sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Petrobras imprime cenário patético ao mercado doméstico

O aumento dos combustíveis estava anunciado para a sexta-feira passada.
Foi adiado para o dia 04/11.

Uma vez não divulgado, a porcentagem e data não foram definidas.

Para a “surpresa” dos investidores, a empresa aumentou em 3% a gasolina e 5% o diesel a partir da meia-noite.

A questão principal não é quanto a valores, mas sim a postura e credibilidade, trazendo para o mundo real estamos sendo avaliados e podemos ter novo rebaixamento em 2015 se não houver maior governança corporativa.

Por outro lado nossa bolsa está barata e, sinalizações de mudanças reais poderão trazer uma enxurrada de recursos e fazer nosso benchmark subir de forma expressiva, atraindo inclusive pessoas físicas para a bolsa novamente.

Agora o foco será na equipe econômica e no balanço do terceiro trimestre da companhia.

Apenas uma declaração de Aloizio Mercadante ontem derrubou o mercado, tamanha a rejeição que os investidores têm ao seu nome.

Henrique Meirelles ou Nelson Barbosa, um dos dois deverá ser o Ministro da Fazenda.

O relatório mensal de emprego sairá às 11h30 nos EUA e o crédito ao consumidor às 18h.

No exterior, Dragui restabeleceu calma nas bolsas e o foco principal será mesmo no PAYROLL.

UBS elevou a recomendação das ações do Banco do Brasil de venda para neutro, veremos como reagem os papéis.

Minério de ferro fechou a semana a US$ 75,5/ton, queda de 3,8%.

IBOV está com as médias inclinadas para baixo e numa região decisiva: 52.710.

Para manter a expectativa de alta no curto prazo, precisa ficar acima desse patamar.

Traçando retrações de Fibonacci entre o fundo marcado no dia seguinte ao segundo turno e o último topo, percebemos que o Ibovespa está na primeira retração, o que configura apenas uma correção.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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