quarta-feira, 11 de novembro de 2015

China e Meirelles no radar



Bom dia investidor!

Estrangeiros iniciam o pregão comprados em 107.617 contratos de índice futuro.

Ásia teve fechamentos mistos. Japão: +0,10% e China +0,27%, enquanto as praças menores registraram desvalorização.

A produção industrial da China cresceu 5,6% em outubro ante igual mês do ano passado, mostrando ligeira desaceleração em relação ao ganho de 5,7% registrado em setembro, segundo dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país. O resultado de outubro veio abaixo da expectativa de 11 analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento anual de 5,8%. Na comparação mensal, a produção industrial chinesa subiu 0,46% em outubro, após avançar 0,38% em setembro ante agosto.

As vendas no varejo da China, por sua vez, cresceram 11% em outubro ante o mesmo período de 2014, após subirem em ritmo anual um pouco mais fraco em setembro, de 10,9%. A variação de outubro superou a previsão dos analistas, de aumento de 10,9%. Na comparação mensal, as vendas no setor varejista chinês tiveram acréscimo de 0,83% em outubro.
Já os investimentos em ativos fixos urbanos avançaram 10,2% entre janeiro e outubro em relação ao mesmo intervalo do ano passado, vindo levemente acima da projeção do mercado, de alta de 10,1%. No período de janeiro a setembro, os investimentos haviam subido 10,3% no confronto anual. 

Europa em alta. Londres +0,41%; Frankfurt +0,77%; Paris +0,60%.

Dow Jones futuro sobe 0,24%; S&P 500 avança 0,22%; Nasdaq ganha 0,24%.

Os futuros de petróleo operam em baixa de 0,48% em Londres e 1,18% em Nova York nesta manhã, em meio a expectativas antes de novos dados de estoques dos EUA e após um novo indicador decepcionante da China.

O minério de ferro subiu 0,6% na China, para US$ 48 a tonelada.

O cerco ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, se intensificou no PT e no governo, mas a presidente Dilma Rousseff ainda resiste a fazer mudanças na equipe econômica. Entende que este não é o momento.
As movimentações do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, junto a lideranças políticas, incomoda a presidente e é vista no Palácio do Planalto como um tentativa de ele se cacifar como uma opção viável para o comando do Ministério da Fazenda. A presidente, que tem restrições, inclusive pessoais, a Meirelles, não fez, no entanto, nenhum gesto ou sondagem na sua direção, asseguram fontes.
A avaliação de assessores da presidente é de que Meirelles "está operando" para ficar no lugar do ministro Levy. Não é de agora que o ex-ministro de Lula faz inúmeros contatos com lideranças políticas para tentar reabrir o caminho de volta ao governo. Hoje, em São Paulo, Meirelles não referendou nem negou os rumores. "Não comento boatos", limitou-se a dizer.

Ontem tivemos uma movimentação interessante no Ibovespa.


O suporte em 45.400 foi testado e respeitado, assim como a LTA desenhada no gráfico.

Tivemos fechamento acima de 45.850, o que reforça a possibilidade de repique no curto prazo.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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