quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Coréia do Norte no radar


Bom dia investidor!

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse hoje que sua primeira ordem, ao assumir o governo, foi pedir a renovação e modernização do arsenal nuclear do país.

"(O arsenal) é agora muito mais forte e poderoso como nunca antes", afirmou Trump, em mensagem publicada no Twitter.

Trump, contudo, disse também na rede social esperar que os EUA nunca precisem usar esse poderio. "Mas jamais haverá um momento em que não sejamos o país mais poderoso do mundo!", ressaltou.

Os comentários de Trump vêm um dia depois da escalada das tensões recentes entre EUA e Coreia do Norte.

Ontem, Trump ameaçou a Coreia do Norte com "fogo e fúria nunca vistos antes pelo mundo" se continuar a intimidação a Washington. Em resposta, o regime norte-coreano anunciou que irá estudar cuidadosamente a possibilidade de um ataque com míssil a uma base militar dos EUA no território americano de Guam. 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,17% em julho, ante um recuo de 0,30% em junho, segundo dados divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o índice acumulou uma elevação de 1,30% no ano. A taxa acumulada em 12 meses foi de 2,08%. Em julho do ano passado, o INPC tinha sido de 0,64%.

O INPC mede a variação dos preços para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos e chefiadas por assalariados. 

Após avaliar que as declarações do presidente Michel Temer causaram mal entendidos, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) divulgou nota oficial há pouco para esclarecer que a Presidência da República "não encaminhará proposta de elevação do Imposto de Renda ao Congresso Nacional".

Mais cedo, em São Paulo, o presidente disse que equipe econômica do governo estuda uma alíquota maior para o Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). Ponderou, no entanto, que ainda não é o momento para isso. "Não há nada decidido", disse, após participar de evento da Fenabrave em São Paulo.

Os futuros de cobre operam em ligeira alta em Londres, favorecidos pela tendência de desvalorização do índice do dólar.

Por volta das 9h40 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,08%, a US$ 6.487,00 por tonelada.

Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em setembro se mantinha estável, a US$ 2,9425 por libra-peso.

O índice DXY do dólar recua levemente nos negócios da manhã, em meio à escalada de tensões entre EUA e Coreia do Norte, que ontem voltaram a trocar ameaças.

Entre outros metais básicos na LME, não havia tendência única: o zinco avançava 0,58%, a US$ 2.947,00 por tonelada, o alumínio recuava 0,12%, a US$ 2.025,00 por tonelada, o estanho aumentava 0,10%, a US$ 20.295,00 por tonelada, o níquel caía 0,23%, a US$ 10.725,00 por tonelada, e o chumbo diminuía 0,1%, a US$ 2.385,50 por tonelada. 

Os contratos futuros de petróleo operam em alta na manhã desta quarta-feira, à espera da divulgação do dado oficial de estoques da commodity na última semana do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Ontem, o relatório do American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) mostrou queda de 7,8 milhões de barris na semana passada, o que beneficia os contratos nesta manhã, mesmo em meio à tensão geopolítica com a troca de ameaças entre Coreia do Norte e Estados Unidos.

Às 9h45 (de Brasília), o petróleo WTI para setembro subia 0,55%, a US$ 49,44 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro avançava 0,59%, a US$ 52,45 o barril, na ICE.

O API afirmou que os estoques de petróleo recuaram 7,8 milhões de barris na semana passada. Caso a queda se confirme, seria a sexta semana seguida de baixa nos estoques no país. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal preveem queda de 2,7 milhões de barris nos estoques de petróleo hoje. Além disso, serão monitorados os números de produção do país. O dado oficial do DoE sai às 11h30.

Caso o recuo nos estoques se confirme, seria uma boa notícia para um mercado que tem sido contido pelo excesso de oferta, ajudado em parte pela produção consistentemente forte dos EUA nos últimos anos.


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O gráfico diário do Ibovespa mostra um candle de dúvida sobre uma zona importante.

O fato do benchmark ter rompido a LTB no intradiário e fechado abaixo dela favorece a venda.

Assim sendo o caminho mais natural seria uma correção de preços, de pelo menos dois ou três pregões, ainda dentro da tendência de alta.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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