quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dia de agenda cheia



Bom dia investidor.

Estrangeiros atuaram na compra no pregão de ontem, aumentando o saldo positivo de 99.943 para 114.667 contratos de índice futuro.

O mercando devolveu praticamente em um candle de 15 minutos a alta consolidada até às 16h, antes do FED.

O curioso é que as bolsas norte-americanas fecharam em suas máximas, após o susto intraday, mas o mercado doméstico não teve o mesmo efeito elástico.

Teremos como destaque na agenda o PIB das EUA às 10h30.

Petróleo recua pouco mais de 1,5% em Londres e Nova York.

Cobre cai 1,12% na Comex.

A taxa de desemprego ajustada na Alemanha ficou em 6,4% em outubro, repetindo o nível de setembro e permanecendo no menor patamar desde a reunificação do país, em 1990. 
Na Ásia, Japão fechou em alta de 0,17% e China subiu 0,36%, porém as praças menores tiveram desvalorização.

Europa opera em baixa generalizada, mas no gráfico diário os padrões são de compra.
Londres -1,02%; Frankfurt -0,28%; Paris -0,75%.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse, em entrevista ontem na CNN, que não planeja deixar o governo, em resposta a uma das perguntas do jornalista Richard Quest. "Nunca é ruim trabalhar pelo seu país, especialmente quando há um objetivo claro", afirmou.
Levy disse em seguida que, neste momento, o mais importante é realizar as políticas de ajuste fiscal e explicá-las de forma clara para os cidadãos brasileiros. "Nós temos de ser claros sobre os esforços e os cortes de gastos que estamos fazendo. As pessoas estão preocupadas", declarou.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) acelerou fortemente neste mês, praticamente dobrando a taxa de 0,95% registrada em setembro, ao subir 1,89% em outubro, divulgou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

O Banco Central passou a ver incertezas na recuperação dos resultados fiscais e na sua composição. Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, a instituição inseriu essa avaliação e ponderou que essas incertezas pesam no balanço de riscos, ou seja, a deterioração da política fiscal impactou o cenário de inflação do BC. A instituição também deixou de ver o IPCA cair para 4,5% ao fim de 2016 e jogou essa projeção para o fim “do horizonte relevante”, os últimos meses de 2017. Ainda neste documento, a instituição excluiu a afirmação de que trabalha para “circunscrever” a 2015 os efeitos de segunda ordem do realinhamento de preços relativos.


O ibovespa buscou suporte em 46.480.

Nenhuma alteração no gráfico diário.

Tem suporte forte em 45.850, onde encontrará novamente a LTB, caso esse seja testado.
Para mostrar força, somente fechando acima de 48K.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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