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