sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Red Friday


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam sem direção única.

China -0,55% e Japão +0,04%.

A inflação ao consumidor da China desacelerou pelo quarto mês seguido em agosto, ficando ainda mais abaixo do teto da meta do governo, de acordo com dados oficiais divulgados hoje.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do país subiu 1,3% em agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado, desacelerando ante o aumento de 1,8% observado em julho, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas. Menores aumentos nos preços de alimentos pesaram sobre o indicador.

O resultado ficou bem abaixo do teto da meta de Pequim, de inflação de 3% neste ano, dando espaço para que os responsáveis pela política monetária afrouxem ainda mais, em meio a uma desaceleração econômica contínua.

Em uma base mensal, o CPI subiu 0,1% em agosto, na comparação com o mês anterior, ante um avanço de 0,2% em julho.

Já o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) recuou 0,8% em agosto ante o mesmo mês do ano passado, na comparação com uma queda de 1,7% em julho. O índice tem se arrastado em território deflacionário por mais de quatro anos, mas a queda dos preços começou a ser atenuada no começo do ano.

Analistas do mercado esperavam uma queda de 0,9% no PPI.

Em agosto, o PPI subiu 0,2% na comparação com o mês anterior. Em julho, o indicador havia subido 0,2% ante junho. 

Velho mundo tem mais um pregão com os ursos no comando.

Londres -0,71%; Frankfurt -0,52%; Paris -0,78%.

Petróleo WTI recua 2,33%, a US$ 46,50 por barril, na Nymex, enquanto o Brent cede 2,58%, a US$ 48,70 por barril, na ICE.

Cobre tem baixa de 0,48%, na Comex.

Nas mínimas, Dow Jones futuro recua 0,46%, Nasdaq perde 0,46% e S&P 500 cai 0,47%.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou agosto com alta de 0,44%, ante uma variação de 0,52% em julho, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa acumulada no ano foi de 5,42%. Em 12 meses, o resultado ficou em 8,97%, ainda muito acima do teto da meta estipulada pelo governo, de 6,5%.


Ontem o Ibovespa fechou cravado no ponto citado aqui ontem (edição de ontem), região de 60.240.

O mais natural seria uma correção de preços a partir dessa sexta-feira.

O primeiro suporte fica na região de 59.420, topo anterior e onde está a média móvel exponencial de 4 períodos.

Se houver perda desse ponto, a próxima parada será em 58.575.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan
TopTraders = contrato@toptraders.com.br

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