quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Exterior reage

Bom dia investidor!

Investidores estrangeiros voltaram às compras no pregão de ontem, elevando o saldo comprado de 104.423 para 114.467 contratos de índice futuro.


Na Ásia tivemos fechamentos mistos, com valorização e queda de 0,39% e 0,20% no Japão e China respectivamente, porém longe das mínimas.


Europa opera sem direção única, porém com a maioria das praças em alta. Frankfurt sobe 0,30% e Paris 0,28%.


O setor privado criou 190 mil empregos em agosto nos EUA, segundo relatório da ADP; previsão 200 mil.


Dow Jones Futuro sobe 0,55%; Nasdaq ganha 0,55%; S&P 500 avança 0,47%. O preço do minério de ferro subiu 0,2% no mercado à vista chinês, para US$ 55,8 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no Porto de Tianjin, na China.


Petróleo recua 1,56% em Nova York e cede 0,81% em Londres.


Os contratos futuros de cobre operam em leve alta, ensaiando uma modesta recuperação após a queda da sessão anterior, quando reagiu a dados da indústria da China mais fracos que o previsto.


No Brasil, a produção industrial caiu 1,5% em julho ante junho.


Enquanto as bolsas no exterior buscam hoje uma recuperação, embora mantendo a preocupação com a China, os mercados domésticos seguem acompanhando os desdobramentos da crise política antes do desfecho desta noite da reunião do Copom.


O gráfico diário do Ibovespa mostra que o benchmark tocou uma região de importante suporte: retração de 50% de Fibonacci, dentro das expectativas de correção.




Uma reação no pregão de hoje, com sinal de reversão via candlestick, seria um sinal interessante de entrada compradora.


Uma queda um pouco maior, rumo a retração de 38,2%, região de 44.750, não desconfigura o possível fundo no gráfico diário.



Bons negócios!


Wagner Caetano
Cartezyan

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