segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Alemanha e Focus em pauta


Bom dia investidor!

O índice de atividade econômica nacional dos Estados Unidos elaborado pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de Chicago recuou de +0,03 em julho (dado revisado, de -0,01 anteriormente informado) para -0,31 em agosto, informou a instituição nesta segunda-feira.

A média móvel dos últimos três meses do dado, que reduz a volatilidade da leitura, também recuou e passou de zero em julho para -0,04 em agosto, segundo o Fed de Chicago.

De acordo com comunicado do Fed de Chicago, o índice aponta para um crescimento mais modesto em agosto nos EUA. 


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Caso o resultado da eleição federal da Alemanha leve a uma perda de fôlego na pressão de alta do euro, isso poderia dar mais espaço para o anúncio em outubro do programa de retirada gradual de estímulos do Banco Central Europeu (BCE), afirmaram estrategistas do Deutsche Bank.

Analistas em geral esperam que o BCE anuncie essa retirada gradual ainda neste ano e que implemente essa estratégia em 2018. Por ora, o banco central compra 60 bilhões de euros em ativos por mês até dezembro. 

Os economistas do mercado financeiro projetam um corte de 0,75 ponto porcentual da Selic (a taxa básica de juros) em outubro, de 8,25% para 7,50% ao ano, indicou hoje a abertura dos dados do Relatório de Mercado Focus. Nas últimas semanas, eles já projetavam um corte nesta magnitude.

No dia 6, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou o corte de 1 ponto porcentual da Selic, de 9,25% para 8,25% ao ano. Além disso, sinalizou a intenção de reduzir o ritmo de corte da taxa básica no encontro de outubro. Essa intenção foi reforçada pelas comunicações mais recentes do BC.

A abertura dos dados mostra ainda que a projeção para dezembro é de corte de 0,50 ponto. Assim, a Selic encerraria o ano em 7,00% ao ano. A Selic permaneceria neste patamar até janeiro de 2019, quando subiria 0,25 ponto porcentual, para 7,25% ao ano. Depois, a taxa básica subiria mais 0,25 ponto em fevereiro de 2019, para 7,50%. 

Os futuros de petróleo operam em alta nesta manhã, recuperando-se de perdas na madrugada, em meio à crescente avaliação de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) provavelmente estenderá o atual acordo para conter a produção da commodity.

Às 9h58 (de Brasília), o barril do petróleo tipo Brent para dezembro subia 1,15% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 57,06, enquanto o do WTI para novembro avançava 0,53% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 50,93.

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York, com a forte queda recente nos preços do minério de ferro prejudicando a demanda por metais básicos.

Nas últimas semanas, o principal contrato de minério de ferro negociado na bolsa de commodities de Dalian, na China, acumula perdas de mais de 20% em relação ao pico que atingiu em agosto, o que significa que entrou em "território baixista".

Por volta das 10h05 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,29%, a US$ 6.458,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro recuava 0,22%, a US$ 2,9380 por libra-peso.

Já o índice DXY do dólar ganha força nos negócios da manhã, desencorajando investidores que utilizam outras moedas a comprar futuros de cobre e de outros metais.

Entre outros metais na LME, as perdas eram quase generalizadas: o alumínio caía 0,95% no horário indicado acima, a US$ 2.193,00 por tonelada; o estanho cedia 0,12%, a US$ 20.570,00 por tonelada; o níquel tinha perda de 1,27%, a US$ 10.500,00 por tonelada; e o chumbo diminuía 0,10%, a US$ 2.486,00 por tonelada. Única exceção no mercado inglês, o zinco subia 0,77%, a US$ 3.084,50 por tonelada. 

O Ibovespa está trabalhando na trincheira colada em 75.330, máxima da estrela cadente desenhada dia 12 de setembro e topo anterior.

A região é decisiva para o curto prazo, sendo um divisor de águas entre a compra e a venda.

Chama a atenção as máximas mais baixas sucessivas nos últimos pregões, sinal de que o fôlego dos touros pode estar enfraquecendo.


Bons negócios!


Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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