sexta-feira, 6 de maio de 2016

Red Friday?


Olá Investidor!

Bolsas asiáticas fecharam em baixa.

China -2,82% e Japão -0,25%.

Na Europa, a venda predomina mais uma vez.

Londres -0,77%; Frankfurt -0,67%; Paris -1,13%.

Dow Jones futuro recua 0,37%; Nasdaq cai 0,31%; S&P 500 cede 0,34%.

Nos EUA, a economia criou 160 mil empregos; previsão 205 mil.

A taxa de desemprego veio em linha com as previsões (5,0%).

O petróleo Brent recua 1,44% na ICE, enquanto o WTI cai 1,40% na Nymex.

O minério de ferro cedeu 3,1% na China, fechando cotado a US$ 57,7/T.

Na semana a queda foi de 11,5%.

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a decisão do ministro Teori Zavascki de afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara e também suspender seu mandato eletivo. Todos os 11 ministros participaram do julgamento.

A decisão da Corte partiu de um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, feito há quase cinco meses. Para Janot, o peemedebista usava o cargo para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e a análise do processo de cassação de seu mandato no Conselho de Ética da Câmara.

Os ministros destacaram em seus votos que essa decisão se tratava de uma situação excepcional, não uma interferência do Supremo no funcionamento do Poder Legislativo.

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou o rating de longo prazo do Brasil de BB+ para BB, com a perspectiva ainda negativa. A Fitch diz que o rebaixamento reflete a contração econômica mais profunda que a prevista, o fracasso do governo em estabilizar a perspectiva para as finanças públicas, o prolongado impasse legislativo e a elevada incerteza política, que afetam a confiança doméstica e minam a governabilidade, bem como a eficácia da política.

"A manutenção da perspectiva negativa reflete a prolongada incerteza em relação ao progresso que pode ser feito para melhorar a perspectiva para o crescimento, as finanças públicas e a trajetória da dívida do governo", afirma a agência. Segundo a Fitch, as perspectivas de crescimento do País no curto prazo continuaram a piorar, desde o rebaixamento anterior do rating do Brasil, em dezembro de 2015. "A agência agora prevê que o crescimento ficará em -3,8% em 2016 e em +0,5% em 2017, abaixo da previsão de dezembro de -2,5% e +1,2%, respectivamente", diz o comunicado.

A Fitch diz que a "profunda contração econômica" reflete o alto nível de incerteza política, a confiança deprimida, a piora no mercado de trabalho e fortes ventos contrários, com os preços mais baixos das commodities, diante da desaceleração da China, e também a condições de financiamento externo mais apertadas.

As perspectivas para o médio prazo parecem igualmente contidas, segundo a agência, já que a taxa de investimento tem recuado nos últimos anos e que reformas microeconômicas para melhorar a competitividade e o ambiente para os negócios não representaram progresso significativo. 

IBOV agora às 10h10 e o suporte indicado

Ontem tivermos teste da LTA de médio prazo que guiou os preços na recuperação do início do ano.

Na primeira batida ela foi respeitada e o fechamento foi sobre a linha.

Existe espaço para mais queda e o suporte imediato seria 50.895.

Em caso de repique, somente um fechamento acima de 52.260 mostraria alguma força.


Bons negócios e até amanhã!


Wagner Caetano

Diretor da TopTraders e do Cartezyan

Nenhum comentário:

Postar um comentário