sexta-feira, 3 de março de 2017

Odebrecht deixa o Planalto em alerta


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam em queda generalizada.

China -0,36% e Japão -0,49%.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da China caiu de 53,1 em janeiro para 52,6 em fevereiro, segundo pesquisa divulgada pela Caixin Media, em parceria com a IHS Markit.

Já o PMI composto do país, que engloba serviços e indústria, avançou de 52,2 em janeiro para 52,6 em fevereiro. Leituras acima de 50,0 indicam expansão de atividade.

O minério de ferro caiu 0,1% na China, fechando cotado a US$ 91,6 a tonelada seca; na semana houve alta de 1,5%.

Europa opera sem direção única.

Londres -0,22%; Frankfurt -0,19%; Paris +0,73%.

As vendas no varejo da Alemanha caíram 0,8% em janeiro ante dezembro, no cálculo com ajustes sazonais, segundo dados divulgados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis.

Na comparação anual, por outro lado, as vendas no varejo alemão mostraram acréscimo de 2,3% em janeiro, em termos reais, graças a um dia adicional de compras no primeiro mês do ano.

O indicador de vendas no varejo alemão é volátil e sujeito a grandes revisões. Por esse motivo, economistas normalmente observam os números mensais com cautela e levam mais em consideração as médias em três meses. 

Os futuros de petróleo se recuperam moderadamente nos negócios da manhã, mas permanecem próximos dos menores níveis em três semanas que atingiram na sessão anterior, em meio a sinais de avanços na produção dos EUA e dos elevados estoques globais da commodity.

Às 9h30 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para maio avançava 0,24% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 55,21 por barril, enquanto o WTI para abril subia 0,15% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 52,69 por barril.

Ontem, os preços do petróleo sofreram queda de mais de 2%, influenciados por dados recentes que mostraram novos aumentos na produção e estoques dos EUA.

Os mercados abrem hoje na expectativa pela fala de Yellen (15h), que pode confirmar a aposta já amplamente majoritária de que o FED subirá o juro nos EUA em sua reunião do dia 15.

Nos contratos futuros dos FED Funds, essa probabilidade está agora em 80%, pegando o Brasil em um momento de desconforto com as delações da Odebrecht, que ameaçam o governo Temer e as chances de aprovação das reformas econômicas.


O gráfico diário do Ibovespa mostra a perda do forte 66.600, média móvel exponencial de 21 períodos e mínima da semana anterior em 66.452 com facilidade da sessão anterior.

BOVESPA agora (11h40)

Temos um pivô de baixa e a média móvel exponencial de 5 períodos inclinada para a venda.

O próximo suporte é 65.300 e repiques, na minha interpretação, serão oportunidades de venda se ocorrerem no curto prazo.

O movimento sinaliza alvo em 63.740 na próxima semana, com parada para respiro em 64.770.

Bons negócios!


Wagner Caetano 
Diretor Top Traders, para o Cartezyan


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