terça-feira, 23 de junho de 2015

Mercado deve reagir a eventual corte em meta fiscal

Bom dia investidor!

Estrangeiros iniciam a terça-feira comprados em 49.721 contratos de índice futuro.

Ásia fechou em alta generalizada: Japão +1,87% (máxima da sessão) e China +2,19%.

Na Europa as bolsas sobem novamente, com um possível acordo na Grécia nos próximos dias.

Por lá, com o dinheiro farto e barato proporcionado pelos estímulos do BCE, qualquer driver é motivo para compras em ativos de risco.

Na China, o PMI industrial preliminar (HSBC) subiu a 49,6 em junho, de 49,2 em maio, maior patamar em 3 meses.

Na Zona do Euro, o PMI composto (preliminar) subiu a 54,1 em junho, previsão de 53,6, maior patamar em 49 meses.

Petróleo em baixa e cobre em alta.

No cenário interno, ventila-se que Levy deverá aproveitar o lançamento de um livro no Ministério da Fazenda, às 15h, para anunciar mudança da meta fiscal.

A assessoria do ministro convocou uma coletiva para esta tarde, gerando expectativa para o evento.

O movimento surge após as últimas notícias da imprensa apontarem para novas pedaladas do governo Dilma.

O gráfico diário do Ibovespa mostra o mercado ainda dentro da zona de congestão.

Ontem testou a região novamente e recuou, deixando um candle baixista chamado estrela cadente, que sugere queda e teste da banda inferior do movimento lateral.

A perda de 53.510 indicaria com mais clareza o teste da região de suporte entre 52.550 e 52.665.





Bons negócios!
Wagner Caetano
Top Trader

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