segunda-feira, 10 de julho de 2017

... e começa a semana decisiva!


Bom dia investidor!

Os contratos futuros de petróleo operam em queda na manhã desta segunda-feira, pressionados por renovados temores sobre excesso de oferta global da commodity.

Às 9h15 (de Brasília), o barril do Brent para setembro recuava 0,92%, a US$ 46,28, na Intercontinental Exchange (ICE). Já o do WTI, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), cedia 0,99%, para US$ 43,79.

Na sexta-feira, a prestadora americana de serviços petrolíferos Baker Hughes informou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos Estados Unidos registrou alta de 7 na última semana, para 763.

Os preços do cobre operam em baixa na manhã desta segunda-feira, pressionados por um dólar mais forte em relação a outras moedas fortes.

Por volta das 9h20, a tonelada do cobre para três meses na LME recuava 0,27%, a US$ 5.815,00. Já o metal para entrega em setembro tinha queda de 0,26%, a US$ 2,6400 por libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Entre outros metais básicos na LME, o alumínio caía 0,39%, a US$ 1.923,50 por tonelada; o zinco recuava 0,36%, a US$ 2.778,00 por tonelada; o chumbo perdia 0,70%, a US$ 2.284,00 por tonelada; o estanho cedia 0,68%, a US$ 19.600,00 por tonelada; e o níquel tinha baixa de 0,38%, a US$ 8.945,00 por tonelada.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 1,5% em junho ante o mesmo período do ano anterior, informou o Escritório Nacional de Estatísticas do país.

O CPI recuou 0,2% entre maio e junho. Excluindo alimentos, o índice de preços teve alta anual de 2,2% em junho.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da China avançou 5,5% em junho ante o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas do país.

Entre maio e junho, o PPI recuou 0,2%.

O governo mantém a previsão de que a reforma trabalhista será votada amanhã, terça-feira, 11, no plenário do Senado. Mesmo com pesquisas que indicam um placar apertado para a aprovação do projeto que precisa do apoio de 41 senadores, a base governista no Congresso mantém o calendário costurado há alguns dias, segundo pessoas que acompanham o tema no Congresso. Enquanto isso, segue a articulação para convencimento de um grupo de cinco senadores que demonstraram estar indecisos sobre o tema.

Há uma semana, o Palácio do Planalto previa 43 senadores favoráveis ao projeto no plenário. A pesquisa mais recente indica que um deles não acompanhará o governo e deve votar "não". Assim, o governo agora conta apenas com um voto a mais que o mínimo necessário.

Diante dessa margem mínima naquela que é considerada "a mais fácil das reformas" por precisar de maioria simples no plenário - a da Previdência exige três quartos, o Palácio do Planalto tem se desdobrado para tentar derrubar a denúncia contra Temer e, ao mesmo tempo, convencer cinco senadores que ainda estão em dúvida sobre a reforma trabalhista.

Na semana em que, o presidente da República Michel Temer e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), dividiram as atenções no Congresso, nas articulações para uma eventual substituição do ocupante do Palácio do Planalto, quem assumiu o protagonismo político junto ao mercado foi a equipe econômica. Entre economistas, analistas financeiros, empresários e executivos de grandes empresas consolida-se o consenso que, mais importante do que escolher entre Michel e Maia, é garantir a permanência do time comandado pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles.


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O Ibovespa tem o desenho simétrico de um ombro-cabeça-ombro-invertido.

No gráfico temos destacados ombos e cabeça.

A resta pescoço do padrão foi testada e respeitada no pregão de sexta-feira, sugerindo à afrente.


Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan

Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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