quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Fed'ay


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam sem direção única.

China -0,46%% e Japão +0,02%.

Os bancos chineses liberaram 794,6 bilhões de yuans (US$ 115,1 bilhões) em novos empréstimos em novembro, segundo dados publicados hoje pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês).

Contratos de financiamento imobiliário de médio e longo prazos atingiram 569,2 bilhões de yuans em novembro, respondendo por 72% dos novos empréstimos.

O financiamento social total, uma medida mais ampla do crédito na economia chinesa, somou 1,74 trilhão de yuans em novembro, mostrando forte avanço em relação a outubro, quando ficou em 896,3 bilhões de yuans.

Já a base monetária da China (M2) teve aumento anual de 11,4% em novembro, após avançar em ritmo mais forte em outubro, de 11,6%. A variação, porém, veio em linha com a projeção de analistas.

Europa opera em baixa.

Londres -0,21%; Frankfurt -0,17%; Paris -0,33%.

Futuros norte-americanos têm baixa marginal, assim como o cobre.

Há quase um consenso de que, mais tarde, o Fed elevará juros pela primeira vez desde dezembro do ano passado, após concluir reunião de política monetária iniciada ontem.

O BC americano também indicará quantas vezes mais poderá aumentar as taxas ao longo do próximo ano e divulgará projeções de Produto Interno Bruto (PIB), de inflação e de desemprego.

O Fed anuncia a decisão às 17h (de Brasília) e sua presidente, Janet Yellen, fala em coletiva a partir das 17h30.

Elevações de juros pelo Fed costumam levar os mercados emergentes a perder recursos para ativos dos EUA.

Petróleo WTI cai 1,08%, a US$ 52,41 por barril, na Nymex, enquanto o Brent recua 0,97%, a US$ 55,18 por barril, na ICE.

Economistas que acompanham o ajuste fiscal consideraram um importante avanço a aprovação da proposta de emenda à Constituição que cria um limite para os gastos, a chamada PEC do Teto.

No entanto, agora há uma grande apreensão em relação à capacidade de o governo e de o próprio Congresso darem o próximo passo: aprovar a reforma da Previdência.

A avaliação é que a nova onda de delações dentro da Operação Lava Jato, protagonizada pelos executivos da Odebrecht, tende a enfraquecer a base aliada, contaminar a discussão sobre a Previdência, desidratando ou até mesmo impedindo a reforma.

Clique para ampliar

O gráfico diário do Ibovespa apresentou ontem máximas e mínimas mais baixas que a sessão anterior, além de deixar um sombra superior importante.

O fechamento foi abaixo de 59.420 e sugere mais queda ao longo da semana.

O ponto chave parece que será algo entre 58.100 e 58.300, definindo o rumo de curto prazo para o benchmark.

Bons negócios e até amanhã!

Wagner Caetano 
Diretor Top Traders o do Cartezyan

Nenhum comentário:

Postar um comentário