terça-feira, 16 de maio de 2017

Ibovespa rumo aos 70.000?

Bom dia investidor!


O índice de expectativas econômicas da Alemanha subiu para 20,6 em maio, de 19,5 em abril, segundo dados publicados hoje pelo instituto alemão ZEW.

Já o chamado índice para as condições atuais medido pelo ZEW aumentou para 83,9 em maio, de 80,1 em abril, superando a projeção do mercado, de 82.

Os preços futuros do petróleo operam em leve alta nesta terça-feira, beneficiados pela confiança de que membros e não membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) irão estender os cortes em vigor até o final de março do ano que vem.

Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato do Brent para julho subia 0,44%, a US$ 52,05 por barril, perto das 8h08 (de Brasília). Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para junho avançava 0,49%, a US$ 49,09 por barril.

Ontem, os contratos tiveram valorização robusta após a notícia de que a Arábia Saudita e a Rússia propuseram um pacto para que os cortes da Opep e de não membros fossem estendidos até o final de março de 2018, em uma nova tentativa de reequilibrar o mercado.

Os contratos futuros de cobre operam em queda nesta terça-feira, revertendo um rali de curta duração após dados mais fracos da China.

Por volta das 8h48 (de Brasília), o contrato de cobre para três meses operava em queda de 0,31%, a US$ 5.588,50 por tonelada na London Metal Exchange (LME). Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para julho recuava 0,30%, a US$ 2,5315 por libra-peso.

Após ter devolvido toda a valorização de 2017 nas últimas semanas, o cobre passou os últimos dias se recuperando em meio a uma melhora do sentimento dos investidores em relação à China.

Os demais metais operaram majoritariamente em queda na LME. O alumínio subia 0,05%, a US$ 1.909 a tonelada; o chumbo caía 1,4%, a US$ 2.102 a tonelada; o estanho recuava 0,03%, a US$ 19.855 a tonelada; o zinco cedia 1,56%, a US$ 2.533 a tonelada; e níquel apresentava baixa de 0,11%, a US$ 9.155 a tonelada. 

Os mercados domésticos abrem nesta terça-feira atentos ao presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, à espera de mais sinais que reforcem as apostas de que a Selic cairá 1,25 ponto porcentual na reunião do Copom daqui a duas semanas (dias 30 e 31), para 10% ao ano.

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposto envolvimento na venda da Medida Provisória 471, em um desdobramento da Operação Zelotes.

Além de Lula, a PF indiciou outras 12 pessoas, entre elas o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, da CAOA, e o ex-presidente da Mitsubishi, Paulo Ferraz, o ex-ministro Gilberto Carvalho e lobistas.

O grupo de lobistas alvos do inquérito já foi condenado em outro processo, mas Lula continuou sendo investigado nesse inquérito que teve desfecho agora com o indiciamento. Caso o Ministério Público Federal acate a sugestão da PF, Lula poderá se tornar réu no segundo processo sobre venda de MPs - o ex-presidente já é réu por suposta participação da compra da MP 627/2013.

O gráfico diário do Ibovespa aponta para 69.490.

Existe um consenso no mercado que o alvo seria 70.000, porém tecnicamente o mercado não mira esse alvo, uma vez que temos topo em 69.490 e quando chegar lá, caso isso ocorra de fato, já estará longe das médias.

Em todo caso a tendência é de alta e o caminho mais natural para a sessão dessa terça-feira é de mais um pregão positivo, de forma moderada, marcando o fim da temporada de balanços.

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Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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