quarta-feira, 27 de julho de 2016

Fed'ay


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam sem direção única.

China -1,91% e Japão +1,72%.

As indústrias chinesas registraram lucro de 616,31 bilhões de yuans (US$ 92,1 bilhões) em junho, em uma alta de 5,1% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas.

O crescimento do lucro foi 1,4% maior que o registrado em maio. Nos primeiros seis meses do ano, as indústrias observaram um ganhos de 3 trilhões de yuans, em uma alta de 6,2% ante o mesmo período de 2015.

O escritório de estatísticas diz que a produção e as vendas do setor industrial aceleraram em junho, com destaque para os segmentos de processamento de petróleo e equipamentos eletrônicos. 

Velho mundo segue em modo compra, tudo verde.

O índice de confiança do consumidor da Alemanha caiu para 10,0 na pesquisa de agosto do instituto GfK, de 10,1 na leitura de julho. Apesar do leve declínio, o resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda maior do indicador, a 9,9.

O instituto de pesquisa alemão utiliza dados do mês atual para estimar o indicador do mês seguinte. 

Dow Jones futuro sobe 0,23%; Nasdaq avança 0,77%; S&P 500 ganha 0,21%.

Londres +0,65%; Frankfurt +0,95%; Paris +1,60%.

O preço do minério de ferro subiu no mercado à vista chinês 1% e foi a US$ 58 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. 

Os preços do cobre operam em queda nesta quarta-feira em meio ao aumento dos estoques do metal em Londres, queda do petróleo e cautela antes da decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA).

Por volta das 9h50 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,86%, a US$ 4.874,50 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para setembro recuava 0,70%, a US$ 2,2100 por libra-peso.

O cobre também foi pressionado pelo contínuo declínio dos preços do petróleo, que voltaram a atingir mínimas em três meses nesta quarta-feira. Os preços do cobre e do petróleo se movem frequentemente em conjunto, uma vez que os produtos são comercializados na mesma cesta.

Os mercados também operam com cautela antes da decisão de política monetária nos EUA. Embora um aumento na taxa de juros seja amplamente improvável, os investidores seguem atentos com as pistas que o Fed poderá dar sobre quando os juros devem subir.

Entre outros metais básicos na LME, o alumínio para três meses caía 0,19%, a US$ 1.593,00 por tonelada, enquanto o chumbo recuava 0,76%, a US$ 1.825,00 por tonelada, o zinco diminuía 0,60%, a US$ 2.218,50 por tonelada e o estanho perdia 0,37%, a US$ 17.700,00 a tonelada. Única exceção era o níquel, que subia 0,10%, a US$ 10.360,00 por tonelada.

O Ibovespa continua seu movimento lateral, diminuindo a sobrecompra, mas sem mostrar força e convicção compradora.



O candle de ontem é uma estrela cadente, o que sugere correção para o curtíssimo prazo.

Wagner Caetano, diretor da TopTraders
Cartezyan

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