sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Moody's rebaixa a Petrobras

Bom dia investidor!

Investidores estrangeiros iniciam os pregão comprados em 54.413 contratos de índice futuro.

Ontem tivemos um pregão muito positivo para os ativos em geral.

Forte alta em varejo, serviços, elétricas, educacional e exportadoras marcaram o pregão.

Por outro lado baixas relevantes do setor financeiro juntamente com Petrobras e Vale levaram a um fechamento tímido de +0,14%.

Um enxurrada de declarações de Graça Foster e Formigli geraram volatilidade nos ativos, movimento que deverá continuar nessa sessão.

Quando ao setor financeiro entendemos como um movimento típico de congestão, onde há espaço em branco para oscilar antes da definição da tendência.

Vejam no gráfico como o Dow Jones respeitou a região de 17.150, que foi topo nos meses de julho, agosto e setembro de 2014, o que mostra que o mercado tem memória e que uma antiga resistência vira suporte pelo princípio da inversão de polaridade da análise técnica.

Agência de classificação de risco Moody's alterou a perspectiva da Vale de positiva para estável e reafirmou todos os ratings da companhia e ainda disse que o rating poderá melhorar se a empresa mantiver ou reduzir o endividamento e ainda rebaixou o rating da Petrobras.

Bolsas na Europa e Estados Unidos operam em baixa nessa manhã, mas apenas movimentos corretivos dentro de um viés de alta.

Notamos pelo gráfico do Ibovespa que a indefinição continua.

A região de 47.260 foi respeitada e montada um candle de reversão sobre o suporte.

O rompimento e especialmente fechamento acima da máxima de ontem (47.893) poderá levar a um novo teste de 48.722, num movimento de congestão que vem desde o início do ano.

reação no intraday ontem se deu com expressivo volume e muitas ações fecharam na máxima do dia, o que alimenta a expectativa de mais um dia com abertura em queda seguida por recuperação ao longo do pregão.





Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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