quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Copom mantém taxa de juros inalterada

Bom dia investidor!

Estrangeiros voltaram a atuar forte na compra do índice futuro no pregão de ontem, elevando a posição comprada de 114.467 para 130.689 contratos.

No dia em que o IBGE informou uma queda de 1,5% da indústria em julho (-8,9% anual), o COPOM apostou na recessão para manter a SELIC em 14,25%. Após o dado, alguns analistas revisaram as projeções para uma retração acima de 3% do PIB/2015 e de 1,3% em 2016 (MCM). Mas o colapso das contas públicas e a disparada do DÓLAR, que parece investir aos R$ 4, já levam o mercado a acreditar que o juro poderá voltar a subir este ano.

Na Ásia tivemos fechamentos mistos, com alta de 0,48% no Japão e baixa de 0,20% na China.
Europa e futuros norte-americanos operam com valorização.

O Banco Central Europeu (BCE) manteve hoje as taxas básicas de juros inalteradas em mínimas históricas, num momento em que a recuperação apenas moderada da zona do euro e a inflação persistentemente baixa alimentam esperanças de que a instituição amplie seu programa de estímulos. A taxa de refinanciamento, que é a referência na zona do euro, permaneceu em 0,05%, como está desde setembro do ano passado. Já a taxa sobre depósitos continuou em -0,2%.

A atenção dos investidores se voltará agora para a coletiva de imprensa com Mario Draghi, presidente do BCE, a partir das 9h30 (de Brasília). Draghi deverá fornecer uma atualização sobre o programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) do BCE, que teve início em março e, a princípio, deverá se estender até setembro de 2016.

Pelo QE, o BCE vem comprando mensalmente até 60 bilhões de euros em ativos, compostos principalmente por bônus soberanos.

Draghi também deverá anunciar projeções trimestrais do BCE para o Produto Interno Bruto (PIB) e inflação. A expectativa é que as projeções sejam revisadas para baixo. 

Os cortes de vagas planejados pelos empregadores nos EUA somaram 41.186 em agosto, representando queda de 61% ante os 41.186 cortes planejados em julho, segundo dados publicados hoje pela consultoria Challenger, Gray & Christmas.
Em relação a agosto de 2014, o dado do mês passado representou uma alta de 2,9%.
No acumulado de janeiro a agosto, os cortes planejados nos EUA atingiram 434.554 empregos, com aumento de 31% em relação a igual período do ano passado. 

Os cortes de vagas planejados pelos empregadores nos EUA somaram 41.186 em agosto, representando queda de 61% ante os 41.186 cortes planejados em julho, segundo dados publicados hoje pela consultoria Challenger, Gray & Christmas.
Em relação a agosto de 2014, o dado do mês passado representou uma alta de 2,9%.
No acumulado de janeiro a agosto, os cortes planejados nos EUA atingiram 434.554 empregos, com aumento de 31% em relação a igual período do ano passado. 

Petróleo opera em leve queda em Londres e Nova York.

O cobre sobe 2,12% na Comex e anima as mineradoras na Europa, o que deverá beneficiar as ações da Vale nessa quinta-feira.


O gráfico diário do Ibovespa mostra que o benchmark respeitou a retração de 50% de Fibonacci e reagiu na sessão de ontem, deixando para trás o forte 45.850, a retração de 61,8% de Fibonacci e a média móvel exponencial de 5 períodos, agora suportes.

Se houver continuidade da força compradora e rompimento de 46.480, teremos teste da média móvel exponencial de 21 períodos e possivelmente de 47.900.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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