quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Mercado à espera do Copom


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam com valorização.

China +0,24%; Hong Kong + 0,99% e Japão estável.

O aumento dos preços das moradias da China em janeiro refletiu os esforços do governo para manter o mercado de trabalho estável. O preço médio das casas novas subiu 10,7% em janeiro ante o mesmo período do ano passado. Em dezembro, o aumento havia sido de 10,8%.

Na comparação mensal, o preço médio de moradias novas em 70 cidades chinesas aumentou 0,24% em janeiro ante dezembro, de acordo com cálculos do Wall Street Journal, com base em dados divulgados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China. Em dezembro, o ganho havia sido de 0,26% ante novembro.

Em um comunicado divulgado na internet, o governo chinês atribuiu a estabilidade ao impacto das restrições na compra de propriedades em cidades de primeira e segunda linha.

Os preços de moradias novas subiu em 45 de 70 cidades em janeiro ante o mês anterior, ante 46 cidades em dezembro. Na comparação anual, os preços de moradias novas subiu em 66 cidades em janeiro ante o mesmo mês do ano passado, contra 65 em novembro.

Em Pequim e Xangai, os preços de moradias ficaram estáveis em janeiro ante dezembro. Os preços em Shenzhen caíram 0,5%.

O minério de ferro com pureza de 62% caiu 1% no mercado à vista e foi a US$ 93,6 a tonelada seca no porto de Tianjin, de acordo com dados do The Steel Index. Já o insumo cotado no porto de Qingdao, com teor de concentração de ferro de 62% e com 2% de alumínio recuou 0,9% para US$ 94 a tonelada seca.

Europa opera sem direção única.

Londres +0,03%; Frankfurt +0,11%; Paris -0,05%.

O índice de sentimento das empresas da Alemanha subiu para 111 em fevereiro, de 109,9 em janeiro, segundo o instituto alemão Ifo.

Apenas o subíndice sobre as expectativas das empresas para os próximos seis meses avançou para 104 em fevereiro, de 103,2 em janeiro. Já o subíndice de condições atuais subiu neste mês para 118,4, de 116,9 em janeiro.

O Ifo entrevista cerca de 7.000 empresas dos setores de manufatura, construção, atacado e varejo para sua pesquisa mensal.

Os futuros de cobre operam em baixa nesta manhã, devolvendo parte dos fortes ganhos recentes, apesar da interrupção da produção de duas grandes minas e à espera da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

Por volta das 9h (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,5%, a US$ 6.025,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em março tinha queda mais acentuada, de 1,13%.

IBOVESPA agora, às 10:41, perdeu o primeiro suporte

O gráfico diário do Ibovespa mostra o rompimento do topo anterior em 68.455.

Acima desse patamar a escalada tende a continuar.

Porém uma violação desse ponto sinalizaria um rompimento falso, padrão que tem ocorrido com frequência nas últimas semanas.

Uma perda de 68.455, especialmente se for em fechamento, seria uma indicação clara de queda para o curto prazo.

Bons negócios

Wagner Caetano, da TopTraders
para o Cartezyan


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