terça-feira, 18 de julho de 2017

Ibovespa indica correção


Bom dia investidor!

O preço médio de moradias novas na China subiu 0,7% em junho ante maio, de acordo com dados divulgados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas. Na comparação anual, o preço médio avançou 9,6% em junho ante o mesmo período do ano passado.

Os preços subiram em 70 de 70 cidades chinesas em junho ante o mesmo período do ano passado, de acordo com o governo. Na comparação mensal, os preços avançaram em 60 de 70 cidades. 

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa nesta terça-feira, à medida que o iene se fortaleceu ante o dólar em meio a preocupações de que o presidente dos EUA, Donald Trump, tenha dificuldades de avançar com sua agenda de reformas no Congresso americano.

Ontem, o governo Trump sofreu um revés ao não obter apoio suficiente no Partido Republicano para aprovar um novo projeto de lei de saúde, que tinha como objetivo substituir o chamado "Obamacare". O maior temor dos investidores é que, mais adiante, a Casa Branca enfrente obstáculos também para implementar uma aguardada reforma tributária.

O índice Nikkei caiu 0,59% hoje, encerrando o pregão ligeiramente abaixo da marca psicológica dos 20 mil pontos, a 19.999,91 pontos. Ontem, o mercado japonês não operou devido a um feriado nacional.

O índice de expectativas econômicas da Alemanha caiu para 17,5 em julho, de 18,6 em junho, segundo o instituto alemão ZEW. 

Já o chamado índice para as condições atuais medido pelo ZEW recuou para 86,4 em julho, de 88 no mês anterior. Neste caso, a projeção era de estabilidade do índice a 88. 

Os contratos futuros de petróleo operam com modestas altas na manhã desta terça-feira, à espera de novos números dos estoques da commodity nos Estados Unidos. Além disso, o dólar mais fraco colabora para o movimento positivo.

Às 9h30 (de Brasília), o petróleo WTI para setembro avançava 0,35%, a US$ 46,18 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para setembro subia 0,45%, a US$ 48,64 o barril, na ICE.

A produção total de xisto dos EUA deve avançar 113 mil barris por dia em agosto na comparação com o mês anterior, para chegar a 5,585 milhões de barris por dia, segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). Caso se confirme, esse seria o oitavo avanço mensal consecutivo.

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York nesta manhã.

Por volta das 9h35 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,41%, a US$ 5.980,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em setembro recuava 0,44%, a US$ 2.7120,00 por libra-peso.

Outros metais básicos na LME não exibiram uma direção única: o alumínio tinha queda de 0,52% no horário indicado acima, a US$ 1.902,50 por tonelada, enquanto o zinco diminuía 1,52%, a US$ 2.777,50 por tonelada, o pouco negociado estanho aumentava 0,28%, a US$ 19.965,00 por tonelada, o níquel avançava 0,42%, a US$ 9.650,00 por tonelada, e o chumbo recuava 0,67%, a US$ 2.282,00 por tonelada.

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O gráfico diário do Ibovespa indicou, na sessão de ontem, o início de um processo corretivo, dentro da pernada de alta.

Ela poderá ser mais lateral e no tempo, com a subida da média de móvel de 21, durando de três a cinco pregões em média. ou então no preço, mais aguda rápida.

Se o mercado mostrar força, a média móvel de 5 seria um suporte suficientemente forte para segurar as cotações.


Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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