segunda-feira, 3 de julho de 2017

...que venha o segundo semestre!


Bom dia investidor!


O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da China avançou para 50,4 em junho ante 49,6 em maio, segundo dados da Caixin Media divulgados pela IHS Markit.

"Os subíndices de produção e de pedidos novos subiram marginalmente em relação ao mês anterior, enquanto os preços de entrada e saída mostraram novas altas em junho. No entanto, os subíndices dos estoques de compra e de produtos acabados estiveram ambos em território de contração", afirmou Zhengsheng Zhong, diretor do CEBM Group.

A Bolsa de Tóquio fechou o primeiro pregão do segundo semestre em alta tímida, em um pregão marcado pela baixa liquidez. A causa do baixo volume de negociações foi as vésperas do feriado do Dia da Independência dos Estados Unidos, que fecham os mercados mais cedo hoje e deixam os operadores em casa amanhã.

O índice Nikkei terminou a sessão com alta de 0,11%, aos 20.055,80 pontos. Os papéis da Honda Motor subiram 0,10%, em dia de divulgação de dados de vendas de automóveis nos Estados Unidos. Já os da Nintendo cederam 2,02%, em mais um pregão ruim para ações de tecnologia.

Os contratos futuros de cobre operam em queda na manhã desta segunda-feira, pressionados pela alta do dólar ao redor do planeta e por sinais de aumento da produção no Chile e excesso de estoques em Londres. Além disso, há um certo movimento de reequilíbrio de carteiras, que provocam a venda do metal.

Há pouco, o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,75%, para US$ 5.914,50 por tonelada. O metal com entrega para setembro cedia 0,72%, cotado a US$ 2,6915 por libra-peso, na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Entre os demais metais básicos cotados na LME, a tonelada do alumínio recuava 0,08%, para US$ 1.921,50; a do zinco subia 0,60%, para US$ 2.781,50; a do chumbo ganhava 0,87%, a US$ 2.313,50; a do estanho subia 0,03%, a US$ 19.950,00; e a do níquel tinha valorização de 0,05%, a US$ 9.380,00.

Os contratos futuros de petróleo operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, em meio a um questionamento, por parte de investidores, sobre o forte rali da semana passada, que pode ter ignorado o contexto de excesso de oferta mundial.

Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato para setembro do Brent operava em alta de 0,25%, a US$ 48,89 por barril, às 8h50 (de Brasília). Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI par setembro avançava 0,37%, a US$ 46,21 por barril.

Os futuros da commodity acumularam alta média de 7,0% na semana passada, beneficiados por números mostrando uma queda da atividade de extração nos Estados Unidos pela primeira vez desde janeiro.

Hoje, no entanto, parte dos investidores dizem acreditar que o rali foi muito excessivo, e que o aumento da produção na Líbia os mantém cientes sobre a abundância de petróleo no mundo.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve a primeira deflação mensal desde junho de 2006 (-0,40%) ao cair 0,32% no sexto mês deste ano, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. Em maio, o IPC-S havia subido 0,52%. No acumulado em 12 meses, o indicador desacelerou ao passar de 4,05% até maio para 3,44% em igual período concluído em junho. No ano, a taxa acumulada é de 1,81%.

Embora o Banco Central tenha mantido a projeção de crescimento de 0,5% para a economia brasileira em 2017, os economistas do mercado financeiro seguem demonstrando maior pessimismo. A expectativa de alta para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano permaneceu em 0,39% no Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco. Há um mês, a perspectiva era de avanço de 0,50%.

Para 2018, o mercado mudou, para pior, a previsão de alta do PIB, de 2,10% para 2,00%. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,40%.

Em 22 de junho, o BC informou em seu Relatório Trimestral de Inflação (RTI) a manutenção em 0,5% da estimativa para o PIB em 2017. A agropecuária, com projeção de expansão de 9,6% no ano, é o principal fator de sustentação para a atividade. No RTI, o Banco Central também voltou a defender que os indicadores permanecem compatíveis com a estabilização da economia no curto prazo.

No relatório Focus de hoje, as projeções para a produção industrial para este ano tiveram leve melhora. O avanço projetado para 2017 foi de 0,55% para 0,66%. Há um mês, estava em 1,09%. No caso de 2018, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 2,30%, ante 2,50% de quatro semanas antes.

No Focus, a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2017 foi de 51,50% para 51,53%. Há um mês, estava e, 51,50%. Para 2018, as expectativas no boletim Focus foram de 55,07% para 55,17%, ante 55,20% de um mês atrás.

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O gráfico diário do Ibovespa mostra disposição do mercado para assumir riscos e subir no curto prazo.

Temos um OCOI rompido e duas anteriores importantes resistências que poderão servir como suportes em caso de correção, pelo princípio de inversão de polaridade da análise técnica: 62.830 e 62.500.

O primeiro alvo é 63.640, seguido por 64.170.

Assim sendo, se tivermos quedas as mesmas serão oportunidades na minha interpretação.


Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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