quarta-feira, 13 de abril de 2016

PRB fecha questão a favor do impeachment


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam em forte alta.

China +1,42% e Japão +2,84%.

Europa segue o mesmo caminho.

Londres +1,40%; Frankfurt +2,22%; Paris +2,53%.

Petróleo Brent cai 1,23% na ICE.

Petróleo WTI cai 1,75% na Nymex.

As exportações chinesas em dólares subiram pela primeira vez em nove meses em março, graças à baixa base de comparação do mesmo período do ano passado, de acordo com dados oficiais divulgados nesta quarta-feira.

As exportações subiram 11,5% em março, na comparação com o mesmo período do ano passado, após oito meses seguidos de recuo, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas.

Os números das exportações de março foram melhores que o declínio anual de 25,4% registrado em fevereiro, e também ficaram acima da estimativa média de aumento, de 8,5%, prevista por 14 economistas consultados pelo Wall Street Journal.

Já as importações recuaram 7,6% em março ante igual período do ano passado. Em fevereiro, a queda foi de 13,8%. Analistas estimaram um recuo médio de 10,4% para março.

O superávit comercial chinês recuou em março para US$ 29,86 bilhões de US$ 32,6 bilhões em fevereiro. Economistas previam um superávit de US$ 32,6 bilhões no período. 

O presidente da unidade de San Francisco do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), John Williams, disse que a instituição está no caminho de elevar os juros básicos da economia americana, acrescendo que lhe parece ser razoável de duas a três altas neste ano.

"Não estou fazendo previsões" sobre o que o Fed irá fazer com a política monetária, que é direcionada pelos dados econômicos, afirmou Williams, que não vota nas reuniões de política monetária. "Eu definitivamente vejo duas ou três altas de juros como consistentes com o que se vê nas projeções."

Segundo ele, não é segredo que o Fed deseja elevar juros novamente. Williams ainda comentou que o momento da primeira alta de juros em quase uma década, em dezembro, foi importante num contexto sobre por quanto tempo os juros ficariam próximos a zero, mas "o exato momento não é importante" em se tratando dos aumentos futuros. 

Atualização do levantamento realizado pelo Grupo Estado mostra que o número de votos a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff sobe para 306. Os votos contra também subiram para 126. Neste momento, há ainda 39 indecisos e 42 não responderam.

Os deputados Paulo Feijó (PR-RJ), Roberto Alves (PRB-SP) e Roberto Sales (PRB-RJ), que estavam indecisos, se manifestaram a favor. Vinicius Carvalho (PRB-SP), que não tinha respondido, se manifestou a favor. E Bebeto Galvão (PSB-BA), que estava indeciso, se manifestou contrário ao impeachment.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu ontem o discurso da presidente Dilma Rousseff, onde a petista se refere indiretamente a ele e ao vice-presidente da República, Michel Temer, como "dois chefes do golpe que agem em conjunto e de forma premeditada".

Ele disse não se sentir enquadrado porque está comprometido com o cumprimento da lei e que "seria ótimo se esse fosse o mesmo propósito dela". "Se alguma conspiração existe, ela só pode ser do povo, não será nunca da nossa parte. Estamos comprometidos única e exclusivamente com o respeito à Constituição, à lei e o regimento da Casa", rebateu.

Questionado se ficaria no cargo até 2017 caso Temer assuma a presidência da República, Cunha rechaçou a hipótese de renunciar. "Não mudei minha resposta", disse.

Cunha vai anunciar até amanhã, 13, a ordem de chamada dos parlamentares no dia da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O deputado disse que está tomando cuidado para dar a interpretação correta da regra de acordo com os precedentes anteriores.

O PRB anunciou que sua bancada, tanto na Câmara quanto no Senado, votará integralmente a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O partido possui 22 deputados e um senador.

O anúncio foi feito no início da noite de ontem pelo presidente do partido, Marcos Pereira, acompanhado de deputados do PRB e pelo senador Marcelo Crivella (RJ).

Segundo Pereira, não haverá punição a dissidentes porque "todos os parlamentares concordaram com a decisão".



O Ibovespa fechou em um ponto chave, logo abaixo da forte resistência em 52.260.

Se houver rompimento e consolidação acima desse patamar, seguirá em alta rumo a 53.415.

Um sinal de fraqueza na região seria interpretado como topo e certamente chamaria a atenção dos vendedores.

Bons negócios!


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