segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Levy fica

Bom dia investidor!


Ásia fechou em direções mistas.
Japão: -0,88% e China -0,14%.

Praças menores, como Hong Kong e Taiwan, fecharam em leve alta.

No velho continente, as bolsas operam com viés de alta, mas Londres recua 0,22%, enquanto Frankfurt sobe 0,57% e Paris 0,12%.

O preço do minério de ferro iniciou a semana com queda de 0,2%, indo a US$ 52,5 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. 

O mercado financeiro revisou para cima suas expectativas para o comportamento da Selic no ano que vem no Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central. A mediana passou de 12,63% ao ano para 12,75% aa, retirando a divisão sobre o rumo dos juros entre os participantes da pesquisa.

Depois do terceiro recuo consecutivo na margem do IBC-Br de agosto, o relatório trouxe mais uma revisão para o Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o documento divulgado há pouco pelo Banco Central, a perspectiva de retração da economia este ano passou de 2,97% para 3,00% - um mês antes estava em queda de 2,70%. Para 2016, a mediana das previsões saiu de -1,20% para -1,22%. Quatro semanas atrás estava negativa em 0,80%.

As previsões para o IPCA voltaram a subir nesta segunda-feira pela 11ª vez consecutiva. Segundo o documento, a mediana para a inflação de 2016 passou de 6,05% para 6,12%, se aproximando cada vez mais do teto da meta de 6,50%. Um mês atrás estava em 5,70%.

O Ministério da Fazenda afirmou que Joaquim Levy fica no cargo.

Os futuros de petróleo começaram a semana em tom negativo, após dados mostrarem que o ritmo de crescimento da China diminuiu para o menor nível desde 2009.

O Produto Interno Bruto (PIB) chinês teve expansão anual de 6,9% no terceiro trimestre, alimentando preocupações sobre a desaceleração do segundo maior consumidor mundial de petróleo. Além disso, outros indicadores da China mostraram resultados decepcionantes na produção industrial e nos investimentos.

Embora o PIB chinês tenha superado a expectativa dos analistas, de aumento de 6,8%, o resultado reforçou dúvidas sobre a capacidade de Pequim de cumprir sua meta de crescimento para este ano, de 7%.
Preocupações sobre a saúde econômica da China vêm pressionando os preços das commodities nos últimos meses, levando as cotações do petróleo a tocar os menores níveis em seis anos.

A China consume cerca de 12% do petróleo mundial, vindo atrás apenas dos EUA, e há anos tem sido a força motriz por trás da expansão na demanda global pela commodity.

O Brent para dezembro recua 1,51%, a US$ 49,70 por barril, na plataforma eletrônica ICE, em Londres. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo para dezembro, já o mais negociado, cai 1,13%, a US$ 47,18 por barril, enquanto o contrato para novembro tem queda de 1,14%, a US$ 46,72 por barril. 

O gráfico diário do Ibovespa fechou novamente acima da LTB destacada em azul e também superando a média móvel exponencial de 21 períodos.

O desafio agora é romper primeiramente a média móvel exponencial de períodos no diário, mostrando que os investidores com fôlego, que ficaram de fora da pernada de alta recente, estão dispostos a alimentarem a compra.

Uma vez acima da MME5, teremos a prova de fogo nos 48K.



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Bons Negócios!
Wagner Caetano
Cartezyan


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