terça-feira, 20 de janeiro de 2015

China e Alemanha anima bolsas mundiais

Ontem tivemos forte queda na etapa final do pregão, fruto de um apagão em diversos Estados da federação.

Veremos como o mercado vai reagir, se vai interpretar como um fato pontual ou um risco sistêmico que colocaria nosso PIB para 2015 em cheque.

A posição dos investidores estrangeiros ficou praticamente inalterada, mudando de 80.417 para 80.321 contratos de índice futuro na compra.

Novas medidas fiscais deverão se sobrepor ao problema com o setor de energia, pois deverão aumentar de forma expressiva a arrecadação.

Tivemos alta generalizada na Ásia e as bolsas no velho continente e futuros norte-americanos seguem o mesmo caminho nessa terça-feira.

Os market movers para essa puxada são os dados chineses: PIB, investimento em ativos fixos não-rurais, produção industrial e vendas no varejo, além do índice Zew de expectativas na Alemanha.

Nos Estados Unidos o índice de confiança das construtoras sairá às 13h.

Como tem ocorrido ultimamente, a sessão de baixa de ontem foi com volume reduzido, por causa do feriado nos EUA.

Se hoje houver uma recuperação com volume expressivo, poderemos ter a retomada da alta.

IBOV precisa romper três barreiras importantes para que a compra seja dominante no curtíssimo: 48.722, a média móvel de 21 e 49.265.




Wagner Caetano
Top Trader

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