terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Petróleo pressiona bolsas mundo afora


Bom dia investidor!

Bolsas asiáticas fecharam em baixa, com exceção da China que subiu 2,26%.
Japão -0,64%.

Velho continente com os vendedores no comando. Londres -1,59%; Frankfurt -1,11%; Paris -1,74%.

O cobre sobe 1% em Londres e Nova York.

Os preços do petróleo operam em queda na manhã desta terça-feira, diante da expectativa menor de que grandes produtores cortem a oferta, o que levou investidores a voltar seu foco para os fundamentos fracos nesse mercado.

Às 8h42 (de Brasília), o contrato de petróleo para março recuava 3,35%, a US$ 30,56 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o Brent para abril caía 3,30%, a US$ 33,11 o barril, na ICE.

A perspectiva de que a Rússia chegue a um acordo com grandes produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para reduzir a oferta é considerada improvável pela maioria dos observadores do mercado, com vários bancos e centros de pesquisa mostrando dúvidas sobre se isso acontecerá.

Futuros norte-americanos cedem pouco mais 1%.

O Itaú Unibanco reportou lucro líquido de R$ 5,698 bilhões no quarto trimestre do ano passado, elevação de 3,22% ante o mesmo período de 2014, de R$ 5,520 bilhões.

Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, quando a cifra somou R$ 5,945 bilhões, foi identificada retração de 4,15%.

No quarto trimestre de 2015, os destaques foram, conforme explica o Itaú em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, os crescimentos de 1,1% da margem financeira com clientes, de 7,9% das receitas de prestação de serviços e de 35,4% da recuperação de créditos baixados como prejuízo. 

"Houve também redução de 44,2% da margem financeira com o mercado e aumentos de 6,4% das despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDDs) e de 1,9% das despesas não decorrentes de juros", acrescenta o banco, no documento.

No ano de 2015, o lucro líquido do Itaú totalizou R$ 23,360 bilhões, aumento de 15,40% em relação aos R$ 20,242 bilhões registrados em 2014.

Os investidores estrangeiros foram às compras ontem, dando continuidade à busca mais recente por ativos brasileiros. 

A percepção de que o País está "barato" impulsionou as ações cotadas na Bovespa e justificou boa parte da queda do dólar e das taxas dos contratos futuros de juros.

A agenda relativamente esvaziada, sem notícias negativas que fizessem preço, favoreceu estes movimentos, embora o Brasil esteja longe da redenção.

Tanto que a Moody's criticou ontem as novas medidas de estímulo ao crédito anunciadas pelo governo e, na manhã de hoje, volta a Brasília.


IBOV agora, às 10h30

O ibovespa segue em recuperação.

Hoje teremos uma abertura em queda.

Espera-se um pregão de correção.

IBOV longo prazo: clique para ampliar

Quando temos fundo confirmado, esses movimentos costumam ser sinônimos de oportunidade.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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