sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Mercado sinaliza correção


Bom dia investidor!

As encomendas à indústria da Alemanha subiram 3,6% em agosto ante julho, no cálculo ajustado, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério de Economia do país. 

Apenas as encomendas externas tiveram alta de 4,3% em agosto ante o mês anterior, enquanto as encomendas domésticas aumentaram 2,7%.

No confronto anual, as encomendas à indústria alemã mostraram expansão de 7,9% em agosto na estimativa sem ajustes.

O dado mensal de julho ante junho foi revisado, de queda de 0,7% para redução de 0,4%. 

Os futuros de petróleo operam em baixa nesta manhã, mantendo a tendência verificada de madrugada, aparentemente influenciados por realização de lucros após subirem 1,6% a 2,5% na sessão anterior. Investidores estão atentos a possíveis efeitos da tempestade tropical Nate na infraestrutura petrolífera da costa do Golfo dos EUA.

Às 9h47 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para dezembro caía 0,44% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 56,75 por barril, enquanto o WTI para novembro recuava 0,96% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 50,30 por barril.

Os futuros de cobre operam sem direção única nesta manhã, na esteira de um terremoto no Chile e com a liquidez reduzida por um feriado que durou toda a semana na China, o maior consumidor mundial de metais básicos.

Por volta das 9h50 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,14%, a US$ 6.699,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro tinha baixa de 0,11%, a US$ 3,0430 por libra-peso.

Segundo o ING, parte do rali de quase 3% do cobre ontem é atribuído a notícias sobre um terremoto no Chile, o maior produtor mundial do metal. Os ganhos perderam ímpeto, no entanto, após relatos de que o tremor não causou danos, ressaltou o banco holandês.

Entre outros metais na LME, não havia tendência única: o zinco recuava 0,30% no horário indicado acima, a US$ 3.287,00 por tonelada; o alumínio subia 1%, a US$ 2.124,50 por tonelada; o níquel aumentava 0,76%, a US$ 10.640,00 por tonelada; o chumbo diminuía 0,87%, a US$ 2.568,00 por tonelada, e o pouco negociado estanho tinha alta marginal de 0,05%, a US$ 21.030,00 por tonelada. 

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou setembro com alta de 0,16% ante um avanço de 0,19% em agosto, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa acumulada pela inflação no ano foi de +1,78%. No acumulado em 12 meses, o IPCA foi de 2,54%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve queda 0,02% em setembro, após já ter recuado 0,03% em agosto, segundo dados divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como resultado, o índice acumulou uma elevação de 1,24% no ano. A taxa acumulada em 12 meses foi de 1,63%. Em setembro do ano passado, o INPC tinha sido de 0,08%.

O INPC mede a variação dos preços para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos e chefiadas por assalariados. 


O gráfico diário do Ibovespa desenhou um doji lápide na véspera, com forte volume e longa sombra inferior.

O sinal é de queda e será reforçado se houver violação do topo anterior em 76.420.

Clique no gráfico para ampliar.


Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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