quinta-feira, 9 de junho de 2016

China again


Bom dia investidor! 

Bolsas asiáticas fecharam no vermelho.

China -0,30% e Japão -0,97%.

Europa segue o mesmo caminho.

Londres -0,97%; Frankfurt -1,27%; Paris -0,95%.

Cobre tem baixa de 0,44% na Comex.

Petróleo WTI cai 0,51% a US$ 50,97 por barril, na Nymex, enquanto o Brent recua 0,74%, a US$ 51,12 por barril, na ICE.

Dow Jones futuro recua 0,25%; S&P cai 0,33%; Nasdaq perde 0,28%.

A Alemanha teve superávit comercial recorde de 24,0 bilhões de euros (US$ 27,31 bilhões) em abril, considerando-se ajustes sazonais, atingindo um novo recorde.

O número superou a expectativa de economistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam saldo positivo de 22,0 bilhões de euros.

As exportações alemãs ficaram estáveis em abril ante março, um sinal de desaceleração em relação aos meses de março e fevereiro, quando as exportações cresceram 1,9% e 1,4%, respectivamente, também no cálculo com ajustes.

Por outro lado, as importações recuaram 0,2%.

Ainda em abril, a Alemanha registrou superávit em conta corrente de 28,8 bilhões de euros, bem maior que o superávit previsto pelo mercado, de 22 bilhões de euros. 

A inflação ao consumidor da China desacelerou em maio, perdendo fôlego pela primeira vez em sete meses, ficando ainda mais longe da mera do governo, de acordo com dados oficiais divulgados nesta quinta-feira.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 2,0% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado, em um ritmo mais lento que a alta de 2,3% observada em abril, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas.

A queda nos preços de alimentos foi o principal fator para a desaceleração do indicador.

O resultado permanece abaixo da meta de inflação do governo de 3% no ano, dando espaço para os dirigente do banco central flexibilizaram a política monetário em meio à desaceleração econômica.

Na comparação com abril, o CPI recuou 0,5% em maio.

No mês anterior, houve um recuo de 0,2% na comparação mensal.

Já índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) recuou 2,8% em maio, na comparação com o mesmo período de 2015, ante um recuo mensal de 3,4% em abril.

A queda do indicador em maio foi melhor que o recuo de 3,3% previstos pelo mercado.

Na comparação com abril, o PPI avançou 0,5% em maio. 

A última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) com a participação do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, apresentou tudo dentro do script previsto pelo mercado financeiro.

Os juros básicos foram mantidos ontem à noite em 14,25% ao ano, em uma decisão unânime.

Com isso, Tombini entrega a Selic no maior patamar de toda sua gestão, em um dos piores momentos da história da economia brasileira, como definiu esta semana o futuro presidente do BC, Ilan Goldfajn.



Tombini chegou a administrar uma taxa de 7,25% ao ano de outubro de 2012 a março de 2013, o que foi alvo de muitas críticas, pois especialistas argumentavam que o Brasil não tinha condições econômicas para juros nesse patamar.

O comunicado divulgado logo após o anúncio foi idêntico ao anterior, de abril. Segundo o BC, o nível elevado da inflação em 12 meses e as expectativas para a alta dos preços distantes dos objetivos do regime de metas não oferecem espaço para a flexibilização da política monetária.

Ao mesmo tempo, voltou a reconhecer os avanços na política de combate à inflação.


O gráfico diário mostra o Ibovespa tocando a LTA que guiou os movimentois altistas de março, abril e maio, resistência natural e imediata.

Além disso temos logo acima a LTB que pressionou o mercado em abril e maio.


Apesar da média média exponencial de 5 períodos ter cruzado a de 21 de baixo para cima e de termos um pivot de alta confirmado no rompimento de 50.925, não será fácil o rompimento da barreira dupla formada pelas linhas de tendência.




Bons negócios!


Wagner Caetano



Diretor da TopTraders e do Cartezyan


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