quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mercado entre China e Suíça

Até o início da manhã as bolsas mundiais trabalhavam em forte alta, até com certa euforia, fruto do livro bege divulgado ontem às 17h00 nos Estados Unidos, recuperação do petróleo, do cobre e dados de novos empréstimos na China.

O PIB da Alemanha, que cresceu 1,5% em linha com a esperado, também foi bem recebido.

Porém a decisão do Banco Central da Suíça de eliminar a taxa de câmbio mínima pegou o mercado de surpresa e os ganhos foram devolvidos mudando as cotações até mesmo para terreno negativo.

Vamos ver o que vai prevalecer, lembrando que as bolsas na Europa e também nos Estados Unidos estão em tendência de alta e quando cedem são apenas correções e depois voltam a subir.

No Brasil, que tem forte relação com o gigante asiático, a tendência é que a compra prevaleça e tenhamos um dia de alta moderada.

O IBOV mostrou reação durante o pregão de ontem, com alguns setores como o financeiro evitando uma maior desvalorização na esteira de petrobras, siderúrgicas e vale.

Sobre a estatal, a decisão da provável divulgação do balanço após uma reunião no dia 27 de janeiro mexeu positivamente com as cotações em Nova York, com o mercado já fechado no Brasil.

Outro ponto que estará em pauta é a reação das empresas do setor elétrico ao aumento certo para as tarifas de energia, falta apenas definir o teto.

A leitura do Ibovespa segue a mesma, precisa romper e fechar acima de 48.722 para passar alguma confiança na compra, destacando que os níveis de alguns ativos no momento são excepcionalmente baixos.



Wagner Caetano
Top Trader

Nenhum comentário:

Postar um comentário