segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Semana decisiva


Bom dia investidor!

Estrangeiros iniciam a semana comprados em 78.188 contratos de índice futuro.

Na Ásia tivemos baixa generalizada, com exceção da China que subiu 2,51%. Japão -1,80%.

Europa opera com valorização. Londres +0,39%; Frankfurt +0,41%; Paris +0,70%.

Depois de dias consecutivos de queda, o preço do minério de ferro recuperou hoje no mercado à vista 1,4% indo a US$ 37,5 a tonelada, segundo dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China.

O governo da China continuou ampliando os gastos fiscais em novembro, como parte de sua estratégia para conter a desaceleração da economia.

Dados do Ministério de Finanças chinês mostraram que os gastos fiscais subiram 25,9% em novembro ante igual mês do ano passado, a 1,61 trilhão de yuans (US$ 249,2 bilhões). O resultado ficou abaixo do acréscimo anual de 36,1% registrado em outubro, mas em linha com a média de mais de 20% de crescimento vista nos últimos meses.

A produção industrial da China cresceu 6,2% em novembro, na comparação com igual mês do ano passado, o que sugere que os esforços para impulsionar a segunda maior economia do mundo podem estar começando a funcionar.  Os dados oficiais divulgados neste sábado podem ajudar o governo do país a atingir a meta de crescimento de cerca de 7% neste ano.

Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam crescimento menor da produção industrial, de 5,7%.

As vendas de moradias na China cresceram 23,5% em valor na comparação anual de novembro, após avançarem 16,1% em outubro, segundo dados do Escritório Nacional de Estatísticas do país. Entre janeiro e novembro, as vendas tiveram alta de 18% ante o mesmo período do ano passado.
Os investimentos em imóveis, por sua vez, subiram apenas 1,3% no acumulado até novembro. "Diante da grande quantidade de propriedades não vendidas, vai demorar um pouco para o mercado imobiliário (chinês) voltar ao equilíbrio", comentou a consultoria britânica Capital Economics, em nota a clientes.

Parte do governo Dilma Rousseff já admite dificuldade em convencer os ministros do Supremo Tribunal Federal de que o ato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de receber a denúncia de impeachment contra a presidente deve ser anulado. 

Apesar disso, o STF será palco de um périplo de advogados de Dilma hoje e amanhã.

Líderes da oposição também farão romaria para falar com os ministros da Corte às vésperas do julgamento sobre o rito do impeachment da presidente, marcado para quarta-feira.


Semana passada o Ibovespa fechou praticamente de lado.

As médias moveis serão decisivas para mostrar quem ganha a queda de braço entre ursos e touros.

O vencimento do índice futuro e o FED quarta-feira serão a dose extra de adrenalina em uma semana importante e histórica para o Brasil.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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