sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Bye bye setembro


Bom dia investidor!


A Bolsa de Tóquio fechou em baixa marginal nesta sexta-feira, após o avanço do iene em relação ao dólar nos negócios de ontem e na esteira de uma série de indicadores do Japão, mas encerrou a semana e o mês de setembro com ganhos.

O Nikkei terminou o pregão de hoje com ligeira baixa de 0,03%, a 20.356,28 pontos. Ao longo da semana, contudo, o índice japonês acumulou ganho de 0,29%, o que trouxe a valorização neste mês a 3,61%, a maior em 2017.

O presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Mark Carney, disse nesta sexta-feira que a instituição provavelmente elevará sua taxa básica de juros se a economia do Reino Unido se mantiver na trajetória atual.

Nas últimas semanas, o BoE deu várias sinalizações de que está se preparando para aumentar juros pela primeira vez em uma década, à medida que a futura retirada do Reino Unido da União Europeia (o chamado Brexit) influencia a economia britânica de maneira complexa.

O cobre opera com sinal negativo na manhã desta sexta-feira. A expectativa é de que os mercados de metais tenham dias calmos, já que em todo a próxima semana a China tem um feriado prolongado.

O cobre para três meses caía 0,26%, a US$ 6.534,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), às 8h (de Brasília). O cobre para dezembro recuava 0,47%, a US$ 2,9670, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Neste trimestre, o cobre avança mais de 9% em Londres.

Investidores estarão atentos mais adiante ao Congresso Nacional do Partido Comunista da China, em meados de outubro. A China consome cerca da metade de toda a produção de metais básicos no mundo e alguns analistas temem que autoridades possam reduzir a meta de crescimento econômico do país.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio caía 0,21%, a US$ 2.133 a tonelada, e o níquel tinha baixa de 0,10%, a US$ 10.440 a tonelada. 

Os futuros de petróleo mostram volatilidade desde a madrugada, com investidores considerando os possíveis efeitos do recente plebiscito sobre a independência realizado na região iraquiana do Curdistão - que é rica em petróleo - no começo da semana.

Às 9h54 (de Brasília), o viés da commodity era negativo. Na IntercontinentalExchange (ICE), o petróleo tipo Brent para dezembro caía 0,39%, a US$ 56,88 por barril, enquanto o contrato para novembro, que vence no fim da sessão, tinha baixa de 0,28%, a US$ 57,23 por barril. Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para novembro recuava 0,29%, a US$ 51,41 por barril.

As contas do governo central (que reúne Tesouro Nacional, INSS e Banco Central) em agosto fecharam no negativo em R$ 9,6 bilhões. O resgate de R$ 6 bilhões em precatórios, pagamentos devidos pela União após sentença definitiva na Justiça, contribuiu para que o déficit entre receitas e despesas fosse menor do que em agosto de 2016.

Também contribuíram as receitas com a melhora da economia (R$ 5,4 bilhões a mais), concessões e o aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis. No ano, o rombo chegou a R$ 85,8 bilhões. Com a melhora na arrecadação, economistas avaliam que o risco de descumprimento da meta fiscal, que autoriza déficit de até R$ 159 bilhões este ano, diminuiu.


Clique para ampliar

O Ibovespa encontrou uma região que concentra suportes importantes: linha de tendência de alta (LTA), que guia os negócios desde julho, retração de 50% de Fibonacci e média móvel de 21 períodos.

Assim sendo os vendidos devem realizar lucro e poderemos ter um repique no curto prazo.

A retração de Fibo em 74.165 seria o ponto a ser rompido para liberar uma reação, mesmo que curta, para o benchmark.

Como a média de 5 está colada nesse ponto, os touros não terão vida fácil.

Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

Nenhum comentário:

Postar um comentário