sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Mercado aguarda Yellen (11h)


Bom dia investidor!

O cobre opera em alta nesta sexta-feira, apoiado pelo prolongado otimismo sobre a economia chinesa. Além disso, investidores aguardam eventuais novidades sobre a política monetária dos Estados Unidos e da zona do euro.

Às 8h45 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,30%, a US$ 6.716 a tonelada. O cobre para setembro avançava 0,44%, a US$ 3,0475 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

O cobre continua a atingir novas máximas em dois anos e meio. Os níveis vistos pela última vez em novembro de 2014 são resultado das apostas de investidores de que continuarão a sair números fortes da economia da China.


O mercado pode, porém, ser afetado antes disso, com os preços oscilando pouco antes de discursos nesta sexta-feira da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Janet Yellen, e do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, no simpósio do BC dos EUA em Jackson Hole, Wyoming. Qualquer sinal sobre a política futura dos bancos centrais pode provocar mudanças no dólar e consequentemente afetar o cobre.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco subia 0,48%, a US$ 3.126,50 a tonelada, o alumínio avançava 0,19%, a US$ 2.102 a tonelada, o estanho recuava 0,19%, a US$ 20.440 a tonelada, o níquel tinha baixa de 0,68%, a US$ 11.665 a tonelada, e o chumbo tinha ganho de 0,38%, a US$ 2.368 a tonelada. 

Os preços do petróleo operam em alta nesta sexta-feira, recuperando parte das perdas da quinta-feira, motivadas pelo temor com um furacão que se move rumo à costa do Golfo dos Estados Unidos e que poderia levar a um aumento nos estoques da commodity.

Às 8h41 (de Brasília), o petróleo WTI para outubro subia 0,65%, a US$ 47,74 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro avançava 0,61%, a US$ 52,36 o barril, na ICE.

Na agenda, a Baker Hughes informa às 14h o número de poços e plataformas em atividade nos EUA.

O índice de sentimento das empresas da Alemanha recuou ligeiramente em agosto, a 115,9, após atingir a máxima histórica de 116 em julho, segundo pesquisa divulgada hoje pelo instituto alemão Ifo. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal, contudo, previam queda maior do indicador a 115,5.

Apenas o subíndice de condições atuais caiu para 124,6 em agosto, de 125,5 em julho. Por outro lado, o subíndice sobre as expectativas das empresas para os próximos seis meses aumentou neste mês a 107,9, de 107,3 em julho.

O Ifo entrevista cerca de 7.000 empresas dos setores de manufatura, construção, atacado e varejo para sua pesquisa mensal. 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que o governo mapeou medidas compensatórias a serem adotadas caso a reforma da Previdência seja derrubada, ao menos em parte, no Congresso.

Segundo Meirelles, muitos pontos da Previdência podem ser alterados por meio de projetos que não dependem do mesmo quórum da proposta que pretende mudar as regras da aposentadoria, de um aval de três quintos do Congresso por ser uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). O ministro evitou, porém, adiantar detalhes das medidas avaliadas pela equipe econômica para o caso de a reforma da Previdência não passar "integralmente".


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O Ibovespa segue em tendência de alta.

Pela primeira vez desde o fundo de junho se distanciou da média móvel de 5 períodos.

A euforia é grande.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders


contato@TopTraders.Com.BR


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