quarta-feira, 24 de maio de 2017

China e política em pauta


Bom dia investidor!

O índice de confiança do consumidor da Alemanha subiu para 10,4 na pesquisa de junho do instituto GfK, de 10,2 na leitura de maio.

O GfK atribui a esperada melhora do índice a expectativas de crescimento robusto da economia alemã.

O instituto de pesquisa alemão utiliza dados do mês atual para estimar a confiança do mês seguinte.

Os contratos futuros de petróleo operam com volatilidade na manhã desta quarta-feira, com os investidores atentos à reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que ocorre amanhã, em Viena.

Por volta das 9h30, o petróleo WTI para julho recuava 0,10%, a US$ 51,42 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o petróleo tipo Brent para o mesmo mês subia 0,04%, a US$ 54,17 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Os preços do petróleo vêm oscilando entre perdas e ganhos desde março, dividido entre preocupações sobre os estoques e um maior otimismo em relação à demanda global. A reunião da Opep desta quinta-feira está no centro das atenções dos investidores, com a possibilidade de uma extensão no acordo do cartel de cortar a produção de petróleo para equilibrar a demanda global.

A Moody's rebaixou o rating da China de Aa3 para A1, além de mudar a perspectiva da nota de negativa para estável. A agência afirma que o rebaixamento reflete a expectativa de que a força financeira do país irá erodir gradualmente ao longo dos próximos anos, com a dívida na economia como um todo continuando a crescer, enquanto o crescimento potencial desacelera.

Em reação às incertezas políticas provocadas pelas denúncias contra o presidente Michel Temer, a equipe econômica traçou uma ofensiva para tirar o ‘carimbo’ da crise da reforma da Previdência e das demais medidas econômicas. A avaliação é que há ainda uma base política relevante para dar continuidade à agenda, mesmo que isso signifique atrasar um pouco mais a votação, como já indicou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

A estratégia é manter as negociações para a aprovação das reformas da Previdência e trabalhista, mesmo sem uma definição de qual será o destino de Temer.

O agravamento da crise política fez PSDB e o DEM intensificarem as articulações de bastidores na tentativa de barrar a possibilidade de eleição direta para substituir o presidente Michel Temer.

Em conversas reservadas, dirigentes das duas siglas avaliam que, caso a coalizão de apoio a Temer não apresente uma alternativa de poder, o movimento por “diretas já” pode ganhar força, com “risco” de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltar ao Palácio do Planalto.

Nesta terça-feira, a base aliada conseguiu adiar a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara do relatório favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das eleições diretas para o caso de vacância da Presidência. O projeto, mais tarde, foi retirado da pauta.

O Ibovespa fez, na sessão de ontem, o movimento mais natural e esperado, ou seja, buscou primeiramente 62.500 e depois a região de 62.830, que deve ser rompida hoje logo na abertura. Clique no gráfico para ampliar.

Pela inversão de polaridade na análise técnica, será suporte imediato e deverá sustentar os preços.

Aqui o gráfico diário. Clique para ampliar.

O movimento mais provável para hoje será o teste da tríplice resistência formada pela média móvel exponencial de 5 períodos, LTA pontilhada em azul e máxima do repique em 63.490.

No 60 minutos podemos perceber a importância de 62.830, que deverá ser rompido nos primeiros negócios, sendo esse ponto relevante fundo de abril.

A divisor de águas é de fato 63.490, o qual será capaz de revelar se temos um repique ou reversão.

Bons negócios!



Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@TopTraders.Com.BR

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