terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Petróleo e China no radar


Bom dia investidor!

Estrangeiros atuaram na compra do índice futuro, aumentando o saldo de 92.499 para 97.449 contratos.

Na Ásia tivemos fechamentos mistos. Japão -2,71% e China +0,20%.

Europa opera em forte valorização. Londres +1,47%; Frankfurt +2,45%; Paris +2,11%.

O órgão de planejamento econômico da China afirmou nesta terça-feira que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2015 deve ficar em cerca de 7%, em linha com a meta do governo. A segunda maior economia do mundo registrou crescimento de 6,9% no terceiro trimestre do ano passado, o ritmo mais fraco para o país desde a crise financeira global.

Cerca de 7% de crescimento anual seria o desempenho mais fraco para a China em um quarto de século. 

Porta-voz da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Li Pumin disse que o órgão aprovou 280 projetos de ativos fixos em 2015, com um investimento total de 2,52 trilhões de yuans (US$ 383,6 bilhões).

Li disse que a economia chinesa pode enfrentar mais dificuldades em 2016 e que o governo adotará uma política fiscal mais proativa e uma política monetária mais flexível, a fim de manter o crescimento em um patamar razoável.

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Os contratos futuros de petróleo seguem pressionados e chegaram a operar na casa dos US$ 30 por barril, em meio a um conjunto de fatores negativos para a commodity, que incluem o excesso de oferta global, o enfraquecimento da economia da China e um inverno ameno em alguns países do hemisfério norte neste início de ano.

O preço do minério de ferro caiu 2,2% no mercado à vista chinês e foi a US$ 40 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. 

intradiário - clique para ampliar

O gráfico diário do Ibovespa mostra um mercado sobrevendido, porém sem sinal de reversão.

IBOV diário - clique para ampliar

Quem sabe hoje.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan


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