quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Mercado entre BCE e commodities

Bom dia investidor!

O Banco Mundial reduziu as previsões de crescimento para a economia Global. 

Porém num cenário de adversidade falar em 7,1% de crescimento para a China não é de todo ruim, especialmente porque o Banco Central Europeu, assim como o governo chinês, consideram novas medidas de estímulos em suas economias.

Nesse momento,às 9h10 da manhã de quarta-feira, temos bolsas internacionais trabalhando de forma mista, entre a expectativa dos estímulos e baixa das commodities, que estão em queda mas distantes das mínimas.

No Brasil teremos precificação dos desdobramentos relativos à Petrobras, que divulgou as suas reservas no pré-sal assim como o seu balanço não auditado que será conhecido no dia 27 de janeiro.

O mercado está crente em um ajuste fiscal, por isso colou no exterior e vai depender de fluxo e especialmente reação das commodities para deslanchar, caso contrário deverá patinar no curto prazo.

Na agenda do dia, teremos vendas no varejo às 11h30, estoques das empresas às 13h00 e o livro bege às 17h00 nos Estados Unidos.

Dando sequência à temporada de resultados JP Morgan e Wells Fargo divulgam balanços.
O IBOV ontem chegou a superar a primeira barreira de curto prazo em 48.722 no intraday, mas devolveu os ganhos ao longo do pregão.

Esse ponto precisa ser vencido em fechamento para passar confiança na compra e mirar o decisivo 49.890-50.260.

Ontem os estrangeiros atuaram na compra, aumentando de 88.603 para 91.991 a posição comprada no índice futuro.

O aguardado fluxo cambial de hoje, que será divulgado às 12h30, será um importante termômetro para o curto prazo, pois tivemos quedas significativas do dólar recentemente, veremos então se foi de fato entrada de capital para renda variável.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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