sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Sexta, 13


Bom dia investidor!

Estrangeiros iniciam a sexta-feira comprados em 103.386 contratos de índice futuro.

Na Ásia tivemos baixa generalizada.
Japão -0,51% e China -1,43%.

As bolsas de Xangai e Shenzhen vão elevar o custo de empréstimos de margem, que são tomados para a compra de ações, num momento de crescente demanda por esse tipo de financiamento, evidenciando os esforços do governo chinês para evitar possíveis riscos sistemáticos de mercados excessivamente aquecidos.

Segundo comunicado divulgado nos microblogs das bolsas, a taxa exigida para empréstimos de margem vai subir de 50% pra 100%.
Europa pressiona suas mínimas.
Londres -1,00%; Frankfurt -0,51%; Paris -1,07%.
Petróleo sobe 1,37% em Londres e 0,50% em Nova York.
Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York, em meio a preocupações sobre a possibilidade de alta de juros nos EUA e demanda mais fraca da China, o maior consumidor mundial de metais básicos.
O cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) cai 0,29%, a US$ 4.827,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para dezembro recua 0,41%, a US$ 2,1640 por libra-peso.
Mesmo com a nova saraivada de críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a presidente Dilma Rousseff se mantém firme no propósito de não entregar a cabeça do seu titular da equipe econômica.
Também resiste a qualquer proposta ou ilação de que o nome para o lugar de Levy seria o do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles.
Mas, a presidente Dilma sabe que não poderá entrar 2016 sem uma perspectiva de melhora da economia. Terá ao menos de vender esperança, coisa que Levy não tem conseguido fazer.
Nas conversas com Dilma, o ex-presidente Lula já perguntou explicitamente se ela gosta de Meirelles. A resposta foi um categórico "não". Lula então, insistiu perguntando sobre Levy. A resposta foi "também não", embora ressalvasse que o caso de Levy é diferente do de Meirelles. Lula, então, teria insistido: se não gosta de nenhum dos dois, por que não trocar? Por que não tentar? A resposta tem sido, de novo, não. Mas a presidente não sabe até quando resistirá.
Na verdade, a presidente Dilma "se cansou" de Levy, revelam interlocutores. "Ele não se ajuda", lembram assessores palacianos, ao comentar a mais nova trapalhada cometida por ele, com a nota distribuída ontem, na qual agradecia o encontro com senadores na casa do líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira. O texto foi considerado uma defesa do arrocho, sem apresentar luz no fim do túnel. Governo e PT defendem que pelo menos um fio de esperança precisa ser apresentado à população, aos empresários e ao mercado.
O bombardeio a Levy vem de todos os lados e não se resume ao PT. Auxiliares da presidente reconhecem que quem eventualmente entrar em seu lugar terá de dar seguimento ao que está fazendo Levy. Mas argumentam que não seria trocar seis por meia dúzia, no caso de Meirelles. A troca seria de seis por sete, já que o ex-presidente do Banco Central tem mais disposição política para lidar com a economia.
O gráfico diário mostra o Ibovespa dentro do movimento de contração que vem ditando o ritmo dos negócios no curtíssimo prazo.
Fechou entre as médias móveis, que estão justapostas.
Suporte imediato em 46.480.
Se houver rompimento da máxima de ontem em 47.459, mostra força e mira 47.900.
Bons negócios!

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