segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O ano das oportunidades!


Bom dia investidor!

Após o recesso voltamos com o Cenário.

As cotações em vermelho são predominantes mundo afora.

China fechou a sessão em queda de 0,30%, enquanto no Japão tivemos baixa de 1,00%.

Europa tem Londres operando estável, enquanto Frankfurt cede 0,57% e Paris recua 0,51%.

O minério de ferro subiu 4,1% na China, fechando cotado a US$ 83,5 a tonelada seca.

O cobre opera em queda de 0,20% em Londres, a US$ 5.901 a tonelada.

Petróleo opera em baixa marginal.

Aumentou a pressão sobre a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, para que ela forneça mais detalhes sobre sua visão da saída do país da União Europeia (UE).

Um comitê do Parlamento exigiu que o governo publique seus planos até meados de fevereiro para dar tempo suficiente aos legisladores para que os examine antes que May acione os procedimentos de separação.

Em seu primeiro relatório, o Comitê de Saída da União Europeia disse que quer que o governo explique seus objetivos para o futuro relacionamento comercial, incluindo possíveis acordos transicionais no caso de o Brexit não ser concluído em dois anos. Além disso, os legisladores ainda devem votar sobre o acordo final.

Após se esquivar de perguntas por meses, dizendo que não queria comprometer sua estratégia de negociação, May prometeu revelar mais em um discurso na terça-feira.

Analistas e investidores estarão atentos a sinais que mostrem se May está se inclinando mais para um Brexit "difícil" ou "fácil".

Na esteira do corte de juros e da divulgação do Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) de novembro, na semana passada, o Relatório de Mercado Focus indicou manutenção nas projeções de atividade para 2017 e leve piora para 2018. Pelo documento divulgado hoje, a mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 seguiu com alta de 0,50%. Há um mês, a perspectiva era de avanço de 0,58%.

Para 2018, o mercado reduziu a previsão de alta de 2,30% para avanço de 2,20% no PIB. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,30%.

Na semana passada, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de 13,75% para 13,00% ao ano. Uma das principais justificativas para o corte de 0,75 ponto porcentual foi a atividade econômica, que está "aquém do esperado". Na sexta-feira, o BC informou que o IBC-Br subiu 0,20% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal. No acumulado de 2016 até novembro, porém, a atividade cai 4,59%, conforme o IBC-Br.

No último Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado no fim de dezembro, o BC projetou recuo de 3,3% do PIB em 2016 e avanço de 0,8% para 2017. Já o Ministério da Fazenda trabalha com estimativa de crescimento de 1,0% para este ano.

No relatório Focus de hoje, as projeções para a produção industrial indicaram um cenário de leve recuperação neste e no próximo ano. O avanço projetado para 2017 seguiu em 1,00%. Há um mês, estava em 0,75%. No caso de 2018, a estimativa de crescimento da produção industrial permaneceu em 2,10%, mesmo porcentual de quatro semanas antes.

Já a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2017 foi de 50,67% para 50,82% no Focus. Há um mês, estava em 50,75%. Para 2018, as expectativas no boletim Focus foram de 54,30% para 54,75%, ante projeção apontada um mês atrás de 55,35%.


O gráfico diário do Ibovespa mostra um movimento forte de alta iniciado dia 22/12/2016, praticamente em linha reta.

O caminho mais natural seria uma correção de preços.

Temos um sinal de topo deixado no pregão de sexta-feira, um harami.

Como o movimento de compra foi muito forte, somente a perda do último topo seria um sinal forte de baixa no curto prazo, no caso 62.935.

Bons negócios!


Wagner Caetano 
Diretor Top Traders

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