sexta-feira, 28 de julho de 2017

Red Friday?



Bom dia investidor!

Os futuros de cobre operam sem direção única nesta manhã, com os de Londres consolidando os fortes ganhos acumulados ao longo da semana e os de Nova York aparentemente pressionados por um movimento de realização de lucros.

Por volta das 9h40 (de Brasília), o cobre para três meses da London Metal Exchange (LME) subia 0,13%, a US$ 6.328,50 por tonelada, exibindo valorização de 5,4% desde a semana passada.

Por outro lado, o cobre para setembro da Comex - divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex) - recuava 0,24%, a US$ 2,8705 por libra-peso.

Segundo nota da Investec, o avanço do cobre na semana o levou a ser o metal básico com melhor desempenho em 2017, com valorização de 14% desde 1º de janeiro.

Mais adiante, investidores vão acompanhar dados chineses de atividade industrial a ser divulgados no início da próxima semana.

Outros metais básicos na LME operavam sem tendência única: o zinco caía 0,88% no horário indicado acima, a US$ 2.771,00 por tonelada; o alumínio cedia 0,26%, a US$ 1.929,00 por tonelada; o estanho tinha alta marginal de 0,10%, a US$ 20.720,00 por tonelada; o níquel subia 0,64%, a US$ 10.210,00 por tonelada; e o chumbo diminuía 0,24%, a US$ 2.298,00 por tonelada. 

Os contratos futuros do petróleo operam com modestos ganhos na manhã desta sexta-feira, atingindo a máxima em dois meses antes de uma importante leitura sobre a produção da commodity nos Estados Unidos.

Às 9h43 (de Brasília), o petróleo WTI para setembro subia 0,12%, a US$ 49,10 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro avançava 0,14%, a US$ 51,59 o barril, na ICE.

O petróleo sobe mais de 6% na comparação semanal, em meio a dados econômicos positivos dos EUA e após a reafirmação do compromisso da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para controlar a produção e exportações. Mas há dúvidas sobre se o petróleo pode se sustentar, caso a alta nos preços se mantenha.

A Arábia Saudita poderia ser desafiada a manter seus cortes prometidos de exportações após a temporada de verão com maior demanda na região terminar e há mais petróleo disponível para exportação no outono local, segundo Commerzbank.

As bolsas da Ásia e do Pacífico encerraram os negócios desta sexta-feira majoritariamente em baixa, com investidores realizando lucros após o fraco desempenho do setor de tecnologia em Wall Street.

Ontem, ações de tecnologia negociadas em Nova York sofreram uma abrupta queda, depois de atingirem uma série de recordes na esteira de balanços trimestrais. Com isso, o Nasdaq recuou cerca de 0,6%, contrastando com o Dow Jones, que avançou para mais um nível inédito de fechamento.

A menos de uma semana da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara, aliados do governo tentaram demonstrar confiança de que o resultado será favorável ao peemedebista.

Após um jantar no Palácio do Jaburu oferecido por Temer a parlamentares e ministros nesta quinta-feira, 27, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) minimizou a baixa popularidade do governo, apontada em pesquisa CNI/Ibope divulgada mais cedo, e disse que o presidente estava "muito alegre e descontraído".

Pelo terceiro pregão seguido, o Ibovespa tentou romper a barreira dos 65.624 na sessão de ontem, sem sucesso.

Temos sombra superior, o que abre espaço para uma sexta-feira de correção moderada.

A região de 65.000 deverá ser testada.

Se violada, abrirá espaço rumo ao decisivo 64.600, mas talvez não no pregão de hoje.

Na figura, intradiário de ontem e hoje até 11:00. Clique para ampliar.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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