quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Plenário da Câmara aprova PEC do Teto


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam em baixa, com exceção do Japão que subiu +0,15%.

Xangai cedeu 0,50%.

O minério de ferro subiu 1,1% na China, fechando cotado a US$ 62,3 a tonelada.

Velho mundo opera com baixa generalizada.

Londres -0,94%; Frankfurt -1,05%; Paris -0,76%.

Os contratos futuros de cobre operam em baixa moderada na manhã desta quarta-feira, devolvendo parte dos ganhos após uma sessão forte ontem.

Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses caía 0,2%, a US$ 4.728 a tonelada, após atingir na terça-feira o nível mais alto desde 13 de outubro. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para dezembro recuava 0,16%, a US$ 2,1350 a libra-peso, às 9h32.

Dow Jones futuro cai 0,46%; S&P 500 recua 0,44%; Nasdaq perde 0,59%.

O petróleo cede pouco mais de 1% em Londres e Nova York.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno, por 359 votos a 116, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que institui um teto de gastos para a União por 20 anos. Houve ainda duas abstenções. O placar mostra que o Palácio do Planalto perdeu sete votos em relação ao primeiro turno, embora viesse apostando inclusive em uma margem maior na segunda votação.

No dia 10, a medida foi aprovada em primeiro turno por 366 votos a 111, com duas abstenções. Com isso, a criação de um teto de gastos, principal aposta da equipe econômica para reequilibrar as contas públicas, está pronta para ir ao Senado, onde também será apreciada em dois turnos. A estimativa é que a primeira análise do texto pelos senadores ocorra em 29 de novembro. A votação final deve ficar para 13 e 14 de dezembro.

Nos últimos dias, o governo repetiu a receita adotada no primeiro turno para tentar ampliar a "gordura" no placar de aprovação da PEC na Câmara. Dois ministros foram exonerados e voltaram à Câmara para votar a favor da medida: Bruno Araújo (Cidades) e Fernando Coelho Filho (Minas e Energia). O Planalto também fez chegar aos partidos políticos que as nomeações para cargos na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil devem sair em breve, um agrado aos aliados.

O gráfico diário do Ibovespa mostra presença vendedora e sinaliza baixa para o curto prazo.


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O primeiro alvo da queda é 62.300, provavelmente ainda essa semana, mas pelo que subiu deverá ceder mais, talvez até a média móvel exponencial de 21 períodos, que no momento está colada na primeira retração de Fibonacci entre o fundo de meados de setembro e a máxima do ano.

Veja aqui o IBOV longo prazo.

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Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan
ToTraders

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