terça-feira, 8 de novembro de 2016

Volatilidade no ar


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam com valorização, com exceção do Japão que teve baixa marginal de 0,03%.

China +0,46% e Hong Kong +0,47%.

As importações de petróleo e minério de ferro da China subiram em outubro em relação a igual mês do ano passado, mas as de cobre recuaram, segundo dados preliminares divulgados pela Administração Geral de Alfândega do país.

No mês passado, as compras chinesas de petróleo bruto registraram avanço anual de 9,3%, a 28,79 milhões de toneladas, o equivalente a 6,8 milhões de barris por dia.

As importações chinesas de minério de ferro, por sua vez, subiram 7% na comparação anual de outubro, a 80,8 milhões de toneladas. Já as compras de cobre sofreram queda de 31%, a 290 mil toneladas.

Entre janeiro e outubro, as importações de petróleo bruto da China cresceram 14% ante o mesmo período de 2015, a 312,28 milhões de toneladas, enquanto as de minério de ferro avançaram 8,9%, a 843,31 milhões de toneladas, e as de cobre tiveram acréscimo de 7%, a 4,08 milhões de toneladas.

Os dados também mostraram que a China exportou 290 mil toneladas de petróleo bruto em outubro. No mesmo mês do ano passado, o país asiático não exportou petróleo.

As exportações da China medidas em dólares continuaram a cair em outubro, ainda que em ritmo mais contido, à medida que a demanda global por bens da segunda maior economia do mundo se manteve fraca. Na comparação anual, as exportações chinesas tiveram queda de 7,3% em outubro, a sétima consecutiva, segundo dados publicados pela Administração Geral de Alfândega do país. Em setembro, os embarques externos da China haviam apresentado declínio anual mais forte, de 10%.

Os números sugerem que as exportações chinesas, que já foram um importante fator de crescimento, continuam prejudicando o desempenho geral da economia.

O resultado das exportações em outubro veio pior do que o esperado por 14 economistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam redução anual de 5,7%.

Já as importações chinesas recuaram 1,4% na comparação anual de outubro, após caírem 1,9% em setembro. Também neste caso, a projeção do mercado era de queda menor, de 1,1%.

O superávit comercial da China aumentou em outubro, a US$ 49,06 bilhões, de US$ 41,99 bilhões em setembro, mas ficou aquém da expectativa dos analistas, que era de saldo positivo de US$ 51,8 bilhões. Fonte: Dow Jones Newswires. 

Velho mundo opera sem direção única.

Londres +0,12%; Frankfurt -0,27%; Paris +0,02%.

Dow Jones futuro cai 0,08%; Nasdaq cede 0,16%; S&P 500 tem baixa de 0,14%.

Petróleo Brent sobe 1%, a US$ 46,61 por barril, na ICE, enquanto o WTI avança 0,69%, a US$ 45,20 por barril, na Nymex.

Os preços do petróleo vão se recuperar nos próximos quatro anos, mas em ritmo bem mais fraco do que se imaginava, segundo avaliação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Em relatório anual sobre a perspectiva mundial do petróleo, a Opep previu hoje que o preço da commodity avançará US$ 5 por barril no médio prazo e alcançará US$ 60 por barril, em termos nominais, até 2020. A nova projeção é US$ 20 menor que a referência de US$ 80 por barril mencionada pelo grupo no ano passado para o início da próxima década.

A Opep também espera que a demanda por petróleo cresça de forma mais lenta e que a oferta da commodity continue elevada.


As eleições norte-americanas serão o principal driver do dia, trazendo volatilidade ao longo da sessão.

O Ibovespa mostrará nas próximas sessões se a alta de ontem foi o gatilho para um rali de final de ano ou um respiro para montar um pivô de baixa e entrar em queda definitivamente, revertendo a tendência de curto prazo.


Bons negócios!

Wagner Caetano
TopTraders = contato@toptraders.com.br
Infomoney = Na Mira do Trader
Cartezyan = wagner@cartezyan.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário