sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Balanços em destaque


Bom dia investidor!

Estrangeiros atuaram na compra no pregão de ontem, aumentando o saldo de 114.667 para 115.640 contratos no índice futuro.

Ásia fechou em direções mistas. Japão +0,78% e China -0,14%.

Europa trabalha em baixa. Londres -0,43%; Frankfurt -0,21%; Paris -0,22%.

A taxa de desemprego da zona do euro recuou de 10,9% em agosto (dado revisado, de 11% antes calculado) para 10,8% em setembro, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira. Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires previam que a taxa ficasse em 11%. Com o resultado, ela chegou ao patamar mais baixo desde janeiro de 2012 na região da moeda comum.
O número de desempregados na zona do euro recuou em 131 mil em setembro, para 17,323 milhões. O resultado foi puxado pelo desempenho positivo das economias da Espanha e da Itália.
Ainda que tenha recuado, a taxa de desemprego continua bem acima de outras economias desenvolvidas. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela ficou em 5,1% em setembro. Os altos níveis de desemprego são um sinal de que a economia continua com uma grande quantidade de capacidade ociosa, o que gera pouca pressão sobre os preços. 

As vendas no varejo da Alemanha ficaram estáveis em setembro ante agosto, considerando-se ajustes sazonais, segundo dados divulgados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. 

Petróleo sobe 0,35% na Nymex e avança 0,90% na Ice.

Cobre tem baixa de 0,24% na Comex.

A temporada de balanços segue a todo vapor no exterior e no mercado doméstico. Destaque para os números da Ambev conhecidos nessa manhã e da BRF divulgados ontem.

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O Ibovespa fechou na mínima, pressionado e abaixo do forte 45.850 e da LTB de médio prazo.
Uma reação no pregão de hoje seria um sinal de repique para o curtíssimo prazo, enquanto um pregão morno ou de baixa deixaria um possível cenário de alta para o curto prazo muito enfraquecido.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dia de agenda cheia



Bom dia investidor.

Estrangeiros atuaram na compra no pregão de ontem, aumentando o saldo positivo de 99.943 para 114.667 contratos de índice futuro.

O mercando devolveu praticamente em um candle de 15 minutos a alta consolidada até às 16h, antes do FED.

O curioso é que as bolsas norte-americanas fecharam em suas máximas, após o susto intraday, mas o mercado doméstico não teve o mesmo efeito elástico.

Teremos como destaque na agenda o PIB das EUA às 10h30.

Petróleo recua pouco mais de 1,5% em Londres e Nova York.

Cobre cai 1,12% na Comex.

A taxa de desemprego ajustada na Alemanha ficou em 6,4% em outubro, repetindo o nível de setembro e permanecendo no menor patamar desde a reunificação do país, em 1990. 
Na Ásia, Japão fechou em alta de 0,17% e China subiu 0,36%, porém as praças menores tiveram desvalorização.

Europa opera em baixa generalizada, mas no gráfico diário os padrões são de compra.
Londres -1,02%; Frankfurt -0,28%; Paris -0,75%.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse, em entrevista ontem na CNN, que não planeja deixar o governo, em resposta a uma das perguntas do jornalista Richard Quest. "Nunca é ruim trabalhar pelo seu país, especialmente quando há um objetivo claro", afirmou.
Levy disse em seguida que, neste momento, o mais importante é realizar as políticas de ajuste fiscal e explicá-las de forma clara para os cidadãos brasileiros. "Nós temos de ser claros sobre os esforços e os cortes de gastos que estamos fazendo. As pessoas estão preocupadas", declarou.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) acelerou fortemente neste mês, praticamente dobrando a taxa de 0,95% registrada em setembro, ao subir 1,89% em outubro, divulgou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

O Banco Central passou a ver incertezas na recuperação dos resultados fiscais e na sua composição. Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, a instituição inseriu essa avaliação e ponderou que essas incertezas pesam no balanço de riscos, ou seja, a deterioração da política fiscal impactou o cenário de inflação do BC. A instituição também deixou de ver o IPCA cair para 4,5% ao fim de 2016 e jogou essa projeção para o fim “do horizonte relevante”, os últimos meses de 2017. Ainda neste documento, a instituição excluiu a afirmação de que trabalha para “circunscrever” a 2015 os efeitos de segunda ordem do realinhamento de preços relativos.


O ibovespa buscou suporte em 46.480.

Nenhuma alteração no gráfico diário.

Tem suporte forte em 45.850, onde encontrará novamente a LTB, caso esse seja testado.
Para mostrar força, somente fechando acima de 48K.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

FED define rumo das bolsas hoje às 16h


Bom dia investidor!

Estrangeiros comprados em 99.943 contratos de índice futuro.

Ásia fechou em direções mistas. Japão: +0,67% e China -1,72%.

O preço do minério de ferro caiu 2,6% no mercado à vista chinês, rompendo o patamar de US$ 50 a tonelada, o que não acontecia desde meados de julho deste ano. Desde então o insumo havia encontrado estabilidade na zona de US$ 55 a tonelada. Hoje o preço está cotado em US$ 49,5 a tonelada seca, o valor mais baixo desde o dia 09 de julho, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. 

Europa opera em alta generalizada. Londres +0,39%; Frankfurt +0,66%; Paris +0,47%.

O índice de confiança do consumidor da Alemanha caiu a 9,4 na pesquisa de novembro do instituto GfK, de 9,6 na leitura para outubro. O instituto de pesquisa alemão utiliza dados do mês atual para estimar o indicador para o mês seguinte. O resultado de novembro, que aponta a terceira queda consecutiva da confiança, veio em linha com a previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal.  

Os preços do petróleo se recuperam nesta quarta-feira, mas permanecem sob pressão antes de dados importantes dos EUA sobre os estoques da matéria-prima, que devem mostrar aumento, em meio a preocupações com o excesso de petróleo no mundo. Ontem, o petróleo caiu para o menor patamar em dois meses. 

Hoje, o mercado aguarda dados oficiais do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) sobre os estoques que, segundo analistas consultados pelo The Wall Street Journal, devem mostrar aumento de 3,7 milhões de barris na semana. O dado será divulgado às 12h30 (de Brasília).

Às 9h07 (de Brasília), o petróleo para dezembro negociado na Nymex subia 0,83%, para US$ 47,20 por barril, enquanto o Brent para o mesmo mês avançava 0,76% na ICE, para US$ 43,53 por barril.

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York, pressionados pela fraqueza vista nas bolsas asiáticas hoje e à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

A agenda de eventos dos Estados Unidos desta terça-feira traz como destaque a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), às 16h00. Além disso, a rede de televisão CNBC realiza debate entre os pré-candidatos do Partido Republicano à presidência dos EUA, às 22h00. 

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O gráfico diário do Ibovespa mostra presença vendedora de curtíssimo prazo dentro de uma figura de alta de maiores proporções.

A briga está nas médias móveis.

Para voltar a passar confiança na alta precisa romper e fechar acima de 48K.

Bons negócios!

Wagner Caetanos
Cartezyan

terça-feira, 27 de outubro de 2015

FED e balanços no radar


Bom dia investidor!

Estrangeiros comprados em 103.872 contratos de índice futuro.

Ásia fechou em direções mistas. Japão -0,90% e China +0,14%.

Velho continente opera em baixa. Londres: -0,32%; Frankfurt -0,37%. Paris -0,51%.

O preço do minério de ferro fechou estável, a US$ 50,8 a tonelada seca na China.

A China vai manter níveis relativamente altos de crescimento econômico nos próximos cinco anos, afirmou hoje Yi Gang, um vice-presidente do banco central chinês (PBoC).
Yi disse estar confiante de que a economia chinesa irá crescer cerca de 7% ou mais de 6% nos próximos três anos e mais adiante. Segundo ele, a urbanização, a continuidade das reformas e a abertura dos mercados são catalisadores para a expansão da China.
Para Yi, a atual taxa de urbanização, de 55%, ainda é muito baixa e talvez sejam necessários mais dez anos para se chegar ao patamar de 70%.

A agenda de eventos dos Estados Unidos dessa terça-feira traz como destaque o início da reunião de dois dias de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). 

Em fase paz e amor, Cunha fechou uma pauta de votações para esta semana que pode ajudar o governo a sair do "buraco financeiro" e injetar ânimo no mercado.

Serão analisados amanhã (4ªF) dois projetos que podem fazer muita diferença ao ajuste fiscal, o da repatriação de recursos e o da securitização da dívida ativa da União.

Uma outra indefinição pode ser resolvida hoje, com o encaminhamento das contas de 2015 ao Congresso.

Gol e Embraer divulgaram seus números referentes ao terceiro trimestre de 2015.

Depois do pregão teremos CCR, Romi e Marisa.

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Ibovespa fechou em leve baixa, sobre as médias móveis.

É importante que se mantenha acima das mesmas e especialmente que feche sobre 48K, para manter o viés comprador.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Balanços serão o fiel da balança

Bom dia investidor!

Estrangeiros atuaram na compra no pregão de sexta-feira, aumentando de 105.588 para 107.045 a posição comprada no índice futuro.

Na Ásia tivemos fechamentos em viés de alta. Japão: +0,65%. China: +0,50%.

O apetite por risco teve continuidade na Ásia depois de a China anunciar um novo corte de juros e de compulsórios bancários, na última sexta-feira, quando os mercados da região já haviam fechado. Nos últimos meses, Pequim tem adotado novas iniciativas fiscais e monetárias numa tentativa de impulsionar a economia chinesa, que no terceiro trimestre expandiu-se no ritmo mais fraco desde 2009.

Europa trabalha sem direção única. Londres: -0,27%; Frankfurt +0,17%; Paris -0,59%.

O índice de sentimento das empresas da Alemanha caiu para 108,2 em outubro, de 108,5 em setembro, segundo dados publicados hoje pelo instituto alemão Ifo. O resultado veio melhor que o esperado, uma vez que analistas consultados pela Dow Jones Newswires previam queda mais acentuada do indicador, a 107,8.

Segundo avaliação do Ifo, a economia alemã vem mostrando "resiliência notável", apesar dos "múltiplos desafios", que incluem preocupações com a desaceleração da China e de outros grandes países emergentes.

Depois que o Banco Central jogou a toalha em relação ao cumprimento da meta de 4,5% também em 2016, as previsões para a inflação no Relatório de Mercado Focus dispararam em alguns casos e, no índice que mede o comportamento dos preços no atacado chegou a superar a marca dos 10%. Segundo o documento divulgado há pouco pela instituição, a mediana para o IPCA do ano que vem subiu de 6,12% para 6,22%. Esta é a 12ª semana consecutiva de elevação. Há quatro edições, o ponto central da pesquisa era de 5,87%.

O relatório ainda trouxe mais revisões para o Produto Interno Bruto (PIB) deste e, principalmente, do próximo ano. De acordo com o documento divulgado há pouco pelo Banco Central, a perspectiva de retração da economia este ano passou de 3,00% para 3,02% - um mês antes estava em queda de 2,80%. Para 2016, a mediana das previsões saiu de -1,22% para -1,43%. Quatro semanas atrás estava negativa em 1,00%.

Petróleo e cobre em leve alta.

A temporada de balanços no Brasil e exterior será decisiva para ditar o rumo dos mercados nessa reta final de 2015.

O gráfico diário do Ibovespa mostra que o benchmark sentiu a região de 48K na primeira batida.
O desafio é fechar acima desse patamar.

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Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Mundo verde


Bom dia investidor!

Estrangeiros atuaram na compra no pregão de ontem, aumentando o saldo de 103.469 para 105.588 no índice futuro.

Ásia fechou em alta generalizada. Japão +2,11%. China +1,30%.

Europa opera com valorização. Frankfurt +2,06%; Paris +1,89%; Londres +1,03%.

Futuros norte-americanos em alta. Nasdaq avança 1,33%; Dow Jones sobe 0,75%; S&P 500 ganha 0,7%.

Cobre tem alta de 1,38%.

Petróleo sobre em Londres e Nova York.

Sinais de estímulos do BCE alimentam o apetite ao risco.

Minério de ferro recuou 1% na China, fechando a US$ 50,9 a tonelada.



Ibovespa sinaliza o rompimento dos 48.000, o que mostraria força no curto prazo, com alvo em 49.395.

Bons negócios!


Wagner Caetano
Cartezyan

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

BC e balanços agitam os negócios


Bom dia investidor!

Estrangeiros atuaram na compra, aumentando o saldo positivo de 102.232 para 103.469 contratos de índice futuro.

Ontem a temporada de balanços deu o seu pontapé inicial com os números trimestrais da Natura.

Mais cedo, na data de hoje, conhecemos o balanço da Vale.

Após o pregão apresentam resultados Localiza e Lojas Renner.

Bolsas asiáticas fecharam sem direção única,
Japão: -0,64% e China +1,45%.

Europa segue o mesmo caminho: Londres -0,13%; Frankfurt +0,44%; Paris +0,25% (na máxima do dia, mostrando entrada de pressão compradora).

Esse poderá ser a temporada de balanços ou mesmo algum desdobramento político, o foco no momento, pois atinge diretamente o ajuste fiscal e esse o grau de investimento.

O tom de realidade do BC ontem, após a reunião do Copom deverá ser bem digerido pelo mercado, que espera transparência.

O cobre opera em alta de 0,7% na Comex, ajudados por dados positivos de importação de metais na China.

O petróleo opera em alta de 0,98% na Ice e sobe 1,08% na Nymex.


O gráfico diário do Ibovespa mostra indecisão com redução do volume nos últimos pregões, à espera de algum driver importante, que poderá ser a temporada de balanços.

Podemos estar diante de uma formação gráfica rara, quando temos dois padrões inclinados de ombro-cabeça-ombro-invertido.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Hoje começa a temporada de balanços no Brasil


Bom dia investidor.

Estrangeiros iniciam a quarta-feira comprados em 102.232 contratos de índice futuro.

Ásia e Europa em direções mistas. Japão: +1,91%. China: -3,06%. Londres: +0,51%. Frankfurt: +0,78%. Paris: +0,86%.

O preço do minério de ferro caiu 0,4% no mercado à vista chinês e foi a US$ 51,9 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China.

Dow Jones futuro sobe 0,42%; S&P 500 avança 0,49%; Nasdaq ganha 0,47%.

Os futuros de petróleo operam em baixa nesta manhã, com os investidores à espera de novos dados sobre os estoques dos EUA e acompanhando uma reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) com grandes produtores que não pertencem ao grupo.

Mais tarde, às 12h30 (de Brasília), será divulgada a pesquisa oficial sobre estoques dos EUA, do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano. Analistas consultados pelo Wall Street Journal preveem que houve acréscimo de 3,5 milhões de barris nos estoques na semana passada. A última sondagem do DoE mostrou um salto de 7,6 milhões de barris nos estoques da semana anterior.

O Brent para dezembro recua 0,62%, a US$ 48,41 por barril, na plataforma eletrônica ICE, enquanto na Nymex, o petróleo com vencimento para o mesmo mês tem queda de 1,38%, a US$ 45,65 por barril. 

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) subiu 0,66% em outubro, após aumento de 0,39% em setembro, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do maior resultado para o mês desde 2002, quando o índice avançou 0,90%.

O dado deste mês ficou dentro do intervalo de estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE-Projeções, que esperavam inflação entre 0,58% e 0,72%, e abaixo da mediana, positiva em 0,68%.

Com o resultado anunciado hoje, o índice acumula alta de 8,49% nos dez primeiros meses do ano, o maior resultado para o período desde 2003 (9,17%). Já em 12 meses até outubro de 2015, o avanço chega a 9,77%, o mais elevado desde dezembro de 2003 (9,86%). 

Hoje teremos o primeiro balanço após o fechamento do pregão: Natura.


O gráfico diário mostra o Ibovespa indefinido e com volume abaixo da média, fato que deve mudar com o início dos resultados trimestrais.

Mostra força acima de 48K.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Pedido de impeachment deverá ser aceito


Bom dia investidor!

Estrangeiros atuaram na compra no pregão de ontem, elevando a posição comprada de 104.680 para 105.255 no índice futuro.

Ásia fechou com viés positivo. Japão: +0,42% e China +1,14%.

A perspectiva de que Pequim amplie seus arsenal de estímulos monetários e fiscais, após dados mostrarem que a China cresceu no terceiro trimestre no ritmo mais fraco desde 2009, contribuiu para o tom positivo dos mercados locais

Europa trabalha no vermelho. Londres: -0,28%; Frankfurt -0,34%; Paris -0,75%.

Petróleo avança 0,41% na Nymex e 0,21% na Ice.

A agenda de eventos dos Estados Unidos desta terça-feira traz como destaque o discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen, às 13h. O presidente do Fed de Nova York, William Dudley, e o diretor da autoridade monetária Jerome Powell se pronunciam às 11h. Ambos votam nas reuniões de política monetária neste ano. Além disso, expiram os contratos de petróleo para novembro na Nymex, após o encerramento da sessão. 

Futuros norte-americanos cedem em torno de 0,30%.

Na Câmara, a oposição deixou para amanhã, 4ªF, a entrega do novo pedido de impeachment de Bicudo contra Dilma. A expectativa é de que esta será a peça que Cunha aceitará.


O gráfico diário do Ibovespa mostra as três últimas mínimas mais altas sucessivamente.

Isso após tocar e respeitar um suporte em 46.480.

Podemos considerar a queda recente um pull back do OCOI rompido.

A consolidação da compra ocorrerá, de fato, se houver fechamento acima de 48.000.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Levy fica

Bom dia investidor!


Ásia fechou em direções mistas.
Japão: -0,88% e China -0,14%.

Praças menores, como Hong Kong e Taiwan, fecharam em leve alta.

No velho continente, as bolsas operam com viés de alta, mas Londres recua 0,22%, enquanto Frankfurt sobe 0,57% e Paris 0,12%.

O preço do minério de ferro iniciou a semana com queda de 0,2%, indo a US$ 52,5 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. 

O mercado financeiro revisou para cima suas expectativas para o comportamento da Selic no ano que vem no Relatório de Mercado Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central. A mediana passou de 12,63% ao ano para 12,75% aa, retirando a divisão sobre o rumo dos juros entre os participantes da pesquisa.

Depois do terceiro recuo consecutivo na margem do IBC-Br de agosto, o relatório trouxe mais uma revisão para o Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o documento divulgado há pouco pelo Banco Central, a perspectiva de retração da economia este ano passou de 2,97% para 3,00% - um mês antes estava em queda de 2,70%. Para 2016, a mediana das previsões saiu de -1,20% para -1,22%. Quatro semanas atrás estava negativa em 0,80%.

As previsões para o IPCA voltaram a subir nesta segunda-feira pela 11ª vez consecutiva. Segundo o documento, a mediana para a inflação de 2016 passou de 6,05% para 6,12%, se aproximando cada vez mais do teto da meta de 6,50%. Um mês atrás estava em 5,70%.

O Ministério da Fazenda afirmou que Joaquim Levy fica no cargo.

Os futuros de petróleo começaram a semana em tom negativo, após dados mostrarem que o ritmo de crescimento da China diminuiu para o menor nível desde 2009.

O Produto Interno Bruto (PIB) chinês teve expansão anual de 6,9% no terceiro trimestre, alimentando preocupações sobre a desaceleração do segundo maior consumidor mundial de petróleo. Além disso, outros indicadores da China mostraram resultados decepcionantes na produção industrial e nos investimentos.

Embora o PIB chinês tenha superado a expectativa dos analistas, de aumento de 6,8%, o resultado reforçou dúvidas sobre a capacidade de Pequim de cumprir sua meta de crescimento para este ano, de 7%.
Preocupações sobre a saúde econômica da China vêm pressionando os preços das commodities nos últimos meses, levando as cotações do petróleo a tocar os menores níveis em seis anos.

A China consume cerca de 12% do petróleo mundial, vindo atrás apenas dos EUA, e há anos tem sido a força motriz por trás da expansão na demanda global pela commodity.

O Brent para dezembro recua 1,51%, a US$ 49,70 por barril, na plataforma eletrônica ICE, em Londres. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo para dezembro, já o mais negociado, cai 1,13%, a US$ 47,18 por barril, enquanto o contrato para novembro tem queda de 1,14%, a US$ 46,72 por barril. 

O gráfico diário do Ibovespa fechou novamente acima da LTB destacada em azul e também superando a média móvel exponencial de 21 períodos.

O desafio agora é romper primeiramente a média móvel exponencial de períodos no diário, mostrando que os investidores com fôlego, que ficaram de fora da pernada de alta recente, estão dispostos a alimentarem a compra.

Uma vez acima da MME5, teremos a prova de fogo nos 48K.



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Bons Negócios!
Wagner Caetano
Cartezyan


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Joaquim Levy fica ou sai?


Bom dia investidor!

Estrangeiros comprados em 105.296 contratos de índice futuro.

Ásia fechou em alta. China +1,60%. Japão +1,08%.

Europa em campo positivo. Londres: +0,47%. Frankfurt: +0,29%. Paris: +0,43%.

Petróleo avança 1,88% na Nymex e sobe 1,17% em Londres.

Futuros norte-americanos operam de forma lateral.

Cobre em queda de 0,8% na LME e cede 1,49% na Comex.

Minério de ferro caiu 1,1% na China, fechando a US$ 52,6 a tonelada.

No cenário interno, política no radar, com boatos da saída de Joaquim Levy.

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O gráfico diário do Ibovespa mostra uma ração intraday no pregão de ontem e hoje tenta trabalhar acima da LTB.

Se deixar a média de 5 para trás, a compra volta a dominar o curto prazo.

Bons Negócios!
Wagner Caetano
Cartezyan

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Mundo Verde


Bom dia investidor!

Mercado asiático fechou com alta generalizada. Japão +1,15% e China +2,32%.

Europa opera com valorização expressiva, perto das máximas do dia. Londres +1,08%; Frankfurt +1,53%; Paris +1,25%.

Dow Jones Futuro sobe 0,54%; S&P 500 avança 0,76%; Nasdaq ganha 0,84%.

Os futuros de cobre operam em alta em Londres e Nova York, sustentados pelo bom desempenho das bolsas asiáticas, que hoje tiveram ganhos generalizados, e pela expectativa cada vez maior de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) não começará a elevar os juros básicos este ano.
Além disso, uma série recente de indicadores econômicos fracos da China, o maior consumidor mundial de metais básicos, alimenta esperanças de que Pequim adotará medidas adicionais para estimular o gigante asiático.
Por volta das 8h35 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,59%, a US$ 5.337,50 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para dezembro tinha alta de 0,43%, a US$ 2,4260 por libra-peso, às 8h57 (de Brasília).

O preço do minério de ferro caiu 2% no mercado à vista chinês indo a US$ 53,2 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. 

O máximo planejador econômico da China aprovou oito projetos de construção e reestruturação, com investimentos no valor de 95,3 bilhões de yuans (US$ 15 bilhões), o mais recente esforço para alavancar os investimentos em infraestrutura enquanto a economia do país segue em desaceleração.
Entre os projetos aprovados, estão duas estradas de ferro, três rodovias, duas pontes e um projeto de pista de embarque de mercadorias, de acordo com declarações no site da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento (NDRC, na sigla em inglês).

Os contratos de petróleo operam em baixa, antes da divulgação do dado semanal de estoques dos Estados Unidos, às 11h30 (de Brasília). Analistas esperam que o estoque norte-americano da commodity tenha aumentado, em um momento de excesso de oferta nesse mercado.
O petróleo para novembro cai 1,20%, a US$ 46,08 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na ICE, em Londres, o Brent para novembro, que vence hoje, recua 0,33%, a US$ 48,99 o barril, enquanto o contrato do Brent para dezembro, o mais negociado, tem queda de 0,34%, a US$ 49,52 o barril.

Nos EUA, os pedidos de auxilo desemprego caíram 7 mil, para 255 mil na semana; previsão 270 mil.
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O gráfico diário do Ibovespa mostra o benchmark em um ponto chave: testando a LTB como suporte e também a média móvel exponencial de 21 períodos.

Logo abaixo temos o forte 46.480 para ajudar na sustentação da alta.

Um pregão positivo na sessão de hoje seria um sinal de retomada da força compradora.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Vencimento do índice futuro no radar


Bom dia investidor.

Após trabalharem por dois pregões na venda, ontem os estrangeiros atuaram na compra do índice futuro, elevando a posição de 122.551 para 125.510 contratos.

Na Ásia tivemos baixa generalizada. Japão -1,89% e China -0,93%.

Na Europa, a maioria das praças trabalha em terreno negativo. Londres -0,43%; Frankfurt -0,47%; Paris +0,04%.

Dow Jones Futuro cai 0,07%; S&P 500 recua 0,01%; Nasdaq cai 0,02%.

O cobre sobe 0,44% na Comex.

O petróleo negociado na Nymex avança 0,13% e o Brent recua 0,04% na Ice.

O preço do minério de ferro recuou 1,1% no mercado à vista chinês, indo a US$ 54,3 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no Porto de Tianjin, na China. 

A Alemanha deve crescer um pouco menos neste ano que o previsto anteriormente, mas a economia do país segue em uma trajetória positiva, diante do forte consumo privado, de acordo com o Ministério da Economia alemão. Agora, o governo prevê crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,7% para este ano, quando anteriormente projetava 1,8%.

Apesar de ontem ter sido um dia de muita pressão sobre os ativos domésticos, para o governo foi uma oportunidade de ganhar um respiro e tentar traçar estratégias para seguir adiante. Os holofotes, que ontem estiveram todos no presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), voltam a se dividir entre vários personagens do atual drama encenado em Brasília e hoje estarão também no ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que irá ao Plenário da Câmara para explicar a atual crise econômica. As três liminares do Supremo Tribunal Federal suspendendo o rito diferenciado para a abertura do processo de impeachment podem fazer com que Cunha amenize seu tom em relação ao governo e até mesmo aceite uma trégua. 

Hoje temos vencimento do índice futuro, contrato V15.

A liquidez já migrou logo cedo para o Z15, que negociará até dezembro.

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O gráfico diário do Ibovespa mostra uma tentadora correção até dois pontos de forte suporte: LTB destacada em azul e média móvel exponencial de 21 períodos.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan


terça-feira, 13 de outubro de 2015

Volatilidade na volta do feriado



Bom dia investidor!

Mercado asiático fechou em baixa, em sua maioria. Japão -1,1% e a China foi exceção, subindo 0,17%.

Os futuros de metais básicos operam em baixa após dados fracos de importação da China interromperem a recente recuperação do setor
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Em setembro, as importações chinesas tiveram queda anual de 20,4%, bem maior do que o declínio previsto de 16,5%, segundo dados de Pequim. A China é o maior consumidor mundial de metais, respondendo por quase metade da demanda por zinco, por 45% da de cobre e por 40% da de chumbo.

Em meados do ano, os metais atingiram mínimas em vários anos em meio a preocupações com a desaceleração da China, que está sujeita a não cumprir sua meta de crescer 7% em 2015.

Na Europa, a venda é dominante nessa terça-feira. Londres: -0,84%; Frankfurt -1,37%; Paris -1,36%.

O índice de expectativas econômicas da Alemanha caiu para 1,9 em outubro, de 12,1 em setembro, segundo dados divulgados hoje pelo instituto alemão ZEW. O resultado veio bem abaixo da expectativa de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam recuo menor do indicador, a 6,9.

O índice de condições atuais do ZEW, por sua vez, recuou para 55,2 neste mês, de 67,5 em setembro. Também neste caso, a previsão dos analistas era de queda menos acentuada do índice, para 64,7.

Dow Jones futuro cai 0,40%; S&P 500 recua 0,47%; Nasdaq perde 0,56%.

O índice de otimismo das pequenas empresas dos EUA, medido pela Federação Nacional de Empresas Independentes (NFIB, na sigla em inglês), subiu para 96,1 em setembro, de 95,9 em agosto. O resultado do mês passado surpreendeu positivamente, uma vez que analistas consultados pela Dow Jones Newswires previam queda do indicador, a 95,0. A leitura, porém, se manteve abaixo da média de longo prazo, que é de 98,0. Dos subíndices que compõem o indicador, sete avançaram levemente em setembro, enquanto três recuaram.
 
Petróleo sobe 0,34% em Londres e cai 0,06% em Nova York.

O Credit Suisse rebaixou Itaú, Bradesco, BB e Santander de neutro para underperform.

Cortou ainda sua expectativa para o preço-alvo dos papéis e como justificativa mencionou o potencial de valorização das ações dessas instituições e a perspectiva de fracos resultados nos próximos anos. Manteve, porém, recomendação neutra para Banrisul em meio ao potencial de valorização dos papéis.

Já o UBS manteve a recomendação para grandes bancos brasileiros, mas cortou o preço-alvo das ações
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Neste fim de semana, o algoz da presidente, Eduardo Cunha, confirmou que decidirá, nesta 3ªF, sobre o pedido de impeachment de Hélio Bicudo.

O Planalto já dá como certa a instalação de um processo na Câmara e, sem votos para impedir esse desfecho, prepara sua defesa.

O relatório Focus divulgado mais cedo apontou IPCA para 2015 de 9,53% para 9,70% e a retração do PIB para 2015 de 2,85% para 2,97%.

O gráfico diário do Ibovespa mostra teste da importante resistência em 49.395.


Para hoje, o cenário mais provável é de uma correção, com suportes imediatos na média móvel exponencial de 5 períodos.

Um recuo até a região entre 47.900 e 48.100 não surpreenderia.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan